ANUNCIOS

ANUNCIOS

Evite os sete maiores erros no combate à obesidade

Confiar somente no efeito dos remédios para emagrecer é um dos maiores problemas

Por Laura Tavares - atualizado em 19/07/2013

A Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar  e pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. "Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis", explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. "Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas", aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

"A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade", afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. "Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar", afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.
Mulher comendo salada - Foto Getty Images

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. "Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso", explica.
Homem sentado - Foto Getty Images

Manter o sedentarismo

"Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade", diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. "Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)", explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.
Mulher ansiosa - Foto Getty Images

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. "Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo", afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.
Homem acendendo cigarro - Foto Getty Images

Adotar outros hábitos prejudiciais

"Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente", afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.
Mulher comendo bolo - Foto Getty Images

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. "Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo", diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-up médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.
Homem medindo a pressão arterial - Foto Getty Images

Resistir a tratamentos mais agressivos

"A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade", afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Agendar uma consulta e fazer exames antes de adoecer é um desafio para eles

Os sete médicos essenciais ao homem com mais de 50 anos

Por Laura Tavares - atualizado em 09/08/2013

Envelhecer é inevitável, mas esse processo pode acontecer de maneira mais natural e sem limitações que afetem a sua qualidade de vida. Para isso, acompanhamento médico é fundamental desde cedo - recuperar a saúde pode dar muito mais trabalho do que se prevenir de problemas. Enquanto as mulheres estão habituadas a ir ao médico com frequência e ficam alertas ao surgimento de qualquer sinal estranho, o assunto é tabu entre os homens. "Homens acima dos 50 anos não agendam uma consulta mesmo quando já apresentam sintomas de uma doença", afirma o urologista Daher Chade, do Instituto de Câncer.

Neste Dia dos Pais, presenteie seu pai com o que há de mais importante: muita saúde. Listamos as principais especialidades que ele deve visitar a partir dos 50 anos de idade.
 
 
Oftalmologista - Foto Getty Images

Oftalmologia

Após os 50 anos, doenças como a catarata e o glaucoma têm maior incidência, daí a necessidade de uma visita anual ao oftalmologista. "Grande parte das doenças dos olhos são irreversíveis, então identificar o problema precocemente pode eliminar a necessidade de cirurgias", afirma o oftalmologista Marco Antonio Alves, diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O especialista lembra ainda que é possível identificar outras doenças silenciosas, como o diabetes e a hipertensão, apenas por meio de exames oculares. "E mesmo quem já sabe que é portador dessas doenças pode melhorar o controle clínico delas em uma consulta oftalmológica", complementa.


Dentista - Foto Getty Images

Odontologia

Ir ao dentista apenas uma vez ao ano é arriscado demais nessa idade. O cirurgião dentista Rodrigo Bueno de Moraes, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), recomenda uma visita semestral ao consultório. "Os problemas mais comuns são a gengivite, inflamação das gengivas, e distúrbios de oclusão, como o bruxismo". Segundo ele, o intervalo entre um check-up e outro diminui caso o paciente tenha diabetes, seja fumante ou apresente outra condição que possa afetar a saúde bucal.

Cardiologista - Foto Getty Images

Cardiologia

"Após os 40 anos, o risco de infarto ou insuficiência cardíaca aumenta muito", afirma o cardiologista João Manoel Rossi Neto, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Por isso, recomenda-se uma visita anual ao médico, que fará uma análise clínica do paciente, avaliando se ele apresenta fatores de risco como obesidade e gordura abdominal. Na visita ainda será solicitado o histórico familiar de doenças cardiovasculares e exames laboratoriais de rotina para avaliar o colesterol e os triglicérides. Após essa primeira bateria, os resultados indicarão a necessidade ou não de se fazer exames mais elaborados, envolvendo até mesmo ultrassom.

Médico e idoso - Foto Getty Images

Pneumologia

"O câncer de pulmão não é o mais prevalente em homens, mas, certamente é o que mais mata, por ser um tipo mais agressivo", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisilogia (SBPT). Por isso, se o indivíduo é ou foi fumante, deve visitar um pneumologista anualmente para detecção desse problema. De acordo com a especialista, o risco da doença permanece mesmo após largar o cigarro. A visita ao pneumologista também deve acontecer sempre que o homem de mais idade for vítima de gripes ou resfriados. "O risco de o problema evoluir para uma pneumonia é maior e pode levar o paciente à morte". Outro cuidado fundamental é tomar as vacinas contra infecções respiratórias (gripe e pneumonia, por exemplo) disponíveis para pessoas de mais idade em postos públicos.

