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Perder um emprego pode ter impactos na saúde física e mental



O segredo para lidar bem com a situação e tentar enxerga-la por outros pontos de vista

Por Especialista - publicado em 27/03/2014

Quando a pessoa passa por uma situação de demissão, é necessário atenção e alguns cuidados. Toda transição causa estranhamento, e ainda quando essa transição é inesperada, causa imensa frustração. E como todo imprevisto, causa uma série de reações. 
O trabalho é uma variável importante na construção de identidades. Partindo da premissa que o indivíduo constrói uma imagem de si no trabalho e consequentemente no ambiente organizacional, o seu desligamento involuntário pode significar um dilema na sua trajetória. A inserção no mundo do trabalho sempre apareceu como resultado de uma vida "normal", por isso essa tão intensa relação com a dignidade, principalmente para os homens. 
 
 

O lado psicológico da demissão

Demissão está psicologicamente associada aos dois maiores medos que o ser humano tem na vida: o medo do fracasso e o medo da rejeição. Por isso é um processo bem delicado e os impactos podem ser maiores do que se imagina. 
O trabalho sempre foi um meio para o indivíduo realizar uma tarefa (que está relacionado a um dos propósitos de vida que é fazer as coisas) e ainda mais antigamente tinha uma representação bem ruim. Hoje, alguns conceitos estão se modificando. Além da vontade de fazer as coisas, é também um meio para realizar sonhos e um grande veículo para trazer mais sentido à vida e estabelecer relacionamentos com outros indivíduos. 
Vem dessas mudanças sobre o significado do trabalho, o motivo pelo qual a preocupação com o contexto empresarial de hoje vem aumentando. Porque o trabalho está expandindo seu significado para realização. A atmosfera que ainda vemos em muitas empresas, não está fazendo mais sentido, relacionada à ideologia da excelência, traduzida pela competitividade, com o culto à alta velocidade, resultados imediatos, com o evitar de sentimentos e o desaparecimento da ética. Fazendo com que o sofrimento mental aumente e a estabilidade psíquica das pessoas seja afetada. Por isso vemos no trabalho muitos casos de depressão, ansiedade, estresse, como já ouvimos falar muito por aí. 
Só que há quem diga que "ruim com ele, pior sem ele". Ao perder um emprego, ainda que pudesse estar exausto daquele ambiente, dos problemas ou das atividades realizadas, pode vir à tona um gosto amargo de rejeição. E o sentimento de traição vem junto, devido à sensação de ter se esforçado tanto, sofrido tanto e mesmo assim, ainda ser descartável e substituível - trazendo junto o arrependimento, mais frustração, sentimento de incompetência e indignação por tempo perdido. 
Nesses casos, vemos inúmeros sintomas como: desânimo, insegurança, raiva, impaciência, crises de pânico, dentre outros. Os estudos dizem que esses sintomas vem dos impactos da demissão na autoestima e na autoconfiança da pessoa. Tudo isso, pode trazer a ela dificuldades para encontrar uma nova rotina, um novo emprego e uma nova esperança. Recomenda-se a esses casos, acompanhamento psicológico e muito apoio da família e amigos. 
Vale ressaltar que, além de consequências econômicas, a demissão, acarreta sim danos psicológicos se não for bem cuidada. E dependendo do quanto for uma experiência traumática e dolorosa, pode tirar da pessoa o desejo de seguir em frente, tirando seu potencial. Aqui deixo meu pedido aos empregadores que tem que demitir alguém: prestem muita atenção na forma que esse processo é feito! Isso tem muito impacto no que o demitido poderá sentir. Claro que a responsabilidade do significado que ele vai atribuir a esse momento da vida é dele, porém, acredito que sempre que a gente puder fazer alguma coisa para evitar danos às pessoas, é válido. 

