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RETINOPATIA DIABETICA

Retinopatia diabética tinopatia diabética1 é uma complicação microvascular que pode ocorrer no diabetes mellitus2, afetando a retina3, e que pode levar à perda total da visão4, sendo a principal causa de cegueira entre adultos acima de 20 anos.

Retinopatia diabética: o que é, quais os fatores de risco, como se instala; como são o diagnóstico, a evolução e o tratamento?1 Dano causado aos pequenos vasos da retina dos diabéticos. Pode levar à perda da visão. Retinopatia não proliferativa ou retinopatia background Caracterizada por alterações intra-retinianas associadas ao aumento da permeabilidade capilar e à oclusão vascular que pode ou não ocorrer. São encontrados microaneurismas, edema macular e exsudatos duros (extravasamento de lipoproteínas). Também chamada de retinopatia simples.
Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).

3 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.

4 Visão:
1. Ato ou efeito de ver.
2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista.
3. Algo visto, percebido.
4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem.
5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista.
6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.

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A retinopatia diabética1 é uma complicação microvascular que pode ocorrer no diabetes mellitus2, afetando a retina3, e que pode levar à perda total da visão4, sendo a principal causa de cegueira entre adultos acima de 20 anos. A retinopatia diabética1 ocasiona rompimento dos vasos sanguíneos da retina3, causando hemorragia5 e infiltração de gordura6 em seu interior. O diabetes tipo 17 causa complicações oculares mais frequentes e mais graves, mas o diabetes tipo 28, muito mais incidente, é responsável por um número maior de casos de pacientes com baixa visão4 em razão da retinopatia diabética1.

O tempo de duração do diabetes mellitus2 é o fator de risco9 mais importante para a retinopatia diabética1. Após 20 anos de evolução do diabetes10, esta complicação está presente em praticamente todos os pacientes com diabetes tipo 17 e em 50 a 80% dos pacientes com diabetes tipo 28. Um segundo fator de risco9 é o grau de hiperglicemia11. Níveis normais ou perto no normal de açúcar12 no sangue13 previnem ou retardam o início da retinopatia diabética1. Outros fatores de risco são a hipertensão arterial14 e a nefropatia15. Também a gestação, bem como a puberdade e a realização de cirurgia de catarata16 são condições que podem promover avanço das lesões17 da retinopatia diabética1. O uso de aspirina, por seu turno, não aumenta o risco de hemorragias18. O efeito do fumo é controverso, mas deve-se evitar a obesidade19, o consumo de álcool, a dislipidemia e o sedentarismo20.

Nos pacientes com diabetes tipo 17, a retinopatia geralmente se instala após três a cinco anos de evolução da doença e raramente surge antes da puberdade. Em contrapartida, em pacientes com diabetes tipo 28, a retinopatia pode já estar presente em algum grau no momento em que for diagnosticado o diabetes10.

Um exame oftalmológico completo deve ser realizado no máximo cinco anos após o diagnóstico21 do diabetes10 e depois uma reavaliação deve ser feita a cada ano. Os pacientes com diabetes tipo 28 devem fazer uma avaliação oftalmológica no momento do diagnóstico21. Mulheres diabéticas que desejem engravidar devem realizar, antes, uma avaliação oftalmológica completa e serem orientadas sobre o risco de desenvolvimento da retinopatia. As grávidas devem ser devidamente acompanhadas e monitoradas até um ano após o parto. Os exames do fundo de olho22 e da retina3 são essenciais para o diagnóstico21 da retinopatia diabética1. Normalmente, usa-se fazer:

  • Exame direto de fundo de olho22: as pupilas devem ser dilatadas com um colírio23 para que o oftalmologista24 possa examinar visualmente o fundo do olho25, com lentes de aumento acopladas a um aparelho chamado oftalmoscópio.
  • Tanometria: uso de um aparelho para medir a pressão intraocular26.
  • Angiografia27 fluoresceínica: um corante especial é injetado no braço e minutos depois são tiradas fotografias da passagem dele pelos vasos da retina3, permitindo ao oftalmologista24 fazer uma análise desses vasos.