Médico e paciente - Foto Getty Images

Urologia

A partir dos 45 anos, todo homem deve marcar uma consulta com um urologista anualmente, de acordo com o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer. Na consulta é feito o exame de toque retal que, na verdade, não leva mais do alguns segundos. "Por meio deste e de outros exames é possível diagnosticar diversos cânceres, como o de próstata, bexiga e rim, além de doenças que podem causar infertilidade". A periodicidade pode mudar caso o paciente tenha histórico de familiares com doenças do trato urinário.
Médico e idoso - Foto Getty Images

Coloproctologia

"O câncer de intestino é o que mais mata o homem depois do câncer de pulmão e do câncer de próstata", afirma o especialista Daher. Isso porque esse tumor tem, entre os principais fatores de risco, a idade. O consumo de álcool, o tabagismo e uma dieta pobre em fibras e rica em gordura são outros fatores de risco para esse tipo de câncer - a cada cinco anos, portanto, é indicado fazer uma colonoscopia para detectar o problema precocemente. O exame consegue identificar alterações da mucosa do intestino que podem evoluir para um câncer e o tratamento dessas alterações já reduz o risco da doença.

Exame de sangue - Foto Getty Images

Endocrinologia

"A incidência do diabetes aumenta conforme a idade", diz a endocrinologista Claudia Chang, doutoranda em Endocrinologia e Metabologia pela USP. Por isso, é fundamental analisar a glicemia do paciente idoso regularmente. Outro ponto importante é a avaliação do perfil lipídico, que mostrará se houve aumento do colesterol LDL (prejudicial) ou diminuição do colesterol HDL (benéfico), fator de risco para doenças cardiovasculares.

A especialista recomenda ainda um exame de TSH para verificar possíveis problemas da tireoide. "Embora eles sejam mais comuns em mulheres, também podem acometer o público masculino", afirma. Por fim, uma análise clínica poderá identificar efeitos colaterais da andropausa, fase similar à menopausa feminina. "Se necessário, é indicada a reposição hormonal para aumentar a libido e a disposição do homem".

Sol e pele: conheça os bons e maus efeitos

Exposição excessiva pode causar manchas, câncer e envelhecimento precoce da peleclique aqui

Por Danilo Sala - publicado em 10/05/2013

Fique atento aos perigos do banheiro público à saúde


Saiba em quais situações é seguro secar as mãos ou usar o sabonete

Por Laura Tavares - atualizado em 25/02/2014

O cuidado com a higiene é essencial para anular qualquer risco de pegar doenças em banheiros públicos. Tocar em objetos e, em seguida, levar a mão à boca ou não se higienizar corretamente são atitudes impensadas que podem ser responsáveis por problemas como infecção urinária, diarreia e hepatite A. "A contaminação costuma acontecer em indivíduos com imunidade muito baixa ou que não lavam as mãos corretamente", explica o infectologista Thiago Mamede, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Escola de Medicina Souza Marques, no Rio de Janeiro. Quem nunca teve dúvidas se colocar papel na borda do vaso ou utilizar o sabonete é realmente eficaz? Para esclarecer essas e outras questões, veja abaixo:

Colocar papel na tampa do vaso para sentar é eficaz? 
Alguns banheiros disponibilizam sprays antisépticos, proteção plástica ou ainda um forro de papel para a tampa do vaso. "Todos esses recursos devem ser aproveitados para evitar contato direto" explica a infectologista Maria Lavínea Figueiredo, do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica. Segundo ela, até mesmo o álcool gel utilizado para higienizar as mãos pode ser usado para limpar a tampa. Mesmo assim, nenhum método dispensa a lavagem das mãos.

 Posso levantar a tampa do vaso com a mão?
"A tampa de um vaso sanitário público certamente está contaminada, mas, se após o uso a pessoa lavar as mãos corretamente, ela não estará se expondo a qualquer perigo", aponta o infectologista Orlando Jorge, chefe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital São Luiz. Recomenda-se ainda utilizar um papel para evitar o contato direto com a tampa e não levar as mãos às demais partes do corpo que não poderão ser higienizadas imediatamente.

É seguro usar o papel higiênico? 
Se o papel estiver molhado, sujo ou em contato com o chão deverá ser deixado de lado. Neste caso, recomenda-se comprar um lencinho descartável. Se ele não apresentar qualquer irregularidade, seu uso poderá ser feito. "O papel não é um elemento esterilizado, mas, provavelmente, possui os mesmos micróbios que o que usamos em casa", lembra o infectologista Thiago. Ele recomenda apenas não usá-lo para estancar o sangue de ferimentos, porque, neste caso, o machucado aumenta o risco de infecções.
 
