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Gordura em excesso produz hormônios que afetam a fertilidade e a resposta à insulina

O tecido adiposo também elabora substâncias que podem levar ao aumento da pressão arterial e colesterol

Por Especialista - publicado em 24/03/2014     Escrito por: Alessandra Rascovski     Endocrinologia   Especialista Minha Vida 
 
Até muito pouco tempo atrás, acreditava-se que a célula adiposa era um mero reservatório para guardar a gordura, especialmente na forma de triglicérides. Se o organismo precisasse de energia, esta seria a primeira fonte a ser mobilizada e usada como combustível. Em pessoas de peso normal, o tecido adiposo responde por 20% a 25% do peso corporal no homem e por 15% a 20 % na mulher. 
Somente a partir de 1987, começou a se conhecer a capacidade da célula de gordura de produzir substâncias com função de hormônios e capazes de agir local e sistemicamente. Atualmente, a quantidade de hormônios produzidos pelo tecido adiposo é tão grande, bem como a expressão de tantos receptores hormonais, que podemos dizer que a gordura se trata do mais importante órgão endócrino do organismo. E alguns destes hormônios estão relacionados à resistência ou sensibilidade à insulina, sendo a leptina, adiponectina, interleucina-6, TNF alfa e PAI-1 os mais estudados. 
Para entender um pouco a influência destes hormônios na regulação de apetite e queima calórica, vamos entender melhor a leptina, cujo nome tem sua origem na palavra grega (leptos) que significa magro. A leptina é uma proteína expressa quase que exclusivamente pela gordura em resposta à alterações celulares secundárias ao efeito da insulina, funcionando como um marcador de quantidade de tecido adiposo. Isto é, quanto maior o excesso de peso do indivíduo, maior a concentração de leptina no sangue. 
Desta forma evidenciou-se que deficiência de leptina não era a causa da obesidade, uma vez que pacientes com obesidade apresentam, na verdade, níveis aumentados de leptina no sangue, salvo em síndromes genéticas associadas à deficiência primária parcial ou absoluta de leptina. 
Um dos alvos da leptina é o hipotálamo, onde a ligação da insulina ao seu receptor informa sobre a quantidade de depósitos de gordura. Esta informação referente à quantidade de tecido adiposo leva a ativação de vias anorexígenas, que diminuem o apetite (CRH, MSH e CART) e o gasto energético. Assim, a leptina elevada serve como um sinal para o hipotálamo informando que existem estoques adequados de energia e que devemos parar a ingestão de alimentos e aumentar o gasto energético e por outro lado, inibe a produção e liberação dos neuropeptídeos que aumentam a fome (AGRP e NPY).  
O estímulo ao gasto energético é mediado pela ativação ou não dos hormônios tireoidianos. O que se vê em pessoas com obesidade é que a leptina é aumentada, mas ineficiente em promover diminuição do apetite e aumento de queima calórica, pela presença de resistência central à insulina. 
Vários compartimentos distintos de tecido adiposo podem ser identificados quando ocorre excesso de peso. Em mulheres com obesidade, tipicamente, o maior acúmulo de gordura é na porção inferior do corpo. Enquanto os homens com obesidade depositam gordura na porção superior do corpo. Esta obesidade no tronco tem duas localizações: subcutânea e intraperitoneal (visceral). 
A subcutânea é a gordura que incomoda mais esteticamente, mas não gera maiores problemas a saúde, enquanto a gordura abdominal altera o comando de produção de insulina e metabolização do açúcar e começa a acontecer uma produção aumentada de insulina pelo pâncreas (hiperinsulina). Estamos diante do quadro conhecido como resistência insulínica em que a insulina tem dificuldade de exercer sua ação por um problema de sinalização intracelular. Quanto maior a quantidade de insulina gerada, maior efeito de "guardar" o açúcar dentro da célula de gordura, num ciclo vicioso onde se engorda cada vez mais, ou por outro lado, quando o pâncreas esgota sua capacidade de aumentar a produção de insulina, o açúcar circulante aumenta, caminhando para um diabetes. A resistência insulínica se associa a fatores genéticos e ambientais (alimentação inadequada, pouca atividade física e estresse). 
A obesidade está relacionada ainda a ciclos menstruais irregulares, falta de menstruação e infertilidade. Na gestação relaciona-se ao risco de diabetes gestacional, hipertensão, má formação fetal e complicações no parto. As adipocitocinas: leptina, adiponectina e resistina, substâncias "toxicas" produzidas pelas células de gordura influenciam a fertilidade feminina. 
Já foi demonstrado que a leptina apresenta em papel central na fertilidade alterando os comandos do hipotálamo influenciando a liberação GnRH (hormônio liberador de gonadotrofinas) e consequentemente de LH (hormônio luteinizante) e FSH (hormônio folículo estimulante) bem como no desenvolvimento do embrião. 
Desta forma, a leptina serve como um indicador do estado nutricional para a atividade reprodutiva, sendo fundamental para o desenvolvimento da puberdade e para fertilidade. 
A obesidade também afeta a fertilidade masculina. O excesso de peso reduz o nível de testosterona e aumenta o nível de estradiol, o que compromete a produção de esperma. Pesquisas já comprovaram que pessoas com excesso de peso possuem maior índice de fragmentação do DNA do espermatozoide, o que provoca falhas na fertilização. 
Outros problemas que os hormônios excretados pela gordura podem causar em pessoas como sobrepeso ou obesidade são relacionados ao aumento da pressão arterial, inibição da enzima lipase-lipoproteica o que favorece aumento de colesterol, alterações de coagulação sanguínea que geram aumento de doenças cardio-vasculares e maior risco de tromboses venosas. Além do aumento de câncer, como, por exemplo, o de mama. 
Em pessoas com quantidade correta de gordura, esta produz adiponectina. Trata-se do hormônio conhecido como protetor metabólico, já que tem ação anti-inflamatória, inibe formação de placas de gordura nas artérias e melhora a ação da insulina, protegendo do diabetes. Contudo, conforme o adipócito vai acumulando muita quantidade de gordura, vai progressivamente diminuindo a produção de adiponectina e perdendo seus benefícios! 
Todo esse conhecimento a respeito da célula de gordura vale como motivação para tratar a obesidade! 

