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Nosso voo inicialmente marcado para 00:25h, foi adiado para 02:00h, sem maiores explicações. E como só isso não bastasse, foi novamente adiado para 03:30h. Então resolveram oferecer aos cordeirinhos, um lanchezinho.
Final da história: a previsão de chegada que era inicialmente as 02:05 só se efetivou as 05:00h..
A COPA DO MUNDO E NOSSA...
COM ESSE PAIS NÃO HÁ QUEM POSSA...

O governo tem medo dos médicos...

Assita a esse vídeo e saiba o porque da irritação do governo com os médicos. Clique a seguir:
GOVERNO X MEDICOS

A ORIGEM DA LINGUA ITALIANA

De:Enviada: Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014 19:55
Para:
Assunto: A ORIGEM DA LINGUA ITALIANA

 
 
A Língua Italiana...
 
 

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A Europa era uma confusão de inúmeros dialetos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos – francês, português, espanhol, italiano.

O que aconteceu na França, em Portugal e na Espanha foi uma evolução orgânica: o dialeto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, a língua oficial da região toda.

Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é
essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro.

Na Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália sequer foi um país. Ela só se unificou bem tarde (1861) e, até então, era uma península de cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras potências européias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse conquistar a fortaleza ou o palácio local.

O povo italiano se mostrava alternativamente humilhado e conformado com toda essa dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada por seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aquele bando apático que dizia:“Franza o Spagna,  purchè se magna” que, em dialeto, significa: “França ou Espanha, contanto que eu possa comer”.

Toda essa divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialetos locais incompreensíveis para quem era de outra região.

Um cientista florentino mal conseguia se comunicar com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (exceto em latim, que não chegava a ser considerada a língua nacional).

No século XVI, alguns intelectuais italianos se juntaram e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialetos locais e o batizou de italiano.

Para encontrar o dialeto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até a Florença do século XIV. O que esse grupo decidiu que a partir dali seria considerada a língua italiana correta foi a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.

Ao publicar sua “Divina Comédia”, em 1321, descrevendo em detalhes uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante havia chocado o mundo letrado ao não escrever em latim. Considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa respeitável havia “prostituído a literatura”, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro, por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou esse idioma para contar sua história.

Ele escreveu sua obra-prima no que chamava de dolce stil nuovo , o “doce estilo novo” do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.

O fato de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir dali, a língua oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de acadêmicos de Oxford houvesse se reunido um dia no século XIX e decidido que – daquele ponto em diante – todo mundo na Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare. E a manobra realmente funcionou.

O italiano que falamos hoje, portanto, não é o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e comercial), e sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.

Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para expressar os sentimentos humanos quanto esse italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.

Dante escreveu sua “Divina Comédia” em terza rima, terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de “ritmo em cascata” -  ritmo esse que sobrevive até hoje no falar cadenciado e poético dos taxistas, açougueiros e funcionários públicos italianos.

A última linha da “Divina Comédia”, em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente compreendido por qualquer um que conheça o chamado italiano moderno.

Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, l’amor che move Il sole e l’altre stelle... “O amor que move o sol e as outras estrelas...”

 
Gerson Eliezer Vaevitca Coutinho | Advogado
Rua 24 de Maio, nº 35 | 10º andar | conj. 1006
São Paulo | Capital | Cep. 01041-001
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MINHAS QUENGAS, MINHAS HEROÍNAS !!!


 

New post on Blog do Licio Maciel

 

by liciomaciel

 

FRANCENILDO, DE ALMA LAVADA !!!

MINHAS QUENGAS, MINHAS HEROÍNAS

Quem diria: oito anos depois de ficar conhecida nacionalmente, na época do escândalo que derrubou Antonio Palocci do Ministério da Fazenda no primeiro governo de Lula, Jeany Mary Corner, que sempre se intitulou promotora de eventos, é presa em Brasília acusada de favorecimento à prostituição.

Na época da queda de Palocci, a Polícia Federal descobriu que integrantes de uma quadrilha suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão municipais usavam garotas de programa para cooptar prefeitos e gestores para o esquema criminoso.

* * *

Por uma curiosa coincidência, Jeany Mary Corner, protagonista de putarias sacaníferas carnais, foi encaminhada para a Penitenciária da Papuda. Adonde já estão engaiolados os mensaleiros, protagonistas de putarias corruptíferas administrativas. Jeany Mary foi presa ontem, segunda-feira, junto com mais outras oito ilustres personalidades putáricas.