O controle clínico do diabetes10 diminui muito o aparecimento da retinopatia diabética1, mas todo paciente diabético deve ser acompanhado periodicamente pelo oftalmologista24.

A retinopatia diabética1 em qualquer grau está associada ao aumento de risco de mortalidade28 cardiovascular.

A presença da retinopatia diabética1 está fortemente associada à nefropatia15 diabética, sendo, portanto, recomendável a avaliação da presença de doença renal29 diabética em indivíduos com retinopatia.

Se iniciado precocemente, o tratamento da retinopatia diabética1 apresenta bons resultados. Através da fotocoagulação a laser, as áreas comprometidas da retina3 podem ser cauterizadas, beneficiando a maioria dos pacientes. A vitrectomia é uma microcirurgia que visa remover os vasos anormais e corrigir o descolamento de retina3. Atualmente, novas drogas, em cápsulas ou injetáveis dentro do globo ocular30, estão sendo usadas com essas mesmas finalidades.

DOENÇA DE ALZHEIMER

Entenda como o Alzheimer é descoberto

O diagnóstico realiza-se basicamente com o histórico do paciente, exames de sangue e ressonância da cabeça

Entenda como o Alzheimer é descoberto

De repente uma pessoa do seu convívio social ou familiar começa a ter lapsos de memória. Simples recados do dia a dia e lembranças recentes desaparecem.

Aos poucos, a dificuldade de concentração aumenta e os pensamentos ficam distantes. Os sinais evidenciam a doença de Alzheimer, uma forma de demência incurável e destruição progressiva dos neurônios.

A devastação começa no hipocampo, área onde se processa a memória. Com o tempo, se alastra por outros cantos do cérebro e por isso ficam comprometidas funções cognitivas essenciais como a gravação das lembranças e a orientação do indivíduo no tempo e no espaço.

E como surge o Alzheimer, que atinge 24 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde? Embora não exista resposta absoluta, especialistas sabem que o envelhecimento e a disposição genética atraem a doença. Outros arriscam dizer que distúrbios cardiovasculares contribuem para a degeneração dos neurônios. Ou seja, a gordura abdominal em excesso, diabetes, colesterol alto e pressão arterial elevada podem ser também as principais causas.

A dificuldade de identificar a presença da enfermidade, que até então é feita com base no histórico do paciente, exames de sangue, ressonância da cabeça, exclusão de outras doenças parecidas, que alcançam entre 85% e 90% de segurança, motivou um grupo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a apresentar um teste inédito e não invasivo por meio de simples exame de urina.

Por meio da análise de 123 pacientes, eles descobriram que a urina pode conter isoprostanos, elementos químicos liberados pelo cérebro em conseqüência da doença. O teste, segundo os cientistas, pode detectar vestígios de deterioração normalmente associada à condição conhecida como MCI - deterioração cognitiva branda - que inclui a perda de memória, um dos sintomas iniciais do mal de Alzheimer.

Identificação precoce

Embora não esteja amplamente divulgado e em fase de testes, o exame realizado precocemente é capaz de retardar a doença, uma vez que apenas o diagnóstico precoce continua sendo a única forma de prolongar o tratamento dos pacientes. Os médicos hesitam em prescrever medidas 100% eficazes. O que já se sabe, no entanto, é que botar a cabeça para funcionar é regra básica para proteger a doença. Entre as dicas estão fazer palavras cruzadas, quebra-cabeças ou tocar instrumentos musicais.

Veja outras dicas para fugir do Alzheimer:

• Evitar açúcar e consumir muitos vegetais frescos é a melhor estratégia;

• Aumentar o consumo de antioxidantes, pois protegem do Alzheimer e outros problemas neurológicos;
• Exercício é bom para o coração e cérebro. Segundo estudo, quem não pratica exercício tem quatro vezes mais chance de desenvolver Alzheimer.

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