Seu xixi está saudável?

Entenda quando levantar de noite para urinar, sentir dor ou ardência são um problema
Por Manuela Pagan

Levantar durante a noite para fazer xixi pode ser perfeitamente normal, principalmente nas épocas mais quentes do ano, quando você toma mais líquidos. "Muitas gente se esquece de tomar líquidos durante o dia e desconta a falha no período noturno, com grandes quantidades ingeridas no jantar e após o jantar", afirma o urologista Conrado Alvarenga. Isso acaba provocando a vontade de urinar durante a madrugada, o que não chega a ser um problema. Levantar à noite só deixa de ser normal quando o número de vezes aumenta progressivamente e começa a atrapalhar o sono. "Isto acontece, por exemplo, com homens com problema na próstata, que chegam a levantar três, quatro, cinco ou até mais vezes durante a madrugada".
Urina escura, muitas vezes, indica baixo consumo de água, principalmente em épocas mais quentes, quando a transpiração aumenta e há mais perda de líquido no suor e menos na urina. "Isso faz com que a urina fique mais concentrada, ou seja, com menos água", afirma o clínico geral Paulo Camiz, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Este baixo consumo aumenta o risco da formação de pedras nos rins e outros problemas urológicos associados. Alguns alimentos também escurecem a urina, como beterrabas e amoras, e algumas doenças, como a cirrose no fígado, também podem escurecer a cor da urina.

Pessoas com diabetes descompensado costumam ir muitas vezes ao banheiro ao longo do dia, isso porque o excesso de glicose no sangue precisa ser eliminado pelos rins com maior frequência. Homens com problema na próstata e mulheres com bexiga hiperativa (problema que faz com que o estímulo para a micção seja constante) também podem ir ao banheiro inúmeras vezes. O urologista Conrado Alvarenga lembra que aqueles que tomam muito líquido vão mais vezes ao banheiro, mas quando o número de vezes começa a incomodar ou atrapalhar as atividades do dia a dia, o médico deve ser procurado.
A ardência ao urinar, conhecida como disúria, é sintoma inicial de infecção urinária. Geralmente este sintoma é acompanhado de um aumento de frequência de micção, com quantidades pequenas de urina e em alguns casos até com sangramento associado. Algumas DSTs também podem causar este sintoma de ardor, principalmente quando acometem a uretra, masculina e feminina, conhecidas como uretrites. A gonorreia é um exemplo típico de uretrite.

Perder urina ao fazer um esforço o é um sinal clássico da incontinência urinária aos esforços. "O problema é muito comum em mulheres que tiveram parto normal, e bastante incômodo também", afirma o urologista Conrado. Geralmente é acompanhada de perdas urinarias com gargalhadas e com esforços físicos mais importantes. Estas mulheres muitas vezes passam a ter que usar absorventes ao longo de todo o dia, para se sentirem mais seguras. Uma boa opção no tratamento do problema é a fisioterapia uroginecológica que, com exercícios específicos, fortalece a musculatura do assoalho pélvico e trata o problema.
"Jato fraco, acompanhado de esforço urinário, é um sinal de obstrução da saída da urina da bexiga causada pela próstata", afirma Conrado Alvarenga. O crescimento prostático, causador do problema, deve ser avaliado cuidadosamente por um urologista quando trouxer dificuldades urinárias ao homem.

