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REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO, COM MAIS DE 50.000 PARTICIPANTES

Redação premiada 


Tema:     ” Como vencer a  pobreza e a desigualdade”

Autora: Clarice Zeitel Vianna  Silva

UFRJ -  Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro -  RJ



                               
PÁTRIA MADRASTA  VIL
 
Onde já se viu tanto excesso de falta? 
Abundância de inexistência... 
Exagero de escassez... 
Contraditórios? 
Então aí está! 
O novo nome do nosso país! 
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. 
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de  caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de  escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma  combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de  contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe  gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. 
Pela definição que eu conheço de MÃE, o  Brasil,   está mais para madrasta vil.
A minha mãe não  'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na  universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há  200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me  restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe  não iria querer me enganar, iludir. 
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse  efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação +  liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação  pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela  falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. 
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a  minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. 
Uma segue a outra... 
Sem nenhuma contradição!
É disso que o  Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem  esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam  hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é  só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos,  mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. 
O povo está tão paralisado pela ignorância que  não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém,  ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade:  nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático  do Estado não modificam a estrutura. 
As classes média e alta - tão confortavelmente  situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar  (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... 
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu  acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de  dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,  possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de  que serve um governo que não administra? 
De que serve uma mãe que não afaga? 
E, finalmente, de que serve um Homem que não se  posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja  ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um  todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas,  quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. 
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? 
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? 
Ser tratado como cidadão ou excluído? 
Como gente... Ou como  bicho?



Premiada pela UNESCO,  Clarice Zeitel Vianna Silva,  26 ,  estudante que termina Faculdade de Direito da UFRJ em julho,  concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar  de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas  para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma  redação sobre  'Como vencer a pobreza e a desigualdade.'  A  redação de Clarice  intitulada  'Pátria Madrasta Vil',foi incluída  num livro, com  outros cem textos selecionados no concurso. A  publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da   UNESCO.

O que fazer quando a empresa não reintegra o trabalhador após alta do INSS O que fazer quando a empresa não reintegra o trabalhador após alta do INSS

Publicado por Waldemar Ramos Junior - 4 dias atrás

O trabalhador que recebe um benefício por incapacidade, seja auxílio-acidente ou auxílio-doença, após um determinado período tem o benefício cessado pelo INSS por considerar este trabalhador apto pela perícia médica, porém, inapto pelo médico do trabalho da empresa.
A situação mencionada acarreta o impedimento do trabalhador de retornar ao trabalho, mesmo se colocando à disposição para empresa, com objetivo de retornar ao seu posto de trabalho e executar as suas tarefas, ainda que doente e impossibilitado.
Mesmo o trabalhador se sujeitando à retornar ao trabalho sem ter condições clinicas para voltar a exercer suas atividade habituais, ele fica em uma situação de total desamparo, pois o médico da empresa, após análise, considera este trabalhador inapto para o trabalho e encaminha ele para realizar novo pedido de benefício por incapacidade ao INSS. Ocorre que ao realizar nova perícia no INSS, este órgão novamente indefere e nega o benefício por incapacidade e determina o retorno do trabalho para as suas atividades laborais.
O trabalhador fica entre o INSS e o empregador, um jogando a responsabilidade para o outro, sendo que neste impasse, o trabalhador permanece totalmente desamparado e sem receber qualquer remuneração ou benefício.
Tipicamente nessas situações, o trabalhador retorna à empresa para reassumir suas funções e a empresa, na maioria das vezes com o objetivo de eximir-se de suas responsabilidades, entrega um “encaminhamento” para o INSS para que o trabalhador tente estender ou reativar o benefício previdenciário que foi indeferido ou cessado.
Ocorre que ao comparecer no INSS com o encaminhamento da empresa, normalmente o resultado da perícia não é alterada e o INSS além de indeferir o pedido do benefício, encaminha novamente o trabalhador para a empresa, evidenciando um verdadeiro "jogo de empurra-empurra”.
Os absurdos cometidos com o trabalhador que encontra-se impossibilitado de exercer as suas atividades laborais e mesmo assim tem o pedido do benefício por incapacidade negado e o retorno à empresa barrado, evidenciam algumas dúvidas, a saber:
  • Quais os direitos dos trabalhadores que se encontram nessa situação?
  • Quais as medidas a serem tomadas para preservar seus direitos?
  • De quem é a responsabilidade pelo pagamento dos salários e demais verbas trabalhistas, no período após a alta do INSS?
Os questionamentos e dúvidas apresentados pelo trabalhador que encontra-se incapacitado sem condições de retornar ao trabalho e, mesmo assim, sem receber qualquer benefício do INSS e remuneração da empresa, merece uma abordagem técnica e profunda, porém, vamos tentar responder aos questionamentos apresentados de forma simples e direta.
A situação que gera a indefinição e desamparo do trabalhador nessa situação, é um verdadeiro absurdo, pois submete o trabalhador a uma situação vexatória de permanecer sem qualquer rendimento, acarretando a perda da sua dignidade humana, ficando à margem de esmolas e ajuda de terceiros.
Entendemos que a responsabilidade de receber e readaptar o trabalhador é da empresa, pois o trabalhador não pode ser submetido, indefinidamente, ao impasse gerado pelo empregador que recusa receber o trabalhador em decorrência de uma incapacidade que não é reconhecida pelo INSS.
A partir do deferimento do benefício previdenciário, o contrato de trabalho fica legalmente suspenso (CLT, artigo 476), ou seja, não gera efeitos até que o benefício do INSS seja cessado. Porém, após a alta do INSS (cessação do benefício), o contrato de trabalho retorna normalmente os seus efeitos, com direitos e obrigações recíprocas.
No momento que o trabalhador se apresenta para retornar ao trabalho, após receber alta do INSS, a empresa deve cumprir a sua função social e permitir que o trabalhador retorne às suas atividades laborais, ainda que em função distinta, compatível com a redução sofrida na sua capacidade de trabalho. É comum que o empregado, em algumas situações, fique inapto para uma função, porém, plenamente capaz para outra, pois o próprio artigo 89 da Lei 8213/91, assegura a reabilitação profissional do trabalhador cuja capacidade laborativa tenha sido reduzida.
É muito claro que a empresa deve reintegrar o trabalhador imediatamente após a alta do INSS, pois é inadmissível que o trabalhador não receba salários para prover o seu sustento e, ao mesmo tempo, fique atrelado a um contrato de trabalho cujo empregador impede o retorno ao posto de trabalho, sem receber nem mesmo as verbas rescisórias e valores depositados no FGTS.
A Justiça do Trabalho de forma correta e coerente, nas situações em que o trabalhador após a cessação do benefício por incapacidade tem o seu retorno ao trabalho impedido pela empresa, está reconhecendo que o trabalhador tem direito à indenização pelos salários não pagos após a alta do INSS, ou seja, no período compreendido entre a cessação ou indeferimento do benefício pelo INSS e a efetiva reintegração do trabalhador à empresa. Neste caso é oportuno transcrever a decisão proferida pelo Tribunal Regional do Trabalho do estado de São Paulo, vejamos:
Alta médica do INSS. Recusa do trabalhador pela empresa. Impossibilidade. A alta médica é um ato administrativo e este goza de presunção de boa fé e correção. Não pode o particular (empregador) descumprir o ato administrativo e impedir o acesso da trabalhadora ao trabalho e respectivos salários. Se a empresa entende que não deve receber o empregado nas suas dependências porque ainda está doente, deve questionar a alta médica no Juízo competente. E, até obter decisão favorável, deve pagar os salários do período. O que não se admite é que, diante da alta do INSS, com a cessação do benefício previdenciário e a recusa do empregador e ausência de salários, o empregado fique à própria sorte, sem obter sua subsistência de qualquer dos lados. Recurso ordinário não provido. (TRT/SP 00585200831202007 (00585200831202007), RO Ac. 3ªT 20101083593 Rel. Antero Arantes Martins, DOE 27/10/2010.
Analisando a decisão mencionada do ponto de vista da empresa, talvez seria mais interessante reintegrar o trabalhador ou adaptá-lo em outra atividade compatível com a enfermidade provisória apresentada, até que este trabalhador recuperasse a sua capacidade para o trabalho ou que a empresa tivesse a resposta de um pedido judicial de indenização contra o INSS por ter que suprir as despesas de salário, quando de fato, por estar incapacitado, a responsabilidade de pagamento do salário/benefício seria da Autarquia Previdenciária.
Infelizmente a maior parte dos empregadores não aceitam a reintegração do trabalhador ao posto de trabalho, ainda que readaptado, com receio de que este trabalhador possa ter a sua incapacidade agravada, responsabilizando a empresa por este agravamento, acarretando reclamação trabalhista de indenização contra a empresa.
Entendemos que a atitude dos empregadores são equivocadas, pois, além da finalidade social do trabalho, ao reintegrar ou readaptar o trabalhador, esta empresa estaria criando um valor com este empregado, pois evidenciaria que se importa com a recuperação daquele trabalhador e que ele é importante para os quadros de empregados da empresa, evitando, assim, demandas judiciais.
Normalmente, a justificativa das empresas que procuram defesas jurídicas para essa situação, está no fato da necessidade da contratação de outro profissional para repor o serviço prestado pelo trabalhador afastado e com isso impossibilita o retorno do antigo empregado, diante do elevado custo para manter dois empregados para a mesma função.
Alegam também os empregadores, que os trabalhadores quando retornam de longo período de afastamento, não conseguem produzir no mesmo ritmo que os demais trabalhadores, daí a resistência da reintegração.
Da mesma maneira, alguns empregadores alegam que a impossibilidade em se reintegrar trabalhadores após longos afastamentos previdenciários, encontram fundamento em laudos médicos realizados pelo médico da empresa que atestam a impossibilidade do retorno, devido a incapacidade física constatada em avaliação do médico da empresa.
Oportuno mencionar e frisar que, o laudo do médico “particular” da empresa não tem qualquer força vinculativa perante o INSS, sendo que sua conclusão técnica não vincula o perito do INSS.
A constatação de incapacidade laborativa do trabalhador realizada pelo médico da empresa, não altera a validade jurídica do contrato de trabalho, ou seja, o laudo médico expedido pela empresa não tem força nem validade de suspender o contrato de trabalho, mas apenas a constatação da incapacidade realizada pelo perito do INSS.
Não sendo constatada a incapacidade laboral do trabalhador em perícia realizada por perito do INSS, o contrato de trabalho não permanecerá suspenso, respondendo a empresa por todos os direitos decorrentes do contrato de trabalho, independentemente do convencimento dos médicos da empresa.
É importante que todo o empregador observe e permaneça consciente do risco empresarial, da função social da empresa e dos mandamentos constitucionais de proteção ao trabalhador.
Respeitando as hipóteses de doença profissional ou acidente do trabalho, onde existe o direito à estabilidade no emprego (Lei 8.213/91, artigo 118), a legislação trabalhista permite ao empregador dispensar o trabalhador e romper unilateralmente o contrato de trabalho, desde que realize o pagamento de indenizações e multas previstas em lei, não sendo justificável que a empresa permaneça com o empregado sem lhe pagar salários e benefícios, enquanto o contrato de trabalho permanecer em vigor e gerando efeitos para as partes.
Por todas essas razões entendemos ainda que, além dos direitos referentes aos salários atrasados, os trabalhadores que sofreram com a situação, devem também, dependendo da situação concreta, buscar reparação por danos morais, uma vez que a dignidade da pessoa humana deve ser preservada em todas as esferas da vida.
A Justiça do Trabalho, além de reconhecer a obrigação da empresa pagar os salários ao trabalhador que tenta retornar ao trabalho e é impedido, também tem reconhecido neste fato situação vexatória que enseja a reparação por danos morais ao trabalhador nessas situações, vejamos a decisão abaixo:
Agravo de instrumento em recurso de revista. Danos Morais. Recusa da empresa em aceitar o empregado após findo o auxílio-doença em razão de alta do INSS. 1. No caso dos autos, o TRT concluiu que - a situação vivenciada pelo reclamante não reflete mero aborrecimento do dia a dia, pois, após receber alta do INSS, sofreu com a recusa da empresa de colocá-lo em função compatível com sua capacidade física, permanecendo o vínculo de emprego com a reclamada, porém sem oferta de trabalho e sem pagamento de salário -. A tese daquela Corte foi a de que configurada - situação angustiante, geradora de constrangimento, insegurança e comprometedora da sobrevivência e dignidade do trabalhador, o que enseja o deferimento da indenização postulada -. 2. Frente ao cenário ofertado, restou demonstrada a ofensa a direitos da personalidade do autor, autorizando, assim, o deferimento de compensação pelos danos morais daí decorrentes. Dessarte, incólume o art. 5º, V e X, da Lei Maior. Aplicável a Súmula 296/TST. VALOR DA INDENIZAÇÃO. Na hipótese vertente, em que fixado o montante compensatório em R$ 4.000,00, não se cogita de ofensa aos princípios da razoabilidade e proporcionalidade a embasar a pretensa redução do quantum. Nesse entender, resta incólume o art. , V e X, da Constituição da República. Mantido o óbice ao trânsito da revista. Agravo de instrumento conhecido e não provido.(TST - AIRR: 853001520105130026 85300-15.2010.5.13.0026, Relator: Hugo Carlos Scheuermann, Data de Julgamento: 08/05/2013, 1ª Turma, Data de Publicação: DEJT 17/05/2013).
Concluímos este escrito lançando nosso entendimento, quanto ao trabalhador, que na hipótese de ter o seu benefício por incapacidade cessado ou negado pelo INSS, ao retornar à empresa para retomar o seu posto de trabalho, ser negado e impedido pelo empregador, deve procurar a Justiça do Trabalho para que esta determine a imediata reintegração ao emprego, com o pagamento dos salários atrasados.
Na hipótese de haver recusa por parte da empresa e descumprir a decisão judicial ou, ainda, na hipótese de não haver mais possibilidade fática de retorno ao posto de trabalho, deve-se pleitear a rescisão indireta do contrato do trabalho por culpa da empresa, decorrendo daí, a obrigação do empregador de realizar o pagamento de todas as verbas rescisórias devidas, possibilitando ao trabalhador a busca de uma nova colocação do mercado de trabalho.