O poder bucetífero da cafetina Jeany  Mary é tão forte que, no ano de 2006, ela derrubou o Ministro da Fazenda de Lula, um dos homens mais puderosos do gunverno petralha. Na época, o caseiro da mansão onde Palocci traficava influência, conhecida como “República de Ribeirão Preto”, o verdadeiro herói do povo brasileiro chamado Francenildo, revelou que o então ministro frequentava reuniões no local com lobistas interessados em negócios com o gunverno vermêio.

Meus informantes na capital federal me  ligaram ontem à noite pra dizer que uma quantidade enorme de mandões da República Federativa de Banânia está se cagando de medo com a possibilidade de Jeany Mary abrir o bico. Ou com a possibilidade de vazar a lista de nomes contidos em sua agenda de trabalho. As meninas gerenciadas por ela cobravam até 10.000 reais por programa. Dinheiro que, claro e evidentemente, vinha sempre dos suados impostos que nós pagamos.

Tão patriota quanto Papagaio Ufanista, eu fico todo orgulhoso porque vários dos grandes escândalos deztepaiz contemporâneo estão ligados à putaria. E me explico: é que sou admirador declarado da profissão de puta. Se existe uma nação de gente que mora na minha estima, é aquela formada pelas raparigas. Por isto me orgulho tanto.

Um país que tem uma Segunda Dama do porte da Marquesa de Garanhuns e uma cafetina capaz de derrubar ministro da fazenda, me faz ficar de peito estofado e cantar a Internacional Socialista com lágrimas pingando dos olhos.

Pra complementar esta postagem, transcrevo, logo a seguir, uma matéria publicada em agosto de 2005 e que tem Jeany Mary como personagem central. Publicada há mais de 5 anos, portanto.

Um texto extremamente revelador, a começar pelo título: “A dama e os vagabundos“.

Um título da porra!

E, repito, esta matéria foi publicada há mais de 5 anos. Mas continua atualíssima.

Vejam que lindeza:

“No início do mês, o senador Demostenes Torres (PFL-GO) perguntou na CPI dos Correios, para estarrecimento e terror de alguns de seus pares, se Simone Vasconcelos, a diretora financeira da agência SMPB, de Marcos Valério, conhecia “a cafetina Jeany Mary Corner”. Desde então, um número ainda não calculado de parlamentares – cujos nomes, sobrenomes e telefones constam da agenda-bomba da auto-intitulada “empresária de eventos” de Brasília – demonstra preocupação. Jeany também anda intranqüila. Organizadora das festas mais explosivas da República, supostamente financiadas pelo valerioduto, ela diz que vem recebendo ameaças por telefone e reclama que os negócios estão parados e que os amigos poderosos, “esses covardes”, sumiram. E eles eram muitos. A longa militância de Jeany no ramo do entretenimento masculino começou no governo Collor e vinha caminhando de vento em popa no governo Lula até o senador Demostenes acabar com a festa.

Jeany Gomes da Silva nasceu no Crato, interior do Ceará. Passou a adolescência em Lavras da Mangabeira, terra natal do ex-ministro das Comunicações Eunício Oliveira, com quem chegou a dividir carteira na época do colégio. Um incidente obrigou-a a deixar o Ceará: Jeany foi flagrada por uma tia no quarto com um rapaz, “merendando antes da hora”, como ela diz, e seus pais, católicos fervorosos, a expulsaram da cidade no mesmo dia. Ela, então, se mudou para o Rio. Lá, foi faxineira e rodomoça, mas por pouco tempo – queria mesmo era conhecer São Paulo. A partir daí, ela conta a amigos a seguinte versão acerca da sua trajetória: ao chegar à capital paulista, foi apresentada por uma amiga ao circuito das feiras do Anhembi, o principal centro de convenções da cidade. Trabalhando como recepcionista, percebeu que os agenciadores que a contratavam cobravam caro pelo serviço e lhe repassavam pouco. Passou a recrutar ela mesma as moças. Assim teve início a sua “empresa de eventos”. As meninas de Jeany, “as mais lindas do mercado”, como ela faz questão de ressaltar, começaram a atender empresários e políticos de Brasília. Sua entrada definitiva no circuito do poder se deu em 1990 – e em grande estilo. Diversas de suas moças foram contratadas para a festa de posse de Fernando Collor, de quem Jeany se diz amiga. De Pedro Collor, o irmão do ex-presidente, morto em 1994, afirma não ter boas lembranças. “Depois do que aquele filho de rapariga fez com o Fernando, rompi relações com ele”, conta a amigos.