A vontade impetuosa de ir ao banheiro pode ser sinal de problemas. Acontece em mulheres e homens quando a bexiga se contrai para esvaziar, muitas vezes em momentos não apropriados. "Isso se chama hiperatividade do músculo da bexiga", afirma Paulo Camiz. Algumas vezes, esta urgência é acompanhada de perdas urinárias e é conhecida como urge-incontinência. Ambas as situações requerem avaliação médica especializada. A urgência é muito comum em homens com crescimento prostático sem tratamento.


ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO

O que caracteriza o Assédio Moral no Trabalho?
    
Publicado por Jairo e George Melo Advogados Associados - 3 semanas atrás
 
Assédio moral é um tema ainda nebuloso para quem integra o ambiente corporativo. A prática não se restringe, como muitos pensam, a críticas, piadas, ameaças ou insultos por parte de superiores hierárquicos. Sobrecarga de tarefas, instruções imprecisas, imposição de horários, isolamento ou até mesmo restrição ao uso do banheiro são outros exemplos. Dentre as principais características do ato, estão a repetição e a possibilidade de ocorrência entre colegas de cargos diferentes ou de mesma função.
“É um processo deliberado de perseguição, mesclado por atos repetitivos e, sobretudo, prolongados. Constata-se nele o objetivo de humilhar, constranger, inferiorizar e isolar o alvo, seja ele quem for no grupo social. Portanto, se devidamente comprovado, não só o subordinado, mas também o superior são passíveis de receber indenização, caso seja vítima de assédio moral”, esclarece Natália Leite, integrante do escritório Jairo e George Melo Advogados Associados.
A advogada explica que o assédio mais comum se denomina vertical descendente – de superiores a subordinados -, enquanto que aquele praticado por um inferior hierárquico contra alguém de maior posição é conhecido por vertical ascendente. “Há ainda o assédio moral horizontal, exercido por colegas do mesmo patamar laboral e desencadeado, geralmente, por um processo de competição estabelecido dentro da corporação”, pontua.

O que a vítima de assédio deve fazer?

De acordo com Leite, é de suma importância que a empresa saiba o que acontece em suas dependências e tome providencias imediatas. “Somente após a ciência e não resolução, é que a empresa pode ser juridicamente responsabilizada. Não se justifica imputar ao empregador – desde que a política de prevenção ao assédio faça parte da empresa – o pagamento de uma indenização sobre um ato do qual ele não tinha conhecimento”, frisa.
A cartilha Assédio Moral e Sexual no Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sugere que a vítima resista às ofensas e tome as seguintes medidas:
  • Anotar, com detalhes, todas as humilhações sofridas: dia, mês, ano, hora, local, nome do agressor, testemunhas e conteúdo das conversas;
  • Dar visibilidade às situações, procurando a ajuda de colegas que testemunharam ou que sofrem as mesmas humilhações ou constrangimentos;
  • Evitar conversas particulares com o agressor.

Como o empresário pode evitar ações de assédio?

“O melhor caminho é sempre a prevenção. O empregador deve buscar uma avaliação dos riscos profissionais existentes na empresa e traçar uma política de precaução a atos contrários à dignidade do trabalhador, fazendo com que todos a cumpram. Ele também deve proporcionar boas condições de trabalho, a fim de evitar o estresse. Sem mecanismos como esse, o empregador pode ser responsabilizado”, esclarece a advogada.

Não confunda

Toda atividade apresenta certo grau de imposição, com cobranças e avaliações. Portanto, algumas situações não se configuram assédio moral no trabalho, mas apenas como a dinâmica natural do ambiente corporativo. Confira algumas delas:
  • Transferências de postos de trabalho ou mudanças decorrentes de prioridades institucionais;
  • Exigência de que o trabalho seja cumprido com zelo, dedicação e eficiência;
  • Exigência de que cada um se comporte de acordo com as normas legais e regimentais.
“Tanto o empregador quanto o empregado podem ser responsabilizados em uma situação de assédio moral no trabalho. O princípio da dignidade da pessoa humana é constitucional e garante a ambos o direito de indenização pelos danos decorrentes de sua violação”, conclui Natália Leite.

Texto originalmente produzido para o site http://www.jgm.com.br/
Jairo e George Melo Advogados Associados
Fundado em 1992 pelos advogados Jairo Melo e George Melo, o escritório Jairo e George Melo Advogados Associados

DPOC: oito cuidados que o paciente deve ter ao se exercitar

Exercícios com orientação podem melhorar o fôlego e a força muscular no portador

Por Manuela Pagan - publicado em 17/11/2013
 A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, mais conhecida pela sigla DPOC, é um distúrbio do sistema respiratório com duas causas diferentes: a primeira é a bronquite crônica, marcada pela tosse prolongada com muco, e a segunda está relacionada ao enfisema, doença que envolve a deterioração dos pulmões ao longo do tempo, causada pelo tabagismo. O que une essas duas alterações sob uma única nomenclatura é o fato de se tratarem de problemas crônicos, portanto sem cura, porém com tratamento eficaz, e que causam as mesmas dificuldades de respiração. Além disso, elas costumam aparecer associadas.