Fonte: RamosPrev e Cinco dicas essenciais para obter o benefício no INSS
Gilberto Figueiredo Vassole é advogado militante na área do direito do trabalho, pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC/SP e pós-graduando em direito empresarial pela FMU/SP, membro da associação dos advogados trabalhistas de São Paulo.

Brasil consome 14 agrotóxicos proibidos no mundo

Especialista indica que pelo menos 30% de 20 alimentos analisados não poderiam estar na mesa do brasileiro

Publicado por Carolina Salles - 6 dias atrás
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National Geographic

Foto mostra a diferena entre um solo cultivado organicamente esquerda e outro que recebeu a adio de adubos qumicos ou agrotxicos

Foto mostra a diferença entre um solo cultivado organicamente (esquerda) e outro que recebeu a adição de adubos químicos ou agrotóxicos ( National Geographic)

Os indicadores que apontam o pujante agronegócio como a galinha dos ovos de ouro da economia não incluem um dado relevante para a saúde: o Brasil é maior importador de agrotóxicos do planeta. Consome pelo menos 14 tipos de venenos proibidos no mundo, dos quais quatro, pelos riscos à saúde humana, foram banidos no ano passado, embora pesquisadores suspeitem que ainda estejam em uso na agricultura.
Em 2013 foram consumidos um bilhão de litros de agrotóxicos no País – uma cota per capita de 5 litros por habitante e movimento de cerca de R$ 8 bilhões no ascendente mercado dos venenos.
Dos agrotóxicos banidos, pelo menos um, o Endosulfan, prejudicial aos sistemas reprodutivo e endócrino, aparece em 44% das 62 amostras de leite materno analisadas por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) no município de Lucas do Rio Verde, cidade que vive o paradoxo de ícone do agronegócio e campeã nacional das contaminações por agrotóxicos. Lá se despeja anualmente, em média, 136 litros de venenos por habitante.
Na pesquisa coordenada pelo médico professor da UFMT Wanderlei Pignati, os agrotóxicos aparecem em todas as 62 amostras do leite materno de mães que pariram entre 2007 e 2010, onde se destacam, além do Endosulfan, outros dois venenos ainda não banidos, o Deltametrina, com 37%, e o DDE, versão modificada do potente DDT, com 100% dos casos. 
Em Lucas do Rio Verde, aparecem ainda pelo menos outros três produtos banidos, o Paraquat, que provocou um surto de intoxicação aguda em crianças e idosos na cidade, em 2007, o Metamidofóis, e o Glifosato, este, presente em 70 das 79 amostras de sangue e urina de professores da área rural junto com outro veneno ainda não proibido, o Piretroides.
Na lista dos proibidos em outros países estão ainda em uso no Brasil estão o Tricolfon, Cihexatina, Abamectina, Acefato, Carbofuran, Forato, Fosmete, Lactofen, Parationa Metílica e Thiram.