Quando o problema sai dos limites

Existem casos ainda mais graves que acontecem quando mesmo depois da demissão, os indivíduos permanecem psicologicamente vinculados ao trabalho. Se o apego ao trabalho, ao lugar e se a convivência foi feliz, não há como se desvincular integralmente de forma imediata, é algo que precisa ser bem trabalhado. 
Nesses casos a rejeição e o fracasso aparecem como sensações ainda mais fortes e a insegurança passa para a linha do que os outros vão pensar. Um jeito de ilustrar de forma mais clara essa insegurança de quem foi demitido, é o exemplo de pessoas mantém o hábito de sair de casa sempre no mesmo horário, como se fosse ao trabalho, para que os vizinhos não desconfiem que está desempregado. Desligar-se do trabalho representa uma ruptura num processo de construção de identidade e de vínculos. Para algumas pessoas, perder o emprego tem impacto em quem ele é e não só no que ele faz. Ou fazia... 
Estão presentes nesses casos mais graves sintomas como dificuldades cognitivas (dificuldades para pensar, analisar as coisas e tomar decisões), instabilidade emocional, ansiedade generalizada, angústia, estresse grave associado a distúrbios físicos, alterações cardiovasculares, gastrointestinais ou imunológicas, depressão mais severa, distúrbio psiquiátrico e até suicídio. É comum também uma deterioração da vida familiar e das relações interpessoais, podendo evoluir para casos de violência. 
Para esses casos, o acompanhamento é feito com médico psiquiatra. Mas é sempre absolutamente indispensável o apoio dos familiares e amigos para minimizar o impacto que a demissão pode ter na vida de qualquer pessoa.  
Atenção! Se isso acontecer algum dia com você ou com alguém que você conheça, acolha o vazio e elabore esse luto, com a certeza de que todos sempre temos escolha. Numa situação como essa, ou a pessoa pode se entregar às dores dessa experiência, detonar sua autoestima, encher-se de ansiedade e pensamentos corrosivos, ou pode aprender com essa experiência e atribuir a ela um significado de oportunidade. Não temos controle de tudo na vida. Apenas temos o controle daquilo que acontece dentro da gente. 
Tenha certeza de que nada acontece por acaso e quando uma porta se fecha, além de ser pelo motivo de que ela já não servia mais para você, é porque outra já está se abrindo. Lidar bem ou não com questões como essa, o segredo está no significado que se atribui à experiência.

Cereal matinal: qual escolher?

Saiba como aliar diferentes situações a esse alimento


Cereal matinal qual escolher

A presença do cereal matinal tem se tornado cada vez mais frequente nos cardápios, principalmente em virtude da necessidade de fibras que precisamos ingerir durante o dia (25g, de acordo com a Organização Mundial de Saúde).
Além das fibras, podemos encontrar outros nutrientes como cálcio (cuja concentração aumenta bastante quando o cereal é misturado com leite ou iogurte), vitaminas do complexo B, ferro e zinco. No mercado estão dispostos cereais à base de trigo, milho, arroz, assim como aqueles que são o próprio cereal (cereal integral) ou uma mistura de cereais, como a aveia, granola, chia, linhaça, etc.
Entre os cereais há algumas variações também, ou seja, tem cereais que são comercializados com açúcar, outros sem açúcar, alguns com chocolate, frutas secas (como é o caso da granola e do müsli), ou seja, uma infinidade de opções.
 
Mas você sabia que existem cereais específicos para determinadas situações? Pois então, o MaisEquilíbrio fez uma seleção de quais são os principais a serem consumidos, para quais finalidades eles são indicados e quais são as melhores combinações. Veja abaixo:
Para começar bem o dia:
Como muitas vezes o cereal é usado para substituir o pãozinho do café da manhã, aposte no mix de cereais, que fornecem uma variedade maior, e consequentemente, mais nutrientes, como as granolas e müsli, dando preferência às versões sem açúcar, chocolate, e sim com frutas.
Para acompanhar, leite ou iogurte desnatados e uma fruta picada de sua preferência, sendo as mais comuns banana, maçã e morango.
Para fazer o intestino funcionar:
Os grãos integrais (linhaça, chia, aveia, quinau, gérmen de trigo, cevada, etc.) são os mais indicados para quem tem prisão de ventre, pois possuem uma concentração de alta de fibras (aproximadamente 4,5g em 40g do produto).
Frutas combinam super bem com esses cereais, e se você costuma consumir um cereal que não tem esse teor de fibras, 1 colher (sopa) de um deles ajuda a acelerar os movimentos intestinais.
Para perder peso:
A melhor opção para quem quer eliminar uns quilinhos extras é consumir grãos pouco calóricos, com até 200 kcal por xícara, e ricos em fibras, como aveia, gérmen e farelo de trigo, o que ajuda - e bastante - no controle da fome. E fica a dica: o consumo deve ser de até 2 colheres (sopa) ao dia!
Para acompanhar, leite ou iogurte desnatados, pois a proteína possibilita que a digestão fique mais lenta, aumentando assim a saciedade, além de frutas (pouco calóricas de preferência), e um termogênico como a canela, por exemplo, que acelera o metabolismo, e consequentemente, a queima de calorias.
Energia para treinar:
Os mix de cereais costumam estar associados a frutas secas, oleaginosas, mel, que além de um sabor agradável, também aumentam a concentração de energia, dando bastante disposição para o treino.
Existe uma série de combinações que podem ser feitas com esses cereais: o iogurte, como mencionado acima, promove uma digestão mais lenta, além de fornecer doses extra de proteína e cálcio, fundamentais para a saúde muscular e óssea.
Flocos de milho e suco de melancia liberam rapidamente açúcar no organismo, o que resulta em bastante energia para o exercício. Suco de uva também é uma boa opção, cheio de resveratrol, que ajuda no ganho de massa muscular quando combinado com proteínas e carboidratos.
Para mulheres na menopausa:
Para essa fase, as mulheres precisam priorizar o consumo de granolas e müsli, ricos em vitaminas B, zinco, selênio e gorduras boas, bem como o amaranto, um dos únicos cereais que contém 10 a 15% de proteínas, cálcio, ferro e fósforo.
A linhaça também é uma ótima aliada na saúde da mulher, pois contém lignanas, um fitoesteróide (semelhante ao presente na soja), que ajuda na síntese de estrogênio, hormônio cujas concentrações ficam bem baixas.
Para combinar com esses cereais, leite ou iogurte desnatados, assim como o leite de soja, e frutas vermelhas ou alaranjadas, ricas em antioxidantes.
Para baixar o colesterol:
O ômega-3 presente nas sementes de linhaça e chia é um famoso protetor do sistema cardiovascular. A aveia, por sua vez, possui uma fibra chamada beta-glucana, que ajuda a controlar os níveis de colesterol ruim no sangue.
Esses cereais podem ser misturados ao leite de soja, cuja proteína tem a mesma função da aveia, e turbinados com cacau em pó, recheado de antioxidantes, mais abacate, que possui gorduras insaturadas, fitoesteróis e vitamina E, excelentes para prevenir doenças cardiovasculares.
Acima dos 65:
Uma ótima combinação para essa faixa de idade é maçã + iogurte desnatado + gergelim + aveia.
A aveia e a maçã, com suas fibras solúveis, controlam a glicemia e o colesterol ruim; já o iogurte e o gergelim fornecem cálcio, fortalecendo os ossos, que com o passar do tempo ficam fragilizados, prevenindo a osteoporose.
Para as crianças:
As crianças têm necessidades energéticas maiores em razão do seu crescimento e desenvolvimento e por isso, podemos ver no mercado diversos cereais com açúcar ou chocolate.
Entretanto, é possível fazer uma escolha que atenda a essa necessidade, porém, de forma saudável, como é o caso do müsli com chocolate, bastante rico em fibras. Fazendo uma combinação com leite integral fornece cálcio e vitamina D, fundamentais à saúde dos ossos, e quando acrescentadas frutas, enrique o cardápio com outras vitaminas e minerais.