O pneumologista Oliver Nascimento, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pneumonia e Tisiologia, explica que a DPOC não é uma doença apenas pulmonar. "Ela causa uma inflamação que atinge a corrente sanguínea, que, por sua vez, libera mediadores inflamatórios que enfraquecem a musculatura". Essa perda de força muscular leva a pessoa que tem a doença a se tornar sedentária e ficar mais em casa, perdendo cada vez mais musculatura de pernas e braços. A falta de ar causada pelo distúrbio pulmonar é outro fator limitante.

"A prática de exercícios físicos vai atuar nessas duas frentes: os exercícios aeróbicos ajudarão a recuperar e manter o condicionamento cardiorrespiratório e os exercícios de resistência, feitos com pesinhos ou halteres, ajudarão a fortalecer a massa muscular", explica o pneumologista Oliver Nascimento. "Portanto, a atividade física é uma boa maneira de tornar a DPOC mais fácil de conviver". Mas antes de calçar o tênis e sair por aí se exercitando, existem alguns cuidados que você deve tomar. Eles impedem que você pratique mais exercícios do que o recomendado ou ignore sinais de que seu corpo está cansado, por exemplo. Confira quais são eles a seguir e recupere - ou mantenha - a sua qualidade de vida.
                              
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Consulta médica - foto: Getty Images

Exames médicos

 Antes de começar a fazer exercício físico, é fundamental que o portador de DPOC vá ao médico e faça exames para ver se ele está apto a fazer a atividade e ainda quais são os limites que devem ser respeitados durante o treino. "Além da avaliação clínica que inclui o estado geral do paciente, verificação do uso das medicações e exames mais simples, como o de sangue, o portador de DPOC passará por um teste de esforço feito na esteira, em que será observado, principalmente, se há queda da oxigenação do sangue", explica Oliver Nascimento. Caso o paciente esteja bem, mas apresente queda da oxigenação, haverá a necessidade de usar oxigênio extra através de uma cateter nasal durante o exercício. Caso o paciente esteja bem e não tenha queda da oxigenação, poderá se exercitar sem uso de oxigênio extra, apenas prestando atenção aos sinais do corpo, como cansaço e falta de ar.
                    
Cateter de oxigênio - foto: Getty Images

Uso de suplementação de oxigênio

Como foi dito acima, o uso de suplementação de oxigênio não é um impeditivo para a realização de exercícios físicos. O pneumologista Oliver Nascimento explica que existem três formas de ofertar oxigênio: através de grandes cilindros, de concentradores de oxigênio - que são ligados na tomada e separam o oxigênio de todos os outros componentes do ar - e do oxigênio líquido, que se transforma em gás para respiração. Tanto os concentradores de oxigênio quanto o oxigênio líquido podem ser portáteis: o primeiro pode funcionar à bateria, com duração média de seis horas, e ser transportado numa maleta, enquanto o oxigênio líquido pode ser levado numa garrafa. O oxigênio chegará ao paciente através de um cateter plástico que sai do recipiente é encaixado no nariz. Ele pode ser retirado quando não for mais necessária a oferta de oxigênio.
 
Falta de ar - foto: Getty Images

Atenção aos sinais e sintomas

"Dentre todos os sinais que podem aparecer durante a atividade física o que sempre aparece primeiro é falta de ar", explica Oliver Nascimento. "Depois podem surgir cansaço extremo, chiado no peito, tontura e sensação de coração acelerado". Caso isso aconteça com você, o recomendado é parar o exercício e respirar tranquilamente até que se sinta bem novamente. Caso esteja difícil de respirar, a dica é, em vez de soltar o ar pela boca de uma vez só, expirar fazendo bico, como se estivesse soprando. Essa manobra ajuda a fazer com que o ar chegue a todo o pulmão.
 
Respiração - foto: Getty Images

Respiração

Quem tem DPOC deve sempre ficar atento à respiração na hora de fazer exercícios físicos, no entanto não é preciso forçá-la a seguir algum padrão, basta fazê-la naturalmente, de maneira confortável e que não falte ar. Mas vale lembrar que a respiração pelo nariz é sempre melhor, pois aquece, umidifica e filtra o ar, mas se você sentir necessidade de respirar pela boca, faça isso, pois pode ser um sinal de que o seu corpo precisa de mais oxigênio. O pneumologista Oliver explica que pacientes que usam cateter nasal com suplementação de oxigenação devem, em toda respiração, puxar o ar pelo nariz, caso contrário não conseguirão todo o oxigênio de que precisam. Caso você sinta falta de ar, além de parar o exercício, solte o ar fazendo bico, como se estivesse soprando, permitindo que o oxigênio chegue a todo o pulmão.
 