Chuva de lixo tóxico
“São lixos tóxicos na União Europeia e nos Estados Unidos. O Brasil lamentavelmente os aceita”, diz a toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde. Conforme aponta a pesquisa feita em Lucas do Rio Verde, os agrotóxicos cancerígenos aparecem no corpo humano pela ingestão de água, pelo ar, pelo manuseio dos produtos e até pelos alimentos contaminados.
Venenos como o Glifosato são despejados por pulverização aérea ou com o uso de trator, contaminam solo, lençóis freáticos, hortas, áreas urbanas e depois sobem para atmosfera. Com as precipitações pluviométricas, retornam em forma de “chuva de agrotóxico”, fenômeno que ocorre em todas as regiões agrícolas mato-grossenses estudadas. Os efeitos no organismo humano são confirmados por pesquisas também em outros municípios e regiões do país.
O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo a pesquisadora do Inca, mostrou níveis fortes de contaminação em produtos como o arroz, alface, mamão, pepino, uva e pimentão, este, o vilão, em 90% das amostras coletadas. Mas estão também em praticamente toda a cadeia alimentar, como soja, leite e carne, que ainda não foram incluídas nas análises.
O professor Pignati diz que os resultados preliminares apontam que pelo menos 30% dos 20 alimentos até agora analisados não poderiam sequer estar na mesa do brasileiro. Experiências de laboratórios feitas em animais demonstram que os agrotóxicos proibidos na União Europeia e Estados Unidos são associados ao câncer e a outras doenças de fundo neurológico, hepático, respiratórios, renais e má formação genética.
Câncer em alta
A pesquisadora do Inca lembra que os agrotóxicos podem não ser o vilão, mas fazem parte do conjunto de fatores que implicam no aumento de câncer no Brasil cuja estimativa, que era de 518 mil novos casos no período 2012/2013, foi elevada para 576 mil casos em 2014 e 2015. Entre os tipos de câncer, os mais suscetíveis aos efeitos de agrotóxicos no sistema hormonal são os de mama e de próstata. No mesmo período, segundo Márcia, o Inca avaliou que o câncer de mama aumentou de 52.680 casos para 57.129.
Na mesma pesquisa sobre o leite materno, a equipe de Pignati chegou a um dado alarmante, discrepante de qualquer padrão: num espaço de dez anos, os casos de câncer por 10 mil habitantes, em Lucas do Rio Verde, saltaram de três para 40. Os problemas de malformação por mil nascidos saltaram de cinco para 20. Os dados, naturalmente, reforçam as suspeitas sobre o papel dos agrotóxicos.
Pingati afirma que os grandes produtores desdenham da proibição dos venenos aqui usados largamente, com uma irresponsável ironia: “Eles dizem que não exportam seus produtos para a União Europeia ou Estados Unidos, e sim para mercados africanos e asiáticos.”
Apesar dos resultados alarmantes das pesquisas em Lucas do Rio Verde, o governo mato-grossense deu um passo atrás na prevenção, flexibilizando por decreto, no ano passado, a legislação que limitava a pulverização por trator a 300 metros de rios, nascentes, córregos e residências. “O novo decreto é um retrocesso. O limite agora é de 90 metros”, lamenta o professor.
“Não há um único brasileiro que não esteja consumindo agrotóxico. Viramos mercado de escoamento do veneno recusado pelo resto do mundo”, diz o médico Guilherme Franco Netto, assessor de saúde ambiental da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). Na sexta-feira, diante da probabilidade de agravamento do cenário com o afrouxamento legal, a Fiocruz emitiu um documento chamado de “carta aberta”, em que convoca outras instituições de pesquisa e os movimentos sociais do campo ligados à agricultura familiar para uma ofensiva contra o poder (econômico e político) do agronegócio e seu forte lobby em toda a estrutura do governo federal.
Reação da Ciência
A primeira trincheira dessa batalha mira justamente o Palácio do Planalto e um decreto assinado, no final do ano passado, pela presidente Dilma Rousseff. Regulamentado por portaria, a medida é inspirada numa lei específica e dá exclusividade ao Ministério da Agricultura _ histórico reduto da influente bancada ruralista no Congresso _ para declarar estado de emergência fitossanitária ou zoossanitária diante do surgimento de doenças ou pragas que possam afetar a agropecuária e sua economia.
Essa decisão, até então era tripartite, com a participação do Ministério da Saúde, através da Anvisa, e do Ministério do Meio Ambiente, pelo Ibama. O decreto foi publicado em 28 de outubro. Três dias depois, o Ministério da Agricultura editou portaria declarando estado de emergência diante do surgimento de uma lagarta nas plantações, a Helicoverpa armigera, permitindo, então, para o combate, a importação de Benzoato de Emamectina, agrotóxico que a multinacional Syngenta havia tentado, sem sucesso, registrar em 2007, mas que foi proibido pela Anvisa por conter substâncias tóxicas ao sistema neurológico.
Na carta, assinada por todo o conselho deliberativo, a Fiocruz denuncia “a tendência de supressão da função reguladora do Estado”, a pressão dos conglomerados que produzem os agroquímicos, alerta para os inequívocos “riscos, perigos e danos provocados à saúde pelas exposições agudas e crônicas aos agrotóxicos” e diz que com prerrogativa exclusiva à Agricultura, a população está desprotegida.
A entidade denunciou também os constantes ataques diretos dos representantes do agronegócio às instituições e seus pesquisadores, mas afirma que com continuará zelando pela prevenção e proteção da saúde da população. A entidade pede a “revogação imediata” da lei e do decreto presidencial e, depois de colocar-se à disposição do governo para discutir um março regulatório para os agrotóxicos, fez um alerta dramático:
“A Fiocruz convoca a sociedade brasileira a tomar conhecimento sobre essas inaceitáveis mudanças na lei dos agrotóxicos e suas repercussões para a saúde e a vida.”
Para colocar um contraponto às alegações da bancada ruralista no Congresso, que foca seu lobby sob o argumento de que não há nexo comprovado de contaminação humana pelo uso de veneno nos alimentos e no ambiente, a Fiocruz anunciou, em entrevista ao iG, a criação de um grupo de trabalho que, ao longo dos próximos dois anos e meio, deverá desenvolver a mais profunda pesquisa já realizada no país sobre os efeitos dos agrotóxicos – e de suas inseparáveis parceiras, as sementes transgênicas – na saúde pública.
O cenário que se desenha no coração do poder, em Brasília, deve ampliar o abismo entre os ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Planejamento, de um lado, e da Saúde, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário, de outro. Reflexo da heterogênea coalizão de governo, esta será também uma guerra ideológica em torno do modelo agropecuário. “Não se trata de esquerdismo desvairado e nem de implicância com o agronegócio. Defendemos sua importância para o país, mas não podemos apenas assistir à expansão aguda do consumo de agrotóxicos e seus riscos com a exponencial curva ascendente nos últimos seis anos”, diz Guilherme Franco Netto. A queda de braços é, na verdade, para reduzir danos do modelo agrícola de exportação e aumentar o plantio sem agrotóxicos.