Com a instalação da República de Alagoas, Jeany fez de Brasília sua base. Teve clientes em todos os governos. O de Collor, para ela, “foi o melhor de todos. Pena que tenha durado tão pouco”, costuma dizer. O de Fernando Henrique foi “marrom” (abreviação de “marromenos”). Já o de Lula, afirma, “estava bom demais para ser verdade”. Ela conta que as festas promovidas por empresários ligados ao PT eram animadas e que os pagamentos vinham sempre em cash (150 reais por menina, podendo chegar a 5.000 reais no caso de funcionárias “especialíssimas”).

Uma dessas festas, ocorrida em fevereiro, serviu para promover a candidatura do deputado Virgílio Guimarães, do PT mineiro, à presidência da Câmara. Cinco de suas mais belas moças circularam pelo salão do Hotel Nacional em Brasília usando camisetas “baby look” com o nome do deputado estampado no peito. Algumas das meninas de Jeany se afeiçoaram a figuras do PT a ponto de uma delas, chamada Carla, ter-se tornado grande amiga do advogado Rogério Buratti, ex-assessor do ministro Antonio Palocci, preso na última quarta-feira. Se Jeany até agora tem mantido a discrição, o mesmo não se pode dizer de algumas de suas meninas. Desde a semana passada, circulam pelo Congresso notícias sobre a existência de uma fotografia tirada pelo telefone celular de uma delas. A foto mostraria um deputado petista, famoso pelos modos francos e pela baixa estatura (moral, inclusive), posando ao lado de duas garotas como veio ao mundo - e com um charuto na boca. Pois é, quem disse que as mulheres de Jeany levam uma vida fácil?

Apesar de se sentir abandonada por deputados e empresários que sempre usufruíram de seus serviços, Jeany diz que não pretende revelar a identidade deles. Nessa novela do mensalão ela parece ser uma das únicas pessoas que agem com honestidade. Nas atuais circunstâncias, uma dama entre muitos vagabundos.

 

liciomaciel | 8 Dezembro, 2013 às 08:27 | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p18NMH-1Sa

ADEUS, ADEUS, ADEUS...

DeEnviada: Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014 20:20
Para:
Assunto: FALTAM 365 DIAS


 

LI E ACHEI INTERESSANTE UMA DO CABEÇA BRANCA (ACM)

EU E O CABEÇA BRANCA

A entrevista do velho no Desenbanco
 
As entrevistas do Cabeça Branca com a imprensa aconteciam diariamente, sempre às 17 horas. Ele tinha prazer em demonstrar que era um governador informado sobre questões do país e da Bahia. Até sugeria: “Não precisa pedir informações aos políticos daqui, porque eu sei mais do que todos  eles reunidos. Até o que acontece dentro das casas deles”. Quando deixou o governo (“o poder sempre estava em suas mãos” ) inventou uma Fundação para tratar de assuntos da Bahia que ficava no antigo Desenbanco, hoje Desenbahia. Tratava-se de um andar inteiro. Mensalmente convidava um palestrante do Sul, sempre um nome de peso, e ele conduzia a reunião. Dava a palavra a quem queria e ponto final. A alguns que levantavam a mão para perguntar, ele respondia “Ah, você, não. Você é muito chato”. E assim demonstrava o seu poder incontrastável. Manteve a rotina das entrevistas às 17 horas no Desenbanco. Em ponto. Certa feita, falava de pé com os jornalistas em torno, quando um deles (que ele não gostava) questionou alguma coisa. Ele respondeu: “Quem lhe disse isso?", “Uma fonte", respondeu o repórter.“Que fonte?”, retrucou. “Uma fonte que não devo nem é da minha obrigação revelar”, disse o repórter que usava uma barba espessa. ACM, de pronto, rebateu: “Se é assim, uma fonte também me contou que sua barba tem piolho”. Risada geral diante do inesperado. A entrevista acabou

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