Exercício físico - foto: Getty Images

Cuidado com a intensidade

O fisiologista do exercício Raul Santo, da Unifesp, explica que os portadores de DPOC têm uma restrição funcional que deve ser respeitada na hora de começar a praticar exercícios físicos. ?Os sistemas respiratório e cardiovascular terão mais dificuldade em fazer que o oxigênio chegue até os músculos, portanto o desempenho sempre será menor em comparação com um indivíduo saudável no mesmo nível de treinamento - a fadiga do músculo acontecerá em menos tempo?. Por isso, as únicas regras quanto à intensidade do exercício é começar sempre de maneira leve e elevar de maneira sutil.

"Caminhadas leves de 30 minutos feitas de três a quatro vezes por semana são uma boa forma de iniciar", recomenda Oliver Nascimento. "Mas o ideal é sempre obedecer as recomendações do seu médico sobre a intensidade a ser seguida". A evolução da atividade física dependerá de muitos fatores, como idade, condicionamento físico e estágio da doença, por isso, o recomendado é conversar com o médico ou com o profissional que acompanha os exercícios quando o paciente se sentir apto a progredir a intensidade. Mas a regra geral é jamais fazer essa alteração por conta própria.
 
Pausa durante o exercícios - foto: Getty Images

Faça pausas

Caso o paciente de DPOC sinta cansaço frequente durante o exercício, pode fazer pausas ou diminuir o ritmo sem maiores problemas. "O objetivo do exercício nesse caso é promover qualidade de vida, não gerar qualquer tipo de competitividade", explica o fisiologista do exercício Raul Santo. As pausas são uma boa estratégia para que a oxigenação do sangue mantenha-se estável durante a atividade física. Elas devem ser feitas de acordo com a falta de ar, caso ela apareça, o ideal é descansar por um ou dois minutos. Se ela passar, é possível continuar num ritmo mais baixo. Mas se ela persistir ou for muito forte, é importante parar a atividade.
 
Anotação - foto: Getty Images

Faça um relatório da atividade

"Uma ideia para manter o exercício físico numa intensidade adequada é fazer um relatório sobre a atividade realizada e como o paciente se sentiu durante ela", recomenda Raul Santo. "O ideal é compartilhar esse material com o pneumologista para que ele diga se o paciente está no caminho certo ou se o treino precisa de adaptações". Outra dica é anotar o tempo, a intensidade e o tipo de atividade física, além de pausas e da sua sensação.
 
Exercício com peso - foto: Getty Images

Não fique só no exercício aeróbico

Oliver Nascimento explica que a doença pulmonar obstrutiva crônica causa a liberação de mediadores inflamatórios na corrente sanguínea que chegam aos músculos e causam seu enfraquecimento. Para brecar esse efeito danoso, o ideal é fazer exercícios físicos de resistência, como a musculação, por exemplo. Ela ajuda a reverter a perda de massa muscular e de quebra pode melhorar a restrição pulmonar, já que o músculo treinado capta o oxigênio do sangue com mais facilidade. Mas antes de começar esse treino, o paciente deve conversar com o médico e sempre iniciar com exercícios leves.
 

evite conflitos no trânsito

11 DICAS PARA EVITAR CONFLITOS NO TRÂNSITO

grey 11 DICAS PARA EVITAR CONFLITOS NO TRÂNSITO
  
É impossível que não exista alguém que não reclame do trânsito, até mesmo em cidades menores a situação está piorando. Nos grandes centros urbanos, então, nem se fala. No entanto, iniciar ou dar seguindo a discussões não serve para nada, por isso, é necessário saber como não ter conflitos no trânsito. Por mais que seja difícil manter a calma em alguns momentos, é preciso ter o controle dos seus atos. Assim, confira 11 dicas para evitar conflitos no trânsito e aprenda a lidar com esses problemas diários com tranquilidade.

Como evitar conflitos no trânsito

1. Seguir as regras de trânsito: por mais que você esteja com pressa, não adianta, se todo mundo seguir as leis de trânsito o resultado será melhor. Você pode achar que existem coisas que não precisaria estar no código de trânsito, mas não é na direção que você deve questionar as regras. Pense que elas foram criadas para evitar acidentes. Siga-as.
2. Não começar o buzinaço: se buzina adiantasse as grandes cidades não teriam congestionamento. Não fique buzinando, isso apenas deixa as pessoas mais irritadas, inclusive, você.

3. Não parar o carro para brigar: se você for ofendido por alguém não pare o carro, ignore, apenas vai piorar a situação e evoluir para possíveis consequências muito desagradáveis. O outro motorista pode ser ainda mais “esquentadinho” que você e portar uma arma.