Caso de Polícia
“A ciência coloca os parâmetros que já foram seguidos em outros países. O problema é que a regulação dos agrotóxicos está subordinada a um conjunto de interesses políticos e econômicos. A saúde e o ambiente perderam suas prerrogativas”, afirma o pesquisador Luiz Cláudio Meirelles, da Fiocruz. Até novembro de 2012, durante 11 anos, ele foi o organizador gerente de toxicologia da Anvisa, setor responsável por analisar e validar os agrotóxicos que podem ser usados no mercado.
Meirelles foi exonerado uma semana depois de denunciar complexas falcatruas, com fraude, falsificação e suspeitas de corrupção em processos para liberação de seis agrotóxicos. Num deles, um funcionário do mesmo setor, afastado por ele no mesmo instante em que o caso foi comunicado ao Ministério Público Federal, chegou a falsificar sua assinatura.
“Meirelles tinha a função de banir os agrotóxicos nocivos à saúde e acabou sendo banido do setor de toxicologia”, diz sua colega do Inca, Márcia Sarpa de Campos Mello. A denúncia resultou em dois inquéritos, um na Polícia Federal, que apura suposto favorecimento a empresas e suspeitas de corrupção, e outro cível, no MPF. Nesse, uma das linhas a serem esclarecidas são as razões que levaram o órgão a afastar Meirelles.
As investigações estão longe de terminar, mas forçaram já a Anvisa – pressionada pelas suspeitas, a executar a maior devassa já feita em seu setor de toxicologia, passando um pente fino em 796 processos de liberação avaliados desde 2008. A PF e o MPF, por sua vez, estão debruçados no órgão regulador que funciona como o coração do agronegócio e do mercado de venenos.
Fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=191109
Carolina Salles
Publicado por Carolina Salles
Mestre em Direito Ambiental, artista marcial de Wing Chun, e eterna otimista!

Confira os alimentos ideais para serem consumidos antes dos exercícios

Dê um gás nos treinos com a alimentação adequada


Praticar atividades físicas é muito importante para a nossa saúde e bem-estar, além de ajudar - e muito! - na hora de perder alguns quilinhos. Porém, é importante não se preocupar apenas com o tipo de exercício ou a intensidade dele - também temos que nos alimentar de acordo com os treinos, pois uma refeição adequada é capaz de conseguir as reservas de energia necessárias para que a atividade física não se torne um fardo. As nutricionistas Barbara Sanches e Camila Abreu contam quais alimentos são recomendados para se fazer exercícios e por quê.
 
carboidratos - Foto Getty Images

Alimentos que dão energia

Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que dão mais energia, já que você está prestes a gastar um monte dela nos exercícios. Quando se fala em alimentos que dão energia, entram em cena os carboidratos. "Além de ser sinônimo de energia e garantir disposição, o carboidrato preserva a massa muscular", conta Camila.

Barbara completa: "nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos também são necessários para o treino, embora não precisem ser consumidos necessariamente antes dos treinos, como os carboidratos. Eles podem estar diluídos durante o dia todo, em várias refeições". O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, presente nos pães, arroz e massas, pois sua digestão é lenta, garantindo energia por mais tempo.  


alimentos gordurosos - Foto Getty Images

Evite esses alimentos

"Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal. Dê preferência aos lácteos com baixo percentual de gorduras e retire as cascas e bagaço das frutas", aconselha Camila. 

antes do treino - Foto Getty Images

Sugestões para refeição antes do treino

As nutricionistas indicam: cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral, tubérculos (batata, mandioquinha, mandioca), frutas frescas como melancia, pêssego e uvas. 

Beba água - Foto Getty Images Reposição nutricional

Durante a prática do exercício, também devemos tomar cuidados importantes, como a reposição de líquidos e hidratação do nosso corpo. "A ingestão de líquidos é fundamental para o desempenho. Essa estratégia é importante para prevenir hipoglicemia e/ou desidratação, quadros que comprometem o rendimento" diz Camila. "É importante sempre levar água e, preferencialmente, bebidas esportivas", completa. 

BENEFÍCIOS DO CHÁ VERDE

Autor: Camila
Publicado em: Saúde



BENEFÍCIOS DO CHÁ VERDEChá Verde é uma bebida típica do Japão a milhares de anos, e recentemente os acidentais descobriram os benefícios que essa ótima bebida pode trazer a sua saúde. O chá verde é extraído de uma planta chamada Camellia sinensis, que contem uma grande concentração de antioxidantes, um dos principais elementos utilizados no combate a rugas e ao envelhecimento precoce.
grey BENEFÍCIOS DO CHÁ VERDE
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Tohoku no Japão identificou outros benefícios de se tomar o chá verde, além dos antioxidantes ele também ajuda a evitar problemas do coração, pois os componentes do chá ajudam a reforçar as artérias e diminuem consideravelmente a quantidade de colesterol ruim no sangue. Impedindo o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.
O consumo habitual do há também ajuda a evitar vários tumores de boca e mama, além de melhorar a gengiva. Confiram alguns benefícios do chá verde:
- Ajuda no emagrecimento
- Melhora a memória
- Combate inflamações da gengiva
- Reduz o colesterol ruim no sangue
- Ajuda a evitar problemas cardíacos

Mas é importante ficar atento, o excesso de consumo do chá verde pode ser maléfico ao organismo, afetando o seu sono, aumentando a pressão arterial e sobrecarregando o fígado. A quantidade recomendada de consumo diário do chá verde é até 5 xícaras por dia. 

Confira outras dicas:
- O chá deve ser preparado com água fervida (quando surgem as primeiras bolhinhas); Acrescente 2 colheres de sopa para 1 litro de água. Deixe em infusão por 2 ou 3 minutos e já pode beber.
- Se você quiser o chá verde pode ser adoçado com mel;
- Chá verde não deve ser guardado para depois, é importante que você faça e consuma num curto período de tempo.

TIPOS DE CHÁS E SEUS BENEFÍCIOS


Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde



Existem diferentes tipos de chás e seus benefícios são aliados em diferentes situações. Os mais comuns são os digestivos, termogênicos, antivirais e diuréticos, sendo que cada um é indicado para beber em um determinado momento e mesmo alguns dos tipos de chás podem ter contraindicações.

Confira os mais comuns tipos de chás e seus benefícios

Digestivos: 

entre alguns deles estão camomila, carqueja, espinheira santa, hortelã-pimenta, cáscara sagrada e boldo-do-chile. Os benefícios dos chás que ajudam na digestão são possíveis porque eles realizam o relaxamento da musculatura do trato gastrointestinal, o que diminuiu o desconforto no abdome e mesmo as cólicas. Outra vantagem é a redução dos gases que se formam no organismo. Uma dica de receita é fazer um chá com folhas de boldo, hortelã-pimenta, carqueja e camomila. Você pode beber uma xícara da mistura meia hora após as principais refeições do dia. No entanto, é contraindicado para gestante e mulheres que estão amamentando.