Posso utilizar o sabonete disponível?
De acordo com a infectologista Lavínea, apenas sabonetes em barra devem ser evitados. "Eles permitem que resíduos fiquem em sua superfície e ainda podem se tornar verdadeiras colônias de bactérias por acumular água no recipiente em que são guardados", esclarece. Os melhores sabonetes são os do tipo líquido e em recipientes automáticos, que evitam qualquer contato direto.
 
Posso secar as mãos no papel ou toalha disponível? 
Assim como o papel higiênico, o papel descartável não é esterilizado, mas os micróbios nele encontrados não oferecem risco significativo à transmissão de doenças. "A toalha, por outro lado, não é recomendada, pois não se sabe há quanto tempo está lá, por quem foi usada e como foi usada", afirma Orlando Jorge. Neste caso, deixe as mãos se secarem naturalmente ou seque-as na própria roupa.
 
A torneira oferece algum perigo de contaminação?
"Uma prática que deveria se tornar hábito rotineiro de quem utiliza banheiros coletivos é lavar as mãos, secá-las com papel descartável e utilizar esse mesmo papel para fechar a torneira e abrir a porta do banheiro", alerta Thiago Mamede. Nem todas as pessoas têm o costume de lavar as mãos após usar o banheiro, por isso, a torneira e até mesmo a maçaneta da porta acabam se tornando foco de micróbios. Tocar esses elementos após a higienização é contaminar-se novamente.
 
 
 

CHÁ CASEIRO PARA PEDRA NOS RINS

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CHÁ CASEIRO PARA PEDRA NOS RINS - A formação de pedras nos rins, ou cálculo renal, acontece quando uma solidificação na via urinária impede o processo de formação da urina. O trato urinário é que permite que o organismo faça uma filtragem do líquido presente e elimine só o que for desnecessário, as pedras nos rins impedem essa limpeza e causam dor aguda nos rins e na hora de urinar. Uma forma de aliviar os sintomas é usar chá caseiro para pedra nos rins, confira no decorrer desse artigo como fazer o chá.
Ainda não foram explicados os motivos do surgimento de pedras, por isso não se sabe por que algumas pessoas desenvolvem pedras nos rins, mas alimentação e causas hereditárias podem ser fatores determinantes.

Sintomas e tratamento com chá caseiro para pedra nos rins

grey CHÁ CASEIRO PARA PEDRA NOS RINS
 
O principal sinal do aparecimento de pedras nos rins é a dor causada, que aparece em forma de fortes cólicas e variam entre a virilha e as genitais. O trajeto das dores pode não apresentar exatamente o local que está a pedra. Outro forte sintoma é a presença de sangue na urina, com ou sem dor ao urinar.
Ao sentir os sintomas procure um médico e busque por exames, alguns tradicionais desses tipicamente feitos nos check ups anuais podem ser suficientes para diagnosticar o problema. Os cálculos gerados pela formação de cálcio normalmente são identificados em exames de raio X, já os formados por ácido úrico precisam de testes de ultrassom para serem identificados.
A única forma de tratar o problema é retirando as pedras dos rins, porém a medida só é necessária quando as dores tornam-se incontroláveis e a pessoa começa a vomitar e ter infecções urinárias. Muitas vezes o tamanho das pedras também é uma questão considerável para decidir se retira-las ou não, pois até um centímetro é possível ser retirada pela urina. As formas medicinais de retirar a pedra são a litrotripsia e fragmentação da pedra por ondas de choque, além da cirurgia. Mesmo retirando as pedras, cada paciente tem 95% de chances do problema voltar.

Chá quebra-pedra para os rins

Se precisar ou não retirar a pedra pelos métodos convencionais, você não precisa suportar as fortes crises de dores que as pedras nos rins provocam. Receitas caseiras de chás podem aliviar a dor e até agir internamente ajudando a prevenir a solidificação que ocorre nas vias renais. O chá quebra-pedras é um dos mais eficazes:
Ferva um litro de água com duas colheres de sopa de erva quebra-pedra (phyllanthus niruri), deixe descansar por dez minutos e se preferir coe. É importante tomar o chá regularmente e não só quando as crises atacam. Beba no máximo três xícaras ao dia.
 

No Brasil está tudo dominado


 Convocação para os Brasileiros !!!(clique no link)


Prova de Química

Este merecia nota 1000!!! Prova de química


PROTESTE