4. Não sair do carro: tampouco desça do carro para ofender alguém ou revidar. Aperte do botão “ignorar” mais uma vez.

5. Conversar e não brigar: em casos de acidentes ou que é necessário sair do carro para conversar com alguém sobre o ocorrido sempre mantenha a calma e não se exalte, mesmo que você seja a vítima.

6. Não beber: não é porque a lei seca existe, beber em excesso faz a pessoa perder os reflexos e muitos delas podem se tornar mais bravas e violentas depois de alguns copos.

7. Não portar arma: mesmo que você tenha uma licença para o porte de arma, levá-la junto quando você dirige não é uma ideia sensata.

8. Não dirigir nervoso: se você teve um dia péssimo e está com os nervos a flor da pele, prefira passar o volante para outra pessoa ou pegue um táxi ou ônibus.

9. Contar até 10: isso funciona com algumas pessoas e ajuda a mandar embora a onda de raiva, se não adiantar, conte mais, até se acalmar.

10. Ouvir música: colocar o som do carro para funcionar com um repertório que você gosta pode deixar o congestionamento menos tedioso e nervoso.

11. Não dirigir: se você não sabe lidar com essas situações pense na possibilidade de usar outros veículos para se deslocar: táxi, ônibus, bicicleta?

Receitas de remédios caseiros para espinhas

REMÉDIOS CASEIROS PARA ESPINHAS

REMÉDIOS CASEIROS PARA ESPINHAS - Na adolescência é comum que apareçam espinhas, em especial, no rosto, podendo elas tomar conta das costas e outras partes do corpo. A acne ocorre por causa das mudanças hormonais, comuns nessa fase, podendo se prolongar na fase adulta, já que outras causas são a ingestão de alimentos ricos em gordura, medicamentos e mesmo questões genéticas.

Melhor do que usar pomadas e outros medicamentos, que além de possuírem muitos componentes químicos nem sempre são eficientes, é experimentar uma receita remédio caseiro para eliminar ou diminuir a incidência das espinhas.
grey REMÉDIOS CASEIROS PARA ESPINHAS
 
1. Chá de bardana
Esse chá deve ser usado para lavar as áreas afetadas pelas espinhas. Você vai precisar dos seguintes ingredientes:
- 2 colheres de chá da raiz da bardana seca ou fresca;
- 500 ml de água fria.
Modo de preparo: A bardana deve ser cortada em pedaços e colocada em água fria. Deixe descansar por 6 horas. Após, leve ao fogo e ferva durante um minuto. Coe o chá.
Como usar: Quando estiver frio lave bem o rosto com o chá de duas a três vezes por dia. Você também pode aplicar o líquido com um pedaço de algodão apenas na espinha inflamada.

2. Chá de alecrim
É outra dica de remédio espinhas natural, que serve também para combater os cravos. Para fazê-lo, você só precisa dos seguintes ingredientes: alecrim seco e água.
Modo de preparo: Ferva uma xícara de água em uma panela, desligue o fogo, adicione 1 colher de sopa e feche a tampa. Depois de 10 minutos destampe a panela e coe o chá.
Como usar: Encharque um pedaço de algodão no chá e passe sobre a pele que contenha cravos e espinhas. Se sobrar, você pode guardar na geladeira para usar novamente, desde que seja antes de completar 48 horas que você o preparou.

3. Chá de folha de goiaba
Siga a mesma receita remédio caseiro do chá de alecrim apenas substituindo a folha.

 

Como prevenir as espinhas

Você pode usar os remédios caseiros para espinhas naturais, porque não possuem contraindicações. No entanto, ainda mais eficiente é prevenir o seu surgimento. Por isso, o melhor remédio espinhas é controlar a oleosidade natural da pele, o que pode ser feito por meio de uma alimentação equilibrada, evitando o excesso de sal e de gordura. Alimentos ricos nessas substâncias são chocolates e amendoins, entre outros.
Outra dica é lavar bem o rosto, em torno de duas vezes por dia, com água morna e sabão, de preferência antisséptico. Por fim, seque suavemente com uma toalha felpuda. Você pode usar o chá de bardana também para tonificar a pele e uma loção secativa em forma de gel. Excesso de maquiagem, sol e estresse também ajudam no aparecimento de espinhas.

PT tem chance real de perder, diz cientista político

Para Sergio Praça, da Universidade Federal do ABC, PT não deve estar 'nem confiante nem desesperado'

17 de abril de 2014 | 21h 36

LETÍCIA SORG - Agência Estado
 
O cientista político Sérgio Praça afirmou que os números da pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira não chegam a ser "catastróficos para o governo". "O PT tem uma chance real de perder a Presidência, mas, do ponto de vista dele, não estaria nem confiante nem desesperado", afirmou o professor de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC. "Estaria torcendo para a Copa dar muito certo. Não para o Brasil ganhar, mas para o evento não ter tragédias com estrangeiros ou caos aéreo."