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Termogênicos: 
gengibre, chá-verde, canela, cravo-da-índia e laranja-amarga são alguns dos tipos de chás que se encaixam na definição de termogênicos, ou seja, os seus benefícios dizem respeito à aceleração do metabolismo, aumentando a queima de calorias. Isso acontece porque ele potencializa a termogênese (processo que transforma glicose e gordura em energia).
Você pode combinar o chá verde com canela, gengibre e cravo para preparar uma receita que ajuda a emagrecer. Assim, pode beber uma xícara do chá de duas a quatro vezes ao dia. Se você não está em busca da perda de peso pode beber de vez em quando cada chá separadamente. Porém, gestantes e cardíacos devem evitá-los.

Antivirais: 

eucalipto, gengibre, limão, alho, guaco, sabugueiro, salgueiro e alcaçuz têm como benefícios dos chás fortalecerem o sistema imunológico, uma vez que possui atributos analgésicos e anti-inflamatórios. Para uma receita poderosa, reúna limão, gengibre e alho frescos para um chá, que pode ser bebido três vezes ao dia. Além de mulheres grávidas e que estejam amamentando, é contraindicado a quem sofre de gastrite e pressão baixa.

Diuréticos: 

cavalinha, quebra-pedra, bardana, chapéu-de-couro, cana-do-brejo e dente-de-leão são as ervas que estimulam a função dos rins, ou seja, eliminar urina. Além disso, as plantas diuréticas colaboram para a reabsorção de sódio e de água, assim, agindo na desintoxicação e tratamento das infecções urinárias. Para um chá eficiente, misture cavalinha, cana-do-brejo, chapéu-de-couro e quebra-pedra. Três xícaras desse chá por dia ajudam o organismo. Porém, é contraindicado a grávidas, cardíacos, quem sofre de pressão baixa e insuficiência renal.

TIPOS DE VINHO E SEUS BENEFÍCIOS

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Além de contar com muitos apreciadores, o vinho também traz benefícios à saúde, claro, desde que ingerido na medida certa. Os tipos de vinho e seus benefícios são vários, no entanto, é o tinto o que concentra as maiores vantagens, uma vez que durante o seu processo de fabricação a casca da uva se mantém por mais tempo. É na casca onde estão as maiores concentrações do polifenol chamado resveratrol – substância responsável pelos benefícios do vinho.
Entre os tipos de vinho e seus benefícios o branco, por exemplo, tem as cascas retiradas do seu processo de fabricação antes da fermentação. Estudos recentes mostram que o vinho tinto é também mais benéfico do que o rosé, no qual a quantidade de resveratrol é menor. Vinhos produzidos em climas mais frescos também possui maior quantidade da substância.

Benefícios do vinho

- Aumento da expectativa de vida.
- Prevenção e controle da hipertensão.
- Redução do risco de pedra nos rins.
- Prevenção da arteriosclerose.
- Eliminação das gorduras.
- Inibição do contágio do vírus do herpes.
- Melhoramento da digestão e do sono.
- Regulador do humor.
- Aumento o QI

Como funcionam os benefícios para quem bebe vinho

Previne efeitos do sedentarismo: entre os benefícios do vinho está o fato do resveratrol prevenir os problemas que uma vida sedentária pode acarretar. Isso não significa que a pessoa deva parar com os exercícios, muito importantes para a qualidade de vida, no entanto, enquanto não pode realizá-lo, a substância retarda a deterioração do organismo.

Prevenção de doenças cardíacas e diabetes: o resveratrol, que é um antioxidante, pode diminuir os níveis de açúcar no sangue e reduzir a pressão arterial.

Aumento do desempenho físico: o resveratrol também favorece o desempenho físico, a função do coração e a força muscular.

Previne osteoporose: estudos apontaram que os ossos das mulheres que bebem moderadamente ficaram mais fracos quando elas pararam de ingerir álcool por duas semanas. No entanto, junto a isso é preciso ter uma alimentação rica em cálcio.

Redução de artrite em mulheres: três taças de vinho por semana foi constado que é eficiente para prevenir que as mulheres tenham artrite. O estudo mostrou que a redução do risco foi de 52%. A artrite reumatoide é provocada pelo próprio sistema imunológico do organismo, que ataca as células que revestem as articulações. Já o álcool pode inibir esse processo, uma vez que reduz a resposta imunológica.

BENEFÍCIOS DAS FRUTAS SECAS


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BENEFÍCIOS DAS FRUTAS SECAS - Sabemos que incluir diversidade de frutas no cardápio diário traz uma série de benefícios para a saúde, mas será que as frutas secas entram nesse quesito? Geralmente usadas para fazer doces, alguns pratos quentes, decorar e enfeitar a mesa ou mesmo como petiscos, as frutas como ameixa seca, uva passa, damasco e outras ficam esquecidas na hora de compor as refeições diárias. Mas não deveriam, pois existem inúmeros benefícios das frutas secas que acabam passando despercebidos. Saiba mais a seguir!
Pois é, as frutas secas ou desidratadas que aparecem a mesa somente nas festas de Natal e fim de ano, podem oferecer muito mais do que um sabor diferenciado aos pratos. Graças à redução da porcentagem de água nas frutas, há um aumento na quantidade de vitaminas e minerais, por isso não só fazem bem a saúde, como têm um efeito potencializante. Conheça os benefícios das frutas secas e como aproveitá-las diariamente:

Benefícios das frutas secas para a saúde

Por serem desidratadas, as frutas secas conservam mais as suas fibras, por isso auxiliam muito no funcionamento do intestino. Porém, é importante controlar o consumo, pois elas retêm também muito mais açucares do que as frutas frescas. De qualquer forma, isso não impede seu consumo diário, desde que seja com moderação.
Ameixa: uma ótima forma de energia indicada no combate à hemorroida e prisão de ventre por causa de seu poder laxativo. A ameixa possui também grande quantidade de fósforo e também contribui para reduzir sensação de fraqueza, além de estimular as atividades cerebrais. A ameixa também é rica em vitaminas do complexo B, por isso é indicada para combater o reumatismo, a artrite e a arteriosclerose.
Banana Passa: a banana passa é de grande valor nutritivo, pois é rica em vitaminas A, B e C, e ainda minerais como ferro, sódio, magnésio, potássio, fósforo e zinco. Ela previne infecções renais e doenças do fígado, além de problemas estomacais, paralisia, tuberculose e anemia.
Damasco: rico em vitaminas A, B e ferro, o damasco é muito importante no transporte de oxigênio para as células, além de não ter gordura e ser altamente nutritivo.
Uva Passa: a uva passa estimula a formação dos glóbulos vermelhos no sangue e ajuda no combate da anemia, das doenças renais e da hipertensão, além de conter funções cicatrizantes.

