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VAI TER OU NAO...


Convocação para greve geral na 2ª é tirada da web



CARLA ARAÚJO, NATALY COSTA - O Estado de S.Paulo

As convocações para uma greve geral na segunda-feira se multiplicam nas redes sociais, mas nem a Polícia Militar nem a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) acreditam que algo de concreto vá acontecer. Os sindicatos, que organizam protestos para o dia 11, também negam participação na paralisação do dia 1.º.
Segundo a SSP, não havia nenhuma informação de passeata ou protesto na segunda-feira. A PM informou que "como não há nada de concreto, ainda não foi estabelecido nenhum esquema especial de segurança".
A informação de que haveria uma grande paralisação no País começou a circular há duas semanas no Facebook. Criado pelo músico mineiro Felipe Chamone, o evento "Greve Geral - Vamos mostrar quem manda nesse País" tinha quase 1 milhão de confirmados quando foi tirado do ar pelo site, na semana passada. Questionada, a rede social não se manifestou.
Agora, o protesto é convocado por uma série de páginas espalhadas pelo Facebook, nenhuma com mais de mil confirmados. Mas parte dos eventos está sendo divulgada pelo grupo Anonymous Brasil, que tem mais de 1 milhão de seguidores na rede social.
Chamone disse que não sabe por que a página saiu do ar e que não pretende se mobilizar novamente para convocar mais pessoas para o protesto. "Quem concordava com a causa criou seus próprios eventos, mas não tenho mais nada a ver com essas páginas que surgiram."
O músico se tornou uma figura polêmica após usuários do Facebook (alguns que haviam confirmado presença na "greve geral") notarem que ele aparecia com uma arma na foto do perfil no site. Após ser criticado, o músico trocou a imagem por uma bandeira do Brasil. Diversos posts de "alerta" pediam que as pessoas denunciassem o perfil dele e a página da greve.
Entidades. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmou, em nota, que não participará de paralisação na segunda, e o metrô vai funcionar normalmente. A entidade destaca que manifestações (e não greves) endossadas pelos sindicatos estão programadas para o dia 11.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou nota no dia 24 afirmando que nem a CUT nem as demais centrais sindicais convocaram greve geral e que o evento marcado pelo Facebook é "uma iniciativa de grupos oportunistas, sem compromisso com os trabalhadores, que querem confundir e gerar insegurança na população".

FIM DAS REGALIAS E NABABOS NA CÂMARA E SENADO


Câmara acaba com 14º e 15º salários para deputados e senadores

Proposta foi aprovada por unanimidade; líderes querem agenda para melhorar imagem da Casa

27 de fevereiro de 2013 | 18h 28
Eduardo Bresciani e Denise Madueño, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Com um consenso forçado, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 27, o fim do benefício anual do 14º e 15º salário para os parlamentares. A partir de agora, os deputados e senadores só receberão salários extras ao assumir e deixar seus mandatos no Congresso, o que acontece, em regra, a cada quatro anos. A votação acontece numa tentativa do presidente, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de tentar melhorar a imagem da Casa.
O benefício de salários extras para os parlamentares, chamados internamente de ajuda de custo, começou em 1938. Em alguns períodos ocorria o pagamento também quando haviam convocações extraordinárias para trabalho em julho e janeiro, o que levou ao pagamento de até 19 salários em um mesmo ano. Atualmente, o benefício era pago no início e no fim de cada ano.
A proposta aprovada é de autoria da atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e foi aprovado pelo Senado em maio do ano passado. Na Câmara, a proposta ficou parada por meses na Comissão de Finanças e Tributação, o que permitiu o pagamento do benefício no final do ano passado e na folha de pagamento deste mês. O fim do 14º e do 15º salários representará uma economia anual de R$ 27,41 milhões para a Câmara e de R$ 4,32 milhões para o Senado nos anos do mandato em que não houver o pagamento. O decreto legislativo precisa ainda ser promulgado e publicado no Diário do Congresso para entrar em vigor.
Deputado com o maior número de mandatos na Casa, e quem mais recebeu o benefício, o presidente Henrique Alves empenhou-se para acelerar a aprovação pressionando os líderes a assinar um requerimento de urgência para o projeto. Na visão dele, a aprovação pode ajudar a aproximar o Congresso da sociedade. "Essa Casa pode ter pecados, pode ter seus equívocos no voto sim ou não, mas a omissão é indesculpável", argumentou Alves ao defender a votação imediata.
Com o consenso imposto, dezenas de parlamentares fizeram questão de discursar em plenário apoiando a medida. "O fim do 14º e 15º salários é uma reverência à sociedade que trabalha no País", disse o líder do PPS, Rubens Bueno (PR). "Não é com uma boa agência de publicidade que vamos mudar a imagem dessa Casa, é com posturas como essa", afirmou o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP). "Todo mundo passou a vida toda recebendo o 14º e 15º, inclusive eu, mas chegou a hora de acabar", disse o deputado Sílvio Costa (PTB-PE).
O único deputado a se manifestar no microfone contrário ao fim do benefício foi Newton Cardoso (PMDB-MG). "Estão votando com medo da imprensa. É uma deslealdade com os deputados que precisam. Não falo por mim, abri mão. Pago caro para trabalhar aqui".

GREVE GERAL


GREVE GERAL NO BRASIL DIA 1° DE JULHO .. PARTICIPE !!!?

O PAÍS VAI PARAR, 
ESTAMOS CANSADOS DE DESCASO, 
ESTAMOS CANSADOS DE SER ESCRAVOS DE POLÍTICO, ESTAMOS CANSADOS DE SERMOS ENGANADOS PELOS GOVERNANTES
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BRASILEIRO QUE É BRASILEIRO NÃO FOGE A LUTA. VAMOS LUTAR POR UM PAÍS MELHOR ... 
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ESPALHE ESSA NOTÍCIA, DIA 1° DE JULHO SERÁ UMA DAS MAIORES GREVES QUE O BRASIL JÁ TEVE.

PROTESTE