Segundo Praça, o fato de o Brasil expor seus problemas aos estrangeiros não é o principal, mas sim a questão de que os turistas podem enfrentar os mesmos problemas que os brasileiros já notam no dia a dia. "Não é à toa que a presidente Dilma Rousseff tem falado muito, desde o ano passado, sobre a segurança na Copa do Mundo", disse o especialista. "Isso está na cabeça do governo, porque seria uma falha muito fácil para a oposição explorar." Segundo ele, o uso eleitoral de questões envolvendo o BNDES ou a Petrobras é muito mais difícil. "Atrasos em aviões, violência contra turistas são muito mais fáceis de ser explorados pela oposição, até porque geram imagens", afirmou.

Se correr tudo bem com a Copa, a oposição, na avaliação do especialista, pode "perder tempo" tentando explorar escândalos menores na tentativa de atingir a imagem da presidente Dilma Rousseff (PT), que lidera a disputa pela reeleição com 37% das intenções de voto no cenário mais provável, que inclui pré-candidatos de partidos pequenos. "Esses escândalos não vão colar, a não ser que tenham uma ligação muito direta com Dilma ou com um ministro forte dela, como o Mantega", afirmou. "A mídia tem uma tendência de enfatizar os escândalos, o que pode levar a superestimar o impacto eleitoral dessas notícias. Precisa ver o quanto o escândalo é inteligível pelo eleitorado."

Na opinião de Praça, o peso da corrupção na escolha dos candidatos deve ser relativizado, porque poucos eleitores mantêm a ideia de que é possível haver um governo "salvador", sem corrupção, seja ele de que partido for.

Potencial de Campos

Para Praça, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) tem um grande potencial eleitoral que ainda não está claro nas pesquisas. O levantamento Ibope divulgado nesta quinta-feira mostra Campos com 6% das intenções de voto no cenário mais provável para outubro. "Os porcentuais de Campos e Marina agora não significam nada. Ele tem um potencial enorme", afirmou.

Como seu partido, o PSB, não tem histórico na administração nacional ou mesmo em Estados importantes da federação, a sua taxa de rejeição deve continuar baixa em relação aos demais concorrentes. Hoje, segundo a pesquisa Ibope, o porcentual de pessoas que não votariam em Eduardo Campos de jeito nenhum está em 21%, ante 33% de Dilma e 25% de Aécio Neves (PSDB). "Aécio e Dilma têm pontos fracos claros. Aécio por conta do histórico do PSDB e do governo de São Paulo, que tem uma avaliação ruim. Dilma por conta de ser governo", disse.

Na avaliação de Sérgio Praça, a eleição de outubro será a primeira realmente competitiva dos últimos tempos, por ter ao menos duas forças políticas novas, Aécio e Campos, sem mencionar Marina Silva, que é relativamente nova no cenário eleitoral. "A grande notícia é o Eduardo Campos, e as pesquisas não estão refletindo ainda porque a eleição ainda não começou", afirmou.

Tanto Aécio quanto Campos estão fazendo o que podem no momento, mas ainda estão estruturando suas estratégias de campanha. Segundo o especialista, a expectativa negativa dos agentes econômicos para a situação do País em 2015 pode ter um impacto positivo no financiamento das campanhas oposicionistas. "Por causa dessas expectativas, Aécio e Campos devem ter mais dinheiro em campanha do que teriam", avaliou.

juiz do estado do Rio de Janeiro exige ser chamado de “doutor” e “senhor” pelos funcionários do prédio onde mora.

STF decidirá se juiz deve ser chamado de 'doutor'