Dicas para incluir frutas secas nas refeições diárias

As frutas secas podem ser misturadas ao iogurte ou ao cereal matinal com uma boa opção para começar o dia com nutrientes no café da manhã. Para dar mais energia para o dia, a ameixa seca é uma ótima opção. Mais tarde, você pode misturar uvas passas com banana antes da prática de exercícios. E para o lanche da tarde, as frutas secas caem muito bem, pois aumentam a sensação de saciedade. A dica então é preparar um delicioso e variado mix de frutas secas com amêndoas. Essa sugestão, além de gostosa, também é prática, pois você pode levar na bolsa para qualquer lugar.
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BENEFÍCIOS DAS FRUTAS SECAS 

Sabemos que incluir diversidade de frutas no cardápio diário traz uma série de benefícios para a saúde, mas será que as frutas secas entram nesse quesito? Geralmente usadas para fazer doces, alguns pratos quentes, decorar e enfeitar a mesa ou mesmo como petiscos, as frutas como ameixa seca, uva passa, damasco e outras ficam esquecidas na hora de compor as refeições diárias. Mas não deveriam, pois existem inúmeros benefícios das frutas secas que acabam passando despercebidos. Saiba mais a seguir!
Pois é, as frutas secas ou desidratadas que aparecem a mesa somente nas festas de Natal e fim de ano, podem oferecer muito mais do que um sabor diferenciado aos pratos. Graças à redução da porcentagem de água nas frutas, há um aumento na quantidade de vitaminas e minerais, por isso não só fazem bem a saúde, como têm um efeito potencializante. Conheça os benefícios das frutas secas e como aproveitá-las diariamente:

Benefícios das frutas secas para a saúde

Por serem desidratadas, as frutas secas conservam mais as suas fibras, por isso auxiliam muito no funcionamento do intestino. Porém, é importante controlar o consumo, pois elas retêm também muito mais açucares do que as frutas frescas. De qualquer forma, isso não impede seu consumo diário, desde que seja com moderação.

Ameixa: uma ótima forma de energia indicada no combate à hemorroida e prisão de ventre por causa de seu poder laxativo. A ameixa possui também grande quantidade de fósforo e também contribui para reduzir sensação de fraqueza, além de estimular as atividades cerebrais. A ameixa também é rica em vitaminas do complexo B, por isso é indicada para combater o reumatismo, a artrite e a arteriosclerose.

Banana Passa: a banana passa é de grande valor nutritivo, pois é rica em vitaminas A, B e C, e ainda minerais como ferro, sódio, magnésio, potássio, fósforo e zinco. Ela previne infecções renais e doenças do fígado, além de problemas estomacais, paralisia, tuberculose e anemia.

Damasco: rico em vitaminas A, B e ferro, o damasco é muito importante no transporte de oxigênio para as células, além de não ter gordura e ser altamente nutritivo.

Uva Passa: a uva passa estimula a formação dos glóbulos vermelhos no sangue e ajuda no combate da anemia, das doenças renais e da hipertensão, além de conter funções cicatrizantes.

Dicas para incluir frutas secas nas refeições diárias

As frutas secas podem ser misturadas ao iogurte ou ao cereal matinal com uma boa opção para começar o dia com nutrientes no café da manhã. Para dar mais energia para o dia, a ameixa seca é uma ótima opção. Mais tarde, você pode misturar uvas passas com banana antes da prática de exercícios. E para o lanche da tarde, as frutas secas caem muito bem, pois aumentam a sensação de saciedade. A dica então é preparar um delicioso e variado mix de frutas secas com amêndoas. Essa sugestão, além de gostosa, também é prática, pois você pode levar na bolsa para qualquer lugar.

DICAS PARA EDUCAR OS FILHOS



Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Dicas


As formas indicadas de correção dos filhos variam conforme a idade é faz parte do processo de aprendizagem dos pais quanto à educação das crianças. Se os pais ensinarem os seus filhos desde cedo a melhor forma de agir, certamente, com o passar dos anos, inclusive, na adolescência, será mais fácil corrigi-los. A seguir você vai conferir algumas dicas para educar os filhos com limites e muito amor.
É preciso ter em mente que crianças pequenas repetem o que os pais fazem, pois se espelham neles para ter as suas próprias atitudes. Por isso, uma criança pequena que leva um tapa dos pais pode se manifestar da mesma forma, dando tapas no pai, na mãe e mesmo nos coleguinhas de escola. Educar os filhos é um processo para o qual se deve ter paciência e quando se acompanha todos os seus passos, inclusive, na escola, fica tudo mais fácil.

Entre as dicas para educar os filhos, as formas mais indicadas de correção quando se trata de crianças pequenas são ter paciência, voz calma e, principalmente, mais atitude do que discurso. Não cabem grandes conversas nessa situação, pois os pequenos não entendem. Tente ser claro e objetivo, mas sem ser brusco. Quando essas situações se repetem demais, entretanto, é possível que a criança esteja enfrentando algum problema, até mesmo na escola, de aprendizagem ou relacionamento. O melhor é conversar com os professores sobre o assunto.

