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Atualizado: 12/07/2013 22:54 | Por Fernanda Bassette, de O Estado de S. Paulo, estadao.com.br
1 a cada 5 jovens larga terapia anti-HIV
Estudos de institutos de São Paulo e do Rio mostram que principais motivos do abandono são efeitos colaterais dos remédios e depressão


Pelo menos um em cada cinco adolescentes que estão em tratamento contra o HIV abandona a terapia na metade, atrapalhando o controle da doença, comprometendo o tratamento e aumentando o risco de desenvolver resistência à medicação.
A toxicidade dos medicamentos e os efeitos adversos são os principais motivos apontados para a desistência, seguidos de problemas psicológicos (especialmente depressão) e esquecimento. Especialistas apontam que o jovem é o que tem pior adesão ao tratamento de HIV, seguido pelos adultos e, depois, pelas crianças.
Os dados foram levantados em 2012 por dois centros de excelência em tratamento de HIV em adolescentes no País: o Instituto Emílio Ribas, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, e o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, vinculado à Universidade Federal do Estado do Rio (UniRio).
Em São Paulo, o levantamento foi feito com 581 adolescentes que estão em tratamento, com idade entre 12 e 17 anos. Desse total, 131 jovens estão há pelo menos seis meses sem agendar uma consulta ou comparecer a um retorno. A maioria foi infectada pela mãe durante o parto (transmissão vertical).
No Rio, o trabalho levou em conta entrevistas feitas com 122 pacientes entre 12 e 19 anos. Desses, 17% abandonaram o tratamento - interromperam a terapia por mais de três meses.
Além disso, o levantamento mostra que outros 20% dos jovens fazem o tratamento de maneira irregular, não passam por todos os exames, não voltam a todas as consultas nem tomam o medicamento corretamente.
"O grande problema de adesão acontece justamente na adolescência. Essa é a fase em que o jovem está bem de saúde e começa a fazer uma série de questionamentos, vive os conflitos da idade. Ele se vê bem de saúde, então se pergunta por que tem de tomar remédio", explica a infectologista Marinella Della Negra, do Emílio Ribas.
A médica Norma Rubini, do Gaffrée e Guinle, diz que todos os centros enfrentam dificuldades para aumentar a adesão do jovem em tratamento. "A criança com uma doença crônica em geral é superprotegida. Quando ela chega à adolescência, os pais e até os médicos acreditam que ela vai se cuidar sozinha. Só que elas ainda são imaturas e muitas se revoltam."
De acordo com Norma, uma das alternativas para aumentar a adesão é fazer trabalhos com psicólogos, que tentam reforçar a autoestima dos pacientes. "Eles precisam de motivação para viver. Isso é fundamental."
Sobrevivente. Segundo o infectologista Ricardo Sobhie Diaz, professor associado da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o abandono do tratamento entre jovens tem sido alvo de estudos em todo o mundo. "Em geral, o adolescente é um sobrevivente. Apesar de ele poder se infectar na adolescência, a maior parte dos casos é de transmissão vertical."
Assim, por estarem contaminados há muito tempo, o tratamento vai se desgastando, o que faz as pessoas diminuírem a adesão.
De acordo com Diaz, pesquisadores europeus fizeram um estudo com adolescentes comparando o uso do Efavirenz (que é a droga de primeira linha mais usada no mundo) todos os dias da semana com o uso do remédio apenas de segunda a sexta-feira - uma das ideias para tentar melhorar a adesão dos adolescentes.
"Os primeiros resultados demonstram que não houve prejuízos nos jovens que tomaram o remédio corretamente durante a semana. Esses resultados ainda não foram colocados efetivamente em prática, mas mostram os esforços para tentar deixar a terapia mais próxima possível do normal. Interromper o tratamento é muito pior."

Remédio corta o efeito do álcool no organismo

Substância reduz a quantidade de álcool no sangue - e pode transformar a relação da humanidade com a bebida



Imagine se fosse possível beber e não ter ressaca no dia seguinte. Relaxar tomando um drinque no almoço - e trabalhar o resto do dia sem embriaguez. Ou beber e voltar para casa dirigindo, mas com os reflexos perfeitos e sem nenhum álcool no sangue.

Tudo graças a duas enzimas, que se chamam álcool oxidase e catalase, e são produzidas naturalmente pelo organismo. Elas agem lentamente (em média, o corpo metaboliza apenas uma dose de bebida por hora), fazendo com que o álcool se acumule no sangue da pessoa e ela fique bêbada. Mas cientistas da Universidade da Califórnia criaram uma versão artificial dessas enzimas, que foram combinadas numa nanocápsula e fornecidas a ratos que tinham ingerido álcool. Uma hora e meia depois, a quantidade de álcool no sangue deles havia caído 31,8%. E isso porque os ratos estavam muito ébrios (todos dormiram 20 minutos após a ingestão do álcool). Se a bebedeira tivesse sido menor, a redução poderia ter sido maior, chegando à eliminação do álcool.

Como as enzimas são idênticas às produzidas pelo próprio corpo, os cientistas dizem que não há efeitos colaterais. Por isso, pretendem começar logo os testes com pessoas. "Já temos [uma versão para humanos] da primeira enzima, e estamos desenvolvendo a segunda. Teremos uma solução completa, um produto que todos poderão usar", diz o engenheiro químico Yunfeng Lu, líder do estudo. Segundo ele, as enzimas têm baixo custo e poderão começar a ser produzidas daqui a dois anos. Imagine na Copa.


MISSA DE ABERTURA DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Missa presidida pelo bispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. 23-07-13  19:30h.


Palco principal na arena de Copacabana, com jogo de luzes com mudança das cores.


                                                           África.                                   Argentina.       
Rezando o terço em 5 línguas diferentes 

              Suécia.                                 Austrália.                                   China

                                                   Dom Orani Tempesta





































SHOW NO PALCO PRINCIPAL EM COPACABANA

Estamos na área VIP em Copacabana


JMJ 2013

Estamos dentro da Catedral de  São  Sebastião.
Palavras do Santo Papa: " Eu não trouxe nem ouro, nem prata, somente Jesus no coração ".
O povo esperando o Papa.

 







CATEDRAL SAO SEBASTIAO RIO DE JANEIRO

Uma imensa paz recobre todos os fieis e peregrinos no interior dessa basílica. 
Muita paz a todos que estão lendo e curtindo esse blog.

   



PROTESTE