O Supremo Tribunal Federal deverá analisar na próxima semana uma ação em que um juiz do estado do Rio de Janeiro exige ser chamado de “doutor” e “senhor” pelos funcionários do prédio onde mora. O processo foi distribuído ao ministro Ricardo Lewandowski na semana passada.
O caso data de agosto de 2004. Antonio Marreiros da Silva Melo Neto, juiz titular da 6ª Vara Cível de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, pediu ajuda a um funcionário do prédio para conter um vazamento em seu apartamento. Por não ter permissão da síndica, o empregado negou o socorro. Os dois discutiram e, segundo o juiz, o homem passou a chamá-lo de “cara” e “você”, com o intuito de desrespeitá-lo. Marreiros pediu para ser tratado como “senhor” ou “doutor”. “Fala sério” foi a resposta que obteve.
Marreiros, então, entrou com uma ação na Justiça e, em setembro do mesmo ano, obteve liminar favorável do desembargador Gilberto Dutra Moreira, da 9ª Câmara Cível do TJ-RJ. Moreira criticou o juízo de primeiro grau, que não proveu a antecipação de tutela ao colega de profissão, classificando a recusa de “teratológica”.
“Tratando-se de magistrado, cuja preservação da dignidade e do decoro da função que exerce, e antes de ser direito do agravante, mas um dever e, verificando-se dos autos que o mesmo vem sofrendo, não somente em enorme desrespeito por parte de empregados subalternos do condomínio onde reside, mas também verdadeiros desacatos, mostra-se, data vênia, teratológica a decisão do juízo a quo ao indeferir a antecipação de tutela pretendida”, escreveu o desembargador.
Na época, o presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, Octávio Augusto Brandão Gomes, repudiou a decisão. "Todos nós somos seres humanos”, afirmou. “Ninguém nessa vida é melhor do que o outro só porque ostenta um título, independente de ter o primeiro ou segundo grau completo ou curso superior", completou.
A decisão foi confimada em março do ano seguinte, quando a 9ª Câmara Cível da Corte fluminense atendeu, por maioria de votos (2 a 1) o pedido de Marreiros.
Em maio, no entanto, Marreiros obteve decisão contraria do juiz Alexandre Eduardo Scisinio, da 9ª Vara Cível de Niterói, que entedeu não competir ao Judiciário decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero. 
De acordo com a deliberação de Scisinio, “doutor” não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento. O título é dado apenas às pessoas que cumpriram tal exigência e, mesmo assim, no meio universitário.
Ele ressaltou, ainda, que o tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, Judiciário e meio acadêmico, mas na relação social não há “ritual litúrgico” a ser obedecido.
Marreiros recorreu ao TJ-RJ e obteve outra decisão contrária. Em 2006, enviou Recurso Extraordinário ao STF, argumentando que o caso diz respeito à Constituição por envolver os princípios da dignidade da pessoa humana e da igualdade.

Parmalat e Líder anunciam recall de 300 mil caixas de leite com formol


Empresa vai devolver o dinheiro ou substituir o produto    

Publicado por Nelci Gomes - 1 semana atrás
 
 
Parmalat e Lder anunciam recall de 300 mil caixas de leite com formol
Fonte da foto: sananduvaonline. Com. Br

A fabricante dos leites Parmalat e Líder UHT integral está convocando recall de mais de 300 mil caixas de leite, de acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça. Foi encontrado formol no leite. A empresa LBR, que produz as duas marcas, informou que iniciou campanha para quem comprou o produto, para substituição ou devolução do dinheiro. As caixas foram fabricadas entre 13 e 14 de fevereiro. De acordo com as empresas, a campanha de chamamento abrange 101.220 produtos Parmalat, com numeração de lote, não seqüencial, L11D00S1 a L11F23S1. Já os produtos Líder abrangem 199.800 caixas, com numeração de lote compreendida entre os intervalos A LOB 11, B LOB 9, C LOB 17, D LOB 04, A LOB 12, B LOB 19, C LOB 18 e D LOB 14.
Mais informações podem ser obtidas junto à empresa, por meio do telefone 0800 011 2222, de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, ou pelo e-mail sac@lbr-lacteos.com.br.
Cerca de 300 mil litros de leite com a substância cancerígena formol — para mascarar a diluição da matéria-prima com água — foram processados pelas marcas Parmalat e Líder, da LBR, entre os dias 13 e 14 de fevereiro e vendidos no Paraná e em São Paulo, segundo o Ministério da Agricultura (Mapa) e o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP). Em começo de fevereiro, o MP recebeu documentação do Mapa de que 12 amostras de leite cru, coletadas no posto de resfriamento do Laticínios O Rei do Sul, em Condor, continham formol. As amostras foram recolhidas nos caminhões das transportadoras que chegaram ao posto, no silo de armazenamento e no produto já acondicionado para distribuição. Segundo o Mapa, parte deste leite foi entregue à LBR, de Tapejara, que o enviou 100 mil litros para Guaratinguetá (SP) e 199 mil litros para Lobato (PR). O leite adulterado enviado para São Paulo foi embalado com a marca Parmalat e o enviado para o Paraná, com a marca Líder. Outros 102 mil litros contaminados estavam sendo processados em uma indústria de Penápolis, mas não chegou a ser vendido.
A LBR informou em nota, na época, que soube em 25 de fevereiro da possível contaminação na matéria-prima de um fornecedor e que, em seguida, decidiu recolher os lotes do mercado. De acordo com a empresa, não há mais nenhum desses produtos no mercado. O Ministério da Agricultura explicou que em 24 de fevereiro determinou o recall dos produtos fabricados com o leite cru fraudado. Além disso, afirmou ainda que a divulgação do recall em veículo de comunicação não foi realizada devido a um recurso judicial da LBR para análise do produto final.

Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/parmalat-lider-anunciam-recall-de-300-mil-caixas-de-leite-com-formo...

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