Como educar os filhos

Na hora de como corrigir os filhos também existem alguns preceitos básico, entre eles estão:
- Para ensinar limite à criança, saiba dizer não, nunca faça todas as suas vontades, podendo explicar de forma simples porque o que ela quer não é possível.
- Dê uma dose de autonomia ao seu filho, mesmo quando pequeno, com atividades simples. É importante, ainda, que ele aprenda a fazer suas próprias escolhas e seja responsável pelas consequências.
- Fortaleça a sua autoestima com elogios quando a criança faz a coisa certa, para que sinta-se observada não apenas quando faz coisas erradas.
- Na hora de fazer uma crítica, não perca o carinho e nunca use ironia ou sarcasmo, pois a criança não vai entender, confundindo-a.
- Nunca humilhe o seu filho, listando os seus defeitos. Se mais de uma coisa deve ser corrigida, que seja aos poucos, um defeito de cada vez.
- Quando o seu filho é adolescente ele pode refletir apenas um comportamento que você não corrigiu anteriormente. Por isso, não se pode perder a paciência e nem acusá-lo. Sempre deixe que ele argumente e na hora de falar escolha bem as palavras para não ofendê-lo.
- Quando o seu filho agir de forma errada, saiba perdoá-lo e dar uma segunda chance, nunca deixe de confiar nele.

Como abordar temas polêmicos com os filhos

Sexualidade, drogas, violência, relacionamentos e muitas outras questões são assuntos que giram na cabeça das crianças e adolescente. É uma fase de descobrimentos e muitas dúvidas. A preocupação dos pais sobre como tais assuntos se desenvolvem na vida do adolescente é comum, e também é preciso lembrar que o filho vai precisar de atenção para desvendar algumas dúvidas. Mas você sabe como abordar temas polêmicos com os filhos?
O diálogo é a principal ferramenta para esta fase. O hábito de confiar e conversar com os pais deve ser ensinado desde a infância, mas ainda há tempo de estimular uma boa conversa entre pais e filhos adolescentes, confira as cinco principais dicas:

Dicas de como abordar temas polêmicos com os filhos

1. Para haver conversas, converse

grey COMO ABORDAR TEMAS POLÊMICOS COM OS FILHOS
É preferível que a iniciativa seja dos pais, para que o adolescente sinta-se confortável e possa confiar nos pais para tirar dúvidas e curiosidades sobre os assuntos polêmicos. Se não há diálogo, eventualmente o jovem sentirá necessidade e tomará a iniciativa, nesse caso, é importante não afastá-lo ou se mostrar incomodado, aproveite a oportunidade para dar essa liberdade ao diálogo entre pais e filhos. Ensine que é importante que haja conversa e mantenha o hábito.

2. Não pressione

Se o jovem não quer conversa no momento, não pressione. Lembre-se que ele pode não estar acostumado em desabafar com os pais, e está aprendendo, criando o hábito. Forçá-lo a falar, pode forçá-lo também a mentir. Ele pode inventar uma história mais curta, ou mais leve para se livrar da conversa, ou simplesmente dizer que nada acontece, quando na verdade há problemas. Explicando que ele pode ficar a vontade para falar quando se sentir confortável, você tem mais chances de conseguir saber qual a aflição de seu filho.

3. Afirme e não pergunte

Usar frases interrogatórias pode retrair ainda mais o jovem e diminuir a possibilidade da conversa. Não pergunte se você já sabe a resposta. O jovem não precisa afirmar algo que já fez e deveria estar se arrependendo ou refletindo sobre. Ao invés de perguntar “você saiu de casa escondido?” seja direto e afirme “você não deve sair de casa escondido”. Assim, você impõe a autoridade sem pressionar.

4. Proponha leituras e pesquisas

Assuntos como drogas, sexualidade e violência vão além da sua opinião, há estatísticas e textos sobre a maioria. Converse com seu filho, exponha sua opinião e ouça a dele, já que provavelmente ele já deve ter pesquisado ou ouvido algo entre amigos.

5. Confie e não proíba

Apesar das mudanças de humor e até mesmo de opinião, a adolescência é uma fase importante para o amadurecimento. É preciso confiar no seu filho e deixá-lo viver experiências para que este crescimento mental aconteça.
Proibir seu filho de assistir um filme ou ler um livro que fale de assuntos polêmicos só vai privá-lo de informações, pontos de vistas e entendimento sobre o assunto que posteriormente ele pode tratar com uma pessoa mais madura, no caso, os pais. Claro que é preciso respeitar a classificação etária de cada mídia, mas cuidado com as proibições e limitações que elas podem causar.

Menor preso a poste é flagrado em novo roubo

O adolescente de 15 anos alvo de justiceiros no mês passado foi detido por policiais militares após roubar um turista em Copacabana

Publicado por Ulisses Leite - 1 semana atrás
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Menor preso a poste flagrado em novo roubo

O adolescente de 15 anos que foi amarrado a um poste depois de ter sido espancado foi flagrado praticando roubos na zona sul no dia seguinte à sua saída do abrigo onde vivia temporariamente, noticiou ontem com exclusividade a rádio BandNews FM. Na quarta-feira, ele foi levado à Delegacia Especial de apoio ao Turista (DEAT) após ter sido preso por policiais militares ao tentar roubar um turista em Copacabana.
De acordo com o delegado Alexandre Braga, titular da DEAT, o menor foi conduzido em seguida à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
No dia 31 de janeiro, na avenida Rui Barbosa, no Flamengo, o adolescente foi preso a um poste por um grupo de justiceiros, que chegou ao local em motocicletas – um dos agressores estaria com uma pistola, na versão do jovem. O menor, que tem três passagens na polícia por roubo e furto, foi levado com lesões corporais para o hospital Souza Aguiar, no Centro, mas acabou fugindo da unidade. Na ocasião, fotos suas postadas em uma rede social causaram indignação. O jovem ficou preso a um poste com uma corrente de bicicleta. Na semana seguinte, ele foi até um abrigo municipal no Centro espontaneamente.
Força-tarefa
A ação conjunta entre a prefeitura do Rio e a PM (Polícia Militar) para coibir pequenos delitos na cidade registrou um aumento no número de moradores de rua recolhidos no Flamengo, Largo do Machado, Catete e Botafogo nos dois primeiros dias de atuação da força-tarefa.
No primeiro dia de ações, oito adultos e cinco adolescentes seguiram para a rede acolhedora do município. Já no segundo dia de trabalhos, 16 adultos e dois adolescentes foram acolhidos. Também foram apreendidos pela PM facas, pedras de crack, papelotes de cocaína e frascos com tíner. No programa, iniciado na terça, 250 pessoas trabalham durante as 24 horas do dia.
Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rio/noticia/100000665417/Menor-presoaposteeflagrado-em-n...

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