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Direito à Saúde

Judicialização da Saúde

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I – Introdução

Não há direito mais fundamental que o direito à saúde, tendo em vista que sem ele outros direitos se encontraram prejudicados, o direito à saúde é condição sine qua nom. Dos direitos inerentes a dignidade da pessoa humano o direito à saúde o que ocupa lugar de proeminência. Porém se poderia dizer: o direito à vida não o mais importante, pois é o que garante que os homens possam viver em boas condições de vida? Digo que essa indagação é de quem já alcançou um nível elevado de interpretação jurídica, porém não há vida digna sem saúde, não querendo dizer que os enfermos encontram-se em situação que não se faz necessário preserva-lhe a dignidade, pelo contrário, quem se encontra sendo medicado também está gozando do direito à saúde.
Por possuir lugar de proeminência a saúde deve ser tratada com mais zelo, quer pelos profissionais da saúde, quer por aqueles que possuem o dever de promover o aprimoramento dela.
Neste pequeno artigo trataremos da saúde e de sua judicialização que vem ganhando força neste tempo em que a democracia está ganhando força.

II – Histórico

Desde a Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, em seu art. XXV, a saúde vem sendo tratado nos diplomas jurídicos, conquista essa que foi alcançado com bastante luta. No Brasil somente na atual Constituição esse direito ganhou status de direito fundamental universal, outrora só aos contribuintes da previdência é que possuíam esse direito, ou seja, não era universal como vemos nas palavras do sítio do Guia de Direito,
O Direito à saúde é parte de um conjunto de direitos chamados de direitos sociais, que têm como inspiração o valor da igualdade entre as pessoas. No Brasil este direito apenas foi reconhecido na Constituição Federal de 1988, antes disso o Estado apenas oferecia atendimento à saúde para trabalhadores com carteira assinada e suas famílias, as outras pessoas tinham acesso a estes serviços como um favor e não como um direito. Durante a Constituinte de 1988 as responsabilidades do Estado são repensadas e promover a saúde de todos passa a ser seu dever:
Com a Constituição atual garantiu a todos os brasileiros e aos estrangeiros aqui residentes o direito à saúde, garantindo, assim, fiel execução ao direito à vida. O direito à saúde é disposto no art. 196, CRFB, que diz: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a promoção, proteção e recuperação”. Mesmo com a sua evolução o direito a saúde é um direito programático o que não lhe garante aplicação imediata necessitando de programas futuros que lhe garanta a aplicação, porém já foi criada a lei que regulamenta os programas sobre a saúde, sendo está, a lei 8.080/1990.

III – Judicialização da saúde

O ativismo do judiciário já é uma realidade. Porém ativismos não uma palavra que soa bem ao que o judiciário vem fazendo, tendo em vista que ele somente obriga que os demais poderes façam o que já lhe era obrigado a fazer e que não estava sendo feito de modo convincente, nada é feito de novo.
A judicialização da saúde são um conjunto de decisões que garante a ampliação do direito à saúde, onde abarca direito que até então não eram garantidos pelo pode Executivo e Legislativo. Conforme André da Silva Ordacgy apud Mariana Pretel (2010), pode se conceitual a judicialização da saúde da seguinte forma,
A notória precariedade do sistema público de saúde brasileiro, bem como o insuficiente fornecimento gratuito de medicamentos, muitos dos quais demasiadamente caros até paras as classes de maior poder aquisitivo, têm feito a população civil socorrer-se, com êxito, das tutelas de saúde para a efetivação do seu tratamento médico, através de provimentos judiciais liminares, fenômeno esse que veio a ser denominado de “judicialização” da Saúde.
Não se estaria garantido o direito à saúde se somente fosse garantido o direito a uma consulta médica e nada se fizesse depois disso. Deve-se também garantir o direito ao remédio, que é fundamental para a recuperação ou até para a prevenção. Todos aqueles que não podem comprar um remédio sem comprometer seu sustento e da sua família deve o ter garantido pelo Estado.

IV – Conclusão

Á saúde deve ser mais trabalhado ainda, mesmo se encontrando em um estado de grande evolução em comparação aquilo que era, deve-se ser trabalhado mais. Ainda vivemos em um país onde a saúde é precário, onde falta médicos para a população, onde alguns ainda não possuem renda para comprar remédios. Quando ainda essa realidade existir o judiciário tem a obrigação que conceder em suas sentenças direito ao mínimo existencial.
REFERÊNCIAS
 GUIA DE DIREITO. Direito à saúde.
PRETEL, Mariana. O direito constitucional da saúde e o dever do Estado de fornecer medicamentos e tratamentos. 2010. Disponível em: <http://www.oabsp.org.br/subs/santoanastacio/institucional/artigos/O-direito-constitucional-da-saude-e-o-dever-do&gt;. Acessado em: 06 ago. 2016
PENSE SUS. Direito à saúde.Disponível em: <http://pensesus.fiocruz.br/direito-a-saude&gt;. Acessado em: 06 ago. 2016

ESPORTE É VIDA E SAÚDE

Sedentarismo está presente em cerca de 46% da população brasileira

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Cerca de 46% da população brasileira é sedentária.
Constatação é fruto da pesquisa Diagnóstico Nacional do Esporte, que visa ampliar e detalhar informações sobre a cultura esportiva no Brasil
Cerca de 46% da população brasileira é sedentária. É o que revela uma pesquisa apresentada pelo Ministério do Esporte e divulgada na semana passada, fruto do estudo Diagnóstico Nacional do Esporte, que tem como objetivo ampliar e detalhar as informações sobre a cultura esportiva no Brasil. O trabalho foi possível graças a uma rede formada pelas universidades federais do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, de Goiás, do Amazonas, de Sergipe e da Bahia.
De acordo com os dados, entre os 54,1% dos praticantes de esporte no país, as mulheres saem na frente, representando uma média de 50,4%. Para a pesquisa, foram realizadas 8.902 entrevistas domiciliares. Deste universo, foram considerados sedentários aqueles que relataram não ter feito nenhuma atividade física em 2013. O estudo investigou, além do perfil dos praticantes de esportes, a infraestrutura, o financiamento e a legislação oferecidos para a prática.
O coordenador da pesquisa e professor da Universidade Federal de Sