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"MAIS MÉDICOS" DA DILMA

Mensagem original
De: Assunto: Fw: "Mais Médicos" tem as digitais das quatro patas do aloprado...
Enviada: 09/07/2013 14:52
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O programa lançado por Dilma Rousseff é uma estupidez sob qualquer ponto-de-vista. A exigência de dois anos de trabalhos forçados para o jovem médico vai atrasar em dois anos a sua formação em residência, onde o mesmo se especializa em cardiologia, neurologia, neurocirurgia e nas diversas áreas da medicina. Em vez de estudos de alto nível, o jovem médico será enviado para os cafundós do judas, sem experiência, sem recursos, sem acompanhamento. Dois anos depois, quem garante que ele terá a motivação suficiente para ficar mais três anos ralando na residência de um hospital, recebendo menos do que ganhava no período de trabalho forçado no SUS?

Por outro lado, o "Mais Médicos" da Dilma vai exigir a abertura de mais faculdades de medicina no interior do Brasil. Ora, novos cursos são um foco de problemas pela falta de professores, bibliotecas, laboratórios, tanto é que, anos após ano, o MEC vem fechando vagas pelo Brasil a fora, por falta de qualidade. 
Em 2011, foram suspensas 514 vagas de 16 cursos de Medicina que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC). O indicador varia em uma escala de 1 a 5 e é calculado com base no desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e em outros critérios como a infraestrutura e o corpo docente da instituição.

Dentro deste panorama, a criação de 11.447 vagas em cursos de medicina até 2017 pressupõe a contratação de no mínimo mais 1.000 professores, a maioria médicos. De onde sairão este profissionais? Quantos deles terão mestrado e doutorado, que é o mínimo exigido na área?

Agora vejam o absurdo do esquema gigantesco de acompanhamento que será montado para verificar o desempenho do jovem médico nos dois anos de trabalho forçado a que estará submetido. Os médicos serão acompanhados por um tutor indicado por universidade pública; um supervisor proveniente da secretaria estadual ou municipal de Saúde; e um preceptor que já atua naquela unidade de saúde. Onde não houver médicos, o preceptor virá de outro lugar. Todos receberão por isso. Todos, obviamente, serão médicos. Se estes que já são médicos não se dirigem ao interior, por falta de condições de trabalho, vão aceitar fiscalizar e monitorar o trabalho de colegas de profissão?

Sem dúvida alguma, somente a mente brilhante do aloprado Mercadante poderia parir programa tão grandioso e tão estúpido.


Chulé ... ué... ué... ué...

Dicas para acabar com o problema popularmente conhecido como chulé

Bromidrose
Quem sofre de mau cheiro nos pés costuma pensar duas vezes antes de tirar os sapatos em público. A bromidrose, conhecida popularmente como chulé, é causada por alterações no organismo resultantes de problemas de tireóide, menopausa ou estresse, ou ainda pelas altas temperaturas.


                                                       A dermatologista Márcia Grieco, 
também do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, diz que o suor produzido pelo corpo contém água e eletrólitos, que são os sais minerais, e não tem odor. O mau cheiro é provocado pela ação de bactérias que se alimentam do suor e de todo material que se encontra sobre a pele. "A umidade faz com que elas se proliferem mais rapidamente."
Se você sofre com bromidrose, saiba que o tipo de sapato ou meia pode interferir no aparecimento ou grau de odor. "Não somente o tipo de calçado, mas, principalmente, o modo de uso e higiene influenciam no surgimento do chulé. Assim, para evitar o mau cheio deve-se trocar as meias diariamente ou até duas vezes ao dia", orienta Dr. João Paulo. "No caso de prática de esportes ou sudorese aumentada, prefira meias de algodão e faça um rodízio dos calçados, de modo a não repetir o mesmo par em dias consecutivos."
O médico lembra ainda que os sapatos fechados favorecem o chulé, mas não são os únicos vilões. Os chinelos e sandálias de materiais sintéticos também podem ser favoráveis ao chulé se não permitirem que o suor se dissipe adequadamente. "Exemplo disso são as sandálias de plástico ou borracha, muito em moda hoje em dia, e que geram muito chulé nas mulheres."
É importante esclarecer que o chulé é caracterizado apenas pelo mau cheiro, sem bolhas ou descamações. O que pode ocorrer, segundo Dr. João Paulo, é que a pessoa que sua demais nos pés e apresenta bromidrose também tem risco maior de desenvolver micoses e, estas sim, podem apresentar bolhas, descamação e coceira. "No caso de micoses, o ideal é usar antimicóticos à base de creme ou talcos", sugere Dra. Márcia.
A dermatologista separou algumas dicas para você acabar com o mau cheiro nos pés. Confira:
- Dê atenção à higiene dos pés, lavando-os com sabonete, bucha ou escova.
- Seque bem os pés entre os dedos com papel higiênico.
- Use sapatos arejados de couro ou pano para ficar em casa.
- Evite sapatos sintéticos, meias de nylon, solados e calçados de borracha ou plástico. Os forros devem ser de couro ou algodão.
- Não use o mesmo sapato todos os dias.
- Use talcos antissépticos sempre após o banho.
- Após o uso, coloque os calçados para secar em locais arejados e ensolarados.
- Se observar a existência de descamações entre os dedos, fissuras ou bolinhas, procure um dermatologista para checar a presença de fungos, micoses ou bactérias.

**Não existe relação entre a bromidrose dos pés e a genética, porém, quem já tem sudorese maior que o habitual tem mais chances de sofrer com o mau cheiro nos pés. "Os homens apresentam mais odor na sudorese em geral, porque suam mais e usam calçados mais fechados. Mulheres que tenham sudorese aumentada nos pés e usem calçados pouco ventilados também podem ter mau odor do suor", explica Dr. João Paulo Junqueira Magalhães Afonso, dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.


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