Por Gabriela A. Malheiros (CRN-3 23.806)

Tendinite e LER são alguns dos sintomas da sobrecarga de trabalho

Saúde ocupacional: mais importante do que você imagina!
 
Saúde ocupacional mais importante do que você imag

Você já deve ter se acostumado a ficar conectada ao e-mail o tempo todo, responder seus chefes no fim de semana ou passar horas sentada na mesa do escritório para terminar aquele relatório. Saiba que isso tudo pode fazer muito mal à saúde, seja em curto ou longo prazo. Sua saúde ocupacional merece ser preservada.
 
pensou nisso?

As sobrecargas no trabalho afetam tanto a mente quanto o corpo. Estes esforços exagerados podem causar as chamadas doenças ocupacionais, que se caracterizam por serem inerentes à atividade de trabalho ou causadas por ele.
As enfermidades mais comuns de se manifestarem (e que podem ser velhas conhecidas suas) são as Lesões por Esforços Repetitivo (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). Nesse grupo, engloba-se cerca de 30 doenças, dentre as quais tendinite (inflamação dos tendões) e tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões), por exemplo.
Quais as causas?
O estopim de toda essa dor de cabeça (que também pode entrar no time das doenças ocupacionais) pode ser uma rotina comum da sua profissão: movimentos repetitivos, posturas inadequadas, sobrecarga mental, ritmo intenso de trabalho, pressão por produção, estímulo à competitividade e todas as pressões que podem nos acometer no ambiente profissional.
Lembrando que as LERs podem se desenvolver tanto nos homens quanto nas mulheres e costumam surgir nas fases mais produtivas profissionalmente, os sintomas característicos são dor (que pode ser crônica com o tempo), formigamento, fadiga muscular e cansaço. O quadro pode se agravar caracterizando também alguns fatores psicológicos, como depressão e afastamento das redes sociais, por exemplo.
De acordo com Tânia Fleig, fisioterapeuta da fabricante Mercur (especializada em produtos terapêuticos), a atenção aos detalhes é fundamental. "Uma importante recomendação é ater-se às tarefas realizadas nos diferentes ambientes, seja doméstico, trabalho ou atividades de lazer, bem como revisar o local quanto aos fatores ergonômicos, como a iluminação, temperatura, mobiliário, posições adotadas e postura nas tarefas realizadas", sugere a especialista.
Confira algumas dicas dadas por Tânia para preservar sua saúde mesmo quando a atenção está concentrada em outras tarefas:

Para quem trabalha sentado:
- Mantenha a planta de seus pés toda apoiada no chão, com os joelhos flexionados a 90º. Tenha cuidado para não exercer pressão entre a região posterior dos joelhos e a cadeira, pois isto comprime os vasos sanguíneos e dificulta a passagem do sangue nas pernas, contribuindo para formações de varizes e causando dor e formigamento nas pernas e pés. Se necessário utilize um apoio para os pés.
- Utilize cadeiras giratórias e evite realizar movimentos rotacionais bruscos com o pescoço e tronco. O mais adequado é levantar-se da cadeira ou girá-la.
- Procure levantar a cada 30 minutos e tente dar uma rápida caminhada, pois ela estimula a circulação das pernas através da contração muscular. Lembre-se de alongar braços, tronco e pernas pelo menos três vezes durante seu expediente.
- Aproxime sua cadeira da mesa, evitando flexionar o tronco ou a cabeça para digitar e mantenha as costas bem apoiadas no encosto da cadeira.
- Para quem trabalha com computador, o ideal é manter o monitor a uma distância entre 45 a 75 cm dos olhos, regulando sua altura à linha de visão.

Para quem trabalha em pé:
- Utilize calçados confortáveis, macios e, de preferência, sem saltos. Em muitos ambientes de trabalho o uso de calçados fechados é obrigatório e, se este for seu caso, não os aperte muito. É bom deixar um pouco de folga para os pés dentro dos sapatos.
- Procure alternar a posição de apoio sobre uma perna e outra. Sempre que possível, dê pequenas caminhadas e realize movimentos circulares com os pés para estimular a circulação sanguínea e minimizar as dores, desconfortos, inchaço e o aparecimento de varizes.
- Procure ficar em postura ereta, evite ficar inclinado para frente ou para os lados por muito tempo. Para quem utiliza mesas ou bancadas para manusear peças e/ou objetos, o ideal é que estas estejam a uma altura próxima a do umbigo e próximas ao corpo. Procure manter os cotovelos flexionados a, aproximadamente, 90° e os ombros relaxados - isto ajuda a evitar tensões musculares na região cervical, ombros e costas.
- Para pegar algum objeto no chão, procure flexionar os joelhos agachando ao invés de curvar-se para frente. Ao carregar algum objeto pesado, como uma caixa, por exemplo, procure mantê-lo próximo ao corpo, com os cotovelos flexionados.

Não se esqueça do alongamento!
- Em pé ou sentado, com a postura ereta e mãos na cintura, aproxime a orelha do ombro, incline a cabeça para a direita e para a esquerda, permanecendo em cada posição por 15 segundos.
- Com a postura ereta, suba os ombros, aproximando-os das orelhas e em seguida relaxe. Repita essa movimentação por 10 vezes.
- Em pé ou sentado, abra e feche a mão alternadamente, repetindo por 10 vezes.
- Sentado mais à frente na cadeira, mantenha uma perna flexionada e apoiada no solo e a outra esticada a frente e com o calcanhar apoiado. Curve para frente tentando alcançar com a mão a ponta do pé no lado da perna esticada. Este alongamento também pode ser realizado em pé, permaneça em cada posição por 15 segundos.
- Para realizar o relaxamento muscular, utilize uma bolinha de massagem e realize movimentos circulares exercendo leve pressão na região cervical, ombros, braços, região lateral dos cotovelos e punhos.

Juliany Bernardo (MBPress)

PETROBRAS - MAIS UM CAPITULO

28/03/2014 - 16h50

Pedido de criação da CPI da Petrobras poderá ser lido pelo Senado na terça


O pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras pode ser lido pela Mesa Diretora do Senado na sessão deliberativa desta terça-feira (1). O requerimento foi protocolado na quinta-feira (27) pelos senadores tucanos Álvaro Dias (PR), Cyro Miranda (GO) e Flexa Ribeiro (PA).
Após a conferência das assinaturas pela secretaria-geral da Mesa, o requerimento será entregue ao presidente da Casa, Renan Calheiros, para leitura em sessão deliberativa.
No entanto, o senador Renan afirmou, em entrevista, que vai conversar com os líderes dos partidos antes de encaminhar a leitura. “Eu vou conversar por telefone e ver com eles, do ponto de vista do encaminhamento, a necessidade de nós instalarmos rapidamente, quando é que nós iremos fazer. E quando fizer a leitura, você tem até meia-noite do dia da leitura para que os partidos coloquem ou retirem nomes”, disse Renan.
Fatos determinados
Para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito, além do número mínimo de assinaturas de um terço dos senadores (27), é preciso que o requerimento contenha o fato determinado a ser investigado.

No caso do requerimento da CPI da Petrobras, o senador Álvaro Dias explicou que serão quatro fatos:
- a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos;
- se funcionários da Petrobras receberam propina de uma empresa holandesa para fechar contratos de aluguel de plataformas do pré-sal;
- a suspeita de superfaturamento de refinarias; e
- o lançamento de plataformas petrolíferas sem todos os equipamentos de segurança.



 
Da Redação - NA
Com informações da Agência Senado
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Maracutaias do 'PT'

 

A BOMBA QUE O PT NÃO QUER QUE ESTOURE

 
Por iniciativa do valoroso e único parlamentar de quem se pode esperar atitudes, o STF se posicionará através de seu ministro presidente sobre o pedido do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) de que sejam revelados todos os meandros dos empréstimos de financiamento de obras no exterior, em especial em Cuba, Venezuela e Angola.
 
Assim o Sen. Álvaro Dias se pronunciou sobre o caso: “Não se pode admitir que o governo faça empréstimos vultosos sem que aqueles que pagam impostos saibam de informações como o valor dos empréstimos, o prazo de carência para o seu resgate, taxas de juros. Não vejo outro assunto que revolte tanto a população como saber que o governo empresta dinheiro dos brasileiros para a construção de um porto em Cuba, para o metrô de Caracas, para a construção de uma hidrelétrica na Venezuela, entre outras tantas obras em países controlados por ditadores sanguinários”.
 
Eu, até então, desconhecia a extensão dos empréstimos e para que eles serviam nesses países. Sabe-se agora que não foi apenas para se construir o Porto de Mariel, em Cuba, que o nosso suado dinheirinho foi empregado. Enquanto São Paulo e, principalmente, Salvador sofrem com a falta de transporte via metrô, o BNDES financia completamente o metrô de Caracas.
 
Se o ministro Joaquim Barbosa topar a parada – ele teve uma reunião fechada com o Senador tucano, ontem, a esse respeito – a coisa vai feder insuportavelmente para o lado do vigarista de Caetés.
 
Calcula-se que o desvio de dinheiro público por intermédio desses “empréstimos” é tão grande que o Mensalão será completamente esquecido por ter sido apenas um ‘roubozinho’ sem a “menor importância.
 
Lembrem-se de que os empréstimos foram feitos em moeda estrangeira, dólares, bilhões deles!
 
Se o Brasil tiver a sorte de ter como relator da matéria um Luiz Fux ou um Gilmar Mendes, o PT estará com seus dias contados, pois o roubo é tão grande que ninguém é capaz de avaliar o quanto.
 
Vamos torcer para que seja um desses dois ministros o relator, porque se cair nas mãos de Barroso, Toffoli, Lewandowski ou daquele gaúcho…
 
Bom, melhor esperar pra vermos.
 
O pedido de Álvaro Dias é uma ação direta contra a Presidenta Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Álvaro Dias fez seu pedido ao STF com base na Lei nº 12.527, de 2011, (Lei de Acesso à Informação) que, conforme preceitua seu art. 1º, tem a finalidade de “garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal”.
 
Dessa ação judicial dependerá o futuro de Rousseff e seu séquito de ladrões, incluído aí o chefão de todos: Lulalarápio da Silva!
 
(Lourinaldo Teles Bezerra – O Diário do Poder – Cláudio Humberto)

Educação no Brasil

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.


Publicado por Felipe Magalhães - 3 semanas atrás
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Educao no Brasil
Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:
O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. Al., na mídia).
Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.
O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Felipe Magalhães
Publicado por Felipe Magalhães
Estudante de Direito

Senhor nos espera sempre

Ângelus: O Senhor nos espera sempre para nos dar a sua luz e para nos perdoar, diz o Papa

Categoria: Notícias



Francisco_CNA_5O site ACI/EWTN Noticias publicou nesta segunda-feira (31/03/14) as palavras do Santo Padre, no dia de ontem, ao presidir a oração do Ângelus dominical ante os fiéis congregados na Praça de São Pedro, recordando o Evangelho de Domingo, no qual um cego é curado por Jesus. Assim, o Papa Francisco assegurou que o Senhor nos espera sempre, para nos fazer ver melhor e nos dar mais luz, e perdoar nossos pecados.
O Santo Padre indicou que “o Evangelho de hoje nos apresenta o episódio do homem cego de nascença, ao qual Jesus doa a visão. A longa história começa com um cego que começa a ver e se fecha – é curioso isto – com as supostas pessoas que veem que continuam a permanecer cegas na alma”.
“O milagre é narrado por João em apenas dois versículos, porque o evangelista quer atrair a atenção não sobre o milagre, mas sobre o que acontece depois, sobre as discussões que suscita; também sobre as fofocas, tantas vezes uma obra boa, uma obra de caridade suscita fofocas e discussões, porque há alguns que não querem ver a verdade”.
Francisco assinalou que “o evangelista João quer atrair a atenção sobre isso que acontece também nos nossos dias quando se faz uma obra boa. O cego curado primeiro é interrogado pela multidão atônita – viram o milagre e o interrogam – depois pelos doutores da lei; e estes interrogam também seus pais”.
“Ao final, o cego curado  chega à fé, e esta é a maior graça que lhe é feita por Jesus: não somente de ver, mas de conhecê-Lo, vê-Lo como ‘luz do mundo’”.
O Papa apontou que enquanto “o cego se aproximava gradualmente da luz, os doutores da lei, ao contrário, caíam sempre mais em sua cegueira interior. Fechados em suas presunções, acreditam já ter a luz; e por isso não se abrem à verdade de Jesus”.
“Eles fizeram de tudo para negar a evidência. Colocaram em dúvida a identidade do homem curado; depois negaram a ação de Deus na cura, adotando como desculpa que Deus não age de sábado; chegaram até a duvidar que aquele homem tivesse nascido cego. O seu fechamento à luz torna-se agressivo e acaba na expulsão do homem curado do templo”.
O Santo Padre assinalou que “o caminho do cego, em vez disso, é um percurso de etapas, que parte do conhecimento do nome de Jesus. Não conhece outro além Dele; de fato diz: ‘Aquele homem que se chama Jesus fez lodo, ungiu-me os olhos’. Seguindo as insistentes perguntas dos doutores da lei, considera-O antes de tudo um profeta e depois um homem próximo a Deus”.
“Depois que se afastou do templo, excluído da sociedade, Jesus encontra-o de novo e lhe ‘abre os olhos’ pela segunda vez, revelando-lhe a própria identidade: ‘Eu sou o Messias’, assim lhe diz. Neste momento, aquele que estava cego exclama: ‘Creio, Senhor!’, e se prostra diante de Jesus. Este é um trecho do Evangelho que faz ver o drama da cegueira interior de tanta gente, também a nossa, porque nós, algumas vezes, temos momentos de cegueira interior”.
A nossa vida, disse o Papa, “às vezes é similar àquela do cego que se abriu à luz, que se abriu a Deus, que se abriu à sua graça. Às vezes, infelizmente, é um pouco como a dos doutores da lei: do alto do nosso orgulho, julgamos os outros, e até mesmo o Senhor! Hoje somos convidados a nos abrirmos à luz de Cristo para levar frutos à nossa vida, para eliminar os comportamentos que não são cristãos; todos nós somos cristãos, mas todos nós, algumas vezes, temos comportamentos não cristãos, comportamentos que são pecados”.
“Devemos nos arrepender disso, eliminar estes comportamentos para caminhar decididamente no caminho da santidade. Esse tem a sua origem no Batismo. Também nós, de fato, fomos ‘iluminados’ por Cristo no Batismo, a fim de que, como nos recorda São Paulo, possamos nos comportar como ‘filhos da luz’, com humildade, paciência, misericórdia. Estes doutores da lei não tinham nem humildade, nem paciência, nem misericórdia!”.
“Eu sugiro a vocês, hoje, quando voltarem para casa, peguem o Evangelho de João e leiam este trecho do capítulo 9. Fará bem a vocês, porque assim vocês verão este caminho da cegueira à luz e o outro caminho mal rumo a uma mais profunda cegueira”.
Francisco alentou também a que nos perguntemos a nós mesmos “como está o nosso coração? Tenho um coração aberto ou um coração fechado? Aberto ou fechado para Deus? Aberto ou fechado para o próximo? Sempre temos em nós algum fechamento nascido do pecado, dos erros. Não devemos ter medo!”.
“Abramo-nos à luz do Senhor, Ele nos espera sempre para nos fazer ver melhor, para nos dar mais luz, para nos perdoar. Não esqueçamos isto”.
“À Virgem Maria confiemos o caminho quaresmal, para que também nós, como o cego curado, com a graça de Cristo, possamos ‘seguir rumo à luz’, andar mais adiante rumo à luz e renascer para uma vida nova”, concluiu.

Exercícios físicos contra depressão


Dar um basta no sedentarismo é uma boa maneira de espantar a doença

Exercícios físicos contra depressão
Que exercícios físicos fazem bem, ninguém pode negar. Mas você já ouviu falar que eles têm a capacidade de combater a depressão?
Uma compilação e revisão de 39 estudos feita pelo Centro Cochrane do Brasil concluiu queexercícios moderados têm resultado efetivo no tratamento da doença.
Maíra Parra, pesquisadora da instituição que realizou a compilação e Mestre em Esportes e Ciências da Saúde, afirma que a depressão está associada a baixos níveis de atividade física. "O exercício pode agir no humor através da diminuição de pensamentos negativos, de um aumento do contato social e da elevação da autoestima", explica ela.
E não para por aí, já que os hormônios também são afetados. Aumenta-se a liberação de serotonina (substância ligada ao humor), altera-se os níveis de endorfina (sensação de felicidade, prazer e euforia) e reduz-se os níveis de cortisol (hormônio do estresse). Além disso, o crescimento de novas células nervosas é estimulado e são liberadas proteínas conhecidas por melhorar a saúde e sobrevivência destas células.
Em estudo realizado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, foi constatado que as atividades aeróbicas tiveram respostas mais significativas do que as anaeróbicas quando mediu-se a melhora no quadro depressivo dos praticantes. Ou seja, quando se vai para o consultório de bicicleta, a probabilidade de o seu dia ser melhor aumenta consideravelmente!
Como incorporar os exercícios?
De acordo com o educador físico Túlio Marcondes, coordenador da academia Floresta Fitness, os exercícios entram como aliados na melhora da autoestima e da autoconfiança. "As evidências apontam que o exercício ajuda na cura de depressões leves e moderadas. É indicado que o paciente escolha uma atividade que goste, comece devagar e repita três vezes por semana (de 20 a 30 minutos). Depois pode-se aumentar a intensidade de acordo com a orientação do profissional orientador", recomenda Marcondes.
Outra grande ajuda na cura da depressão é o diagnóstico precoce. Sabendo da doença ainda em suas fases iniciais, o tratamento fica mais fácil e o apoio de amigos e parentes se torna ainda mais efetivo.
Caso você se sinta "para baixo" em boa parte do seu tempo, procure fazer atividades prazerosas, como ir ao cinema ou teatro, sair com os amigos etc. Caso opte pelos exercícios, pratique as modalidades que mais lhe dão prazer e, acima de tudo, procure um ajuda profissional. O conselho vale tanto para o acompanhamento psicológico, quanto para o físico.
Busque sua felicidade em cada pequeno detalhe e em todas as suas atividades. Afinal, a vida é curta demais para fazer coisas chatas, certo?
Contatos:
Túlio Marcondes, coordenador da academia Floresta Fitness
Juliany Bernardo (MBPress)

sobrevivência do matrimônio

Conselhos para prevenir a infidelidade conjugal

Categoria: Artigos



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adulterio-aliancas-quebradasO que começa com uma inocente amizade, facilmente pode derivar na existência de um terceiro que interfere na vida do casal
Ante a evidência de que nossa sociedade é conflituosa para a sobrevivência do matrimônio, a estadunidense Jill Savage, fundou a Hearts at Home (Corações no lugar), um serviço que propõe multiplicar as precauções para fortalecer e proteger o vínculo afetivo matrimonial.
A conselheira familiar e matrimonial adverte sobre o perigo da infidelidade entre os cônjuges e põe como exemplo a história que lhe contou de uma jovem mãe:
“Um pai que convive conosco em nossa comunidade se transformou no meu melhor amigo. Vamos juntos com as crianças para o parque, fazer compras, inclusive cozinhamos juntos uma vez ao mês”, dizia a mulher.
“É evidente ela não teria nem ideia do perigo desta situação aparentemente inofensiva”, escreveu logo Jill Savage em um artigo. “A história é sempre a mesma: o cônjuge infiel fomentou uma relação que começou com uma inocente amizade, com alguém com quem poderia falar, alguém que a escutava, que se preocupava”.
“Cada um é tentado por seus próprios desejos que os atraem e seduzem; estes desejos, uma vez concebidos, gera o pecado, e o pecado, uma vez crescido gera a morte”, cita Jill ( Carta de São Tiago 1,14-15).
PROTEJA-SE
“Necessitamos implantar uma barreira de proteção ao redor do nosso matrimônio, ou seja, tomar decisões que, por precaução, mantenham a tentação longe e façam do matrimônio uma prioridade”, recomenda Jill como assessora familiar e matrimonial.
Na verdade, ela recomenda cinco precauções para proteger a relação pela perspectiva da mulher, mas que também é aplicável ao homem:
1. Não seja inocente demais
A maior parte das pessoas termina tendo uma história que não queria ter; a infidelidade começa com uma relação inocente que termina alcançando uma profundida emocional que cruza a linha da fidelidade.
2. Invista no seu lar
Os matrimônios fortes se constroem passando tempo juntos, rindo juntos, jogando juntos. Se não tem momentos com seu cônjuge, planeje para os próximos meses e faça do tempo de convivência juntos uma prioridade.
3. Preste atenção no que pensa
Se todos os dias está pensando nas falhas de seu cônjuge, se o tempo que dedica para pensar nele ou nela se centra nos defeitos e reprovas, é fácil que qualquer outra pessoa possa te parecer melhor e te atraia. Faça uma lista por escrito dos pontos forte que inicialmente te atraíram em seu companheiro (a). Dê mais ênfase em animar e apoiar e diminua as críticas.
4. Não faça comparações
Todos temos maus costumes, manias e defeitos. É muito injusto comparar sua esposa ou esposo com um novo conhecido, porque com o recém-chegado não estamos vivendo num mundo real, num mundo em que temos de compartilhar tudo, cuidar das crianças às três da manhã, cuidar das contar e muito mais.
5. Busque ajuda
Buscar ajuda é um sinal de fortaleza, não de fraqueza. Busca ajuda quem está disposto a travar uma batalha, é o primeiro passo de força. Um terapeuta familiar cristão ou um bom conselheiro te darão uma perspectiva serena, valiosa, para estabelecer novas estratégias para proteger, defender ou reconstruir seu matrimônio.

“CSI: Jesus de Nazaré. O crime mais injusto”.

CSI: Jesus de Nazaré”, a crucificação vista por um legista

Categoria: Brasil e o Mundo



CSIcrucifixion14042014O site ACI/Europa Press informou nesta quarta-feira (14/04/14), que o legista, José Cabreras, descreveu as lesões sofridas por Jesus de Nazaré desde o momento de sua prisão até sua morte na cruz, analisando a documentação da época e as imagens do Santo Sudário, e recolheu suas conclusões no livro “CSI: Jesus de Nazaré. O crime mais injusto”.
Cabreras assegurou que escolheu para seu livro, publicado pela Neverland Edições, esse título chamativo, que inclusive é o nome de uma famosa série de TV americana, “para que o público se aproxime da descoberta da figura de Jesus” e saiba como foi sua morte desde um triplo enfoque: legista, criminológico e judicial. Em inglês a sigla CSI significa “Crime Scene Investigation”, em português: Investigação da cena do crime, na qual os personagens são legistas e agentes da lei que conduzem suas investigações segundo os rastros deixados nos lugares do crime e nas evidências nos corpos das vítimas.
Mesmo sem um cadáver pode-se realizar efetuar uma “análise legista retrospectiva” baseada em testemunhos e na documentação da época, como os Evangelhos e outros textos apócrifos, e nas imagens do Santo Sudário, cujo valor “ninguém jamais desmentiu”, disse o legista.
A documentação histórica romana estabelece que desde a prisão até a morte de Jesus na cruz transcorreram 24 horas, e que, uma vez crucificado, sobreviveu duas horas, quando alguns crucificados duravam inclusive vários dias, sinal, segundo Cabreras, da intensidade das torturas prévias às que foi sujeito.
Um capacete repleto de espinhos
As punções em todo o couro cabeludo assinalam que não foi uma coroa mas uma espécie de capacete denso de espinhos que Jesus levou na cabeça, espinheiros que, segundo Cabreras, os legionários romanos não tiveram trabalho para procurar, porque eram os mesmos utilizados para acender o fogo e que haviam em abundância na região.
O manto, guardado na cidade de Turim, Itália, evidencia que o nariz de Cristo tinha fraturado por um golpe e o ombro direito esfolado pelo peso do patibulum, a parte horizontal da cruz, cujo peso era entre 40 e 50 quilogramas, pois os crucificados não transportavam toda a cruz, a parte maior, vertical, permanecia cravada no chão, à espera do crucificado.
Segundo os estudos, a flagelação foi realizada ao estilo romano, com um flagelum, um látego que partia de um pedaço de madeira e cujas caudas terminavam em bolas de chumbo.
300 marcas de flagelo
A lei proibia golpear com este látego a cabeça ou outros órgãos vitais para provocar sofrimento, mas não a morte, de modo que Jesus, que recebeu cerca de 300 impactos dessas bolas de chumbo –o triplo do que era permitido na lei judia–, já tinha várias costelas fraturadas quando tomou o ‘patibulum’ sobre os ombros e subiu o calvário.
Ambos os joelhos foram esfolados até a rótula pelo efeito das quedas e o peso do lenho da cruz.
Os pregos atravessaram os pulsos de Cristo passando entre os ossos, enquanto que para os pés, postos um sobre o outro, usou-se um único prego que entrou pelas impigens, local onde o pé é mais largo.
Segundo Cabreras, habitualmente se atava os crucificados e os pregos, por serem muito caros, reservavam-se para “ocasiões especiais”.
O centurião da guarnição romana, antes de abandonar o lugar do sacrifício, tinha a missão de assegurar-se de que o crucificado estava morto para garantir que ninguém o tirava da cruz com vida. Por isso, no caso de Jesus a lança atravessou o coração de baixo para cima e da direita à esquerda.
As Sagradas Escrituras narram que brotou água e sangue desta ferida e a ciência corrobora o fato.  “A água era o soro que costuma rodear o coração quando a agonia se prolonga durante horas”, explicou Cabreras.
Descumprimento nas leis
O legista realiza ainda uma análise criminológica dos elementos que acompanharam as torturas e outro judicial de “saltos” que se deram no processo entre as duas leis vigentes na Palestina, a romana e a judia, com o propósito de prejudicar o réu.
“Pilatos, ao final, não teve nenhum elemento objetivo para condenar Jesus, e o condena por razões políticas”, concluiu.
Cabreras recordou que foi no século XX, ao Papa Pio XII, que o cirurgião, Pierre Barbet, descreveu as lesões e os sofrimentos de Cristo desde o ponto de vista científico, e assegurou que o Papa chorou ao admitir: “Nós não sabíamos, ninguém jamais nos relatou (a Paixão) desta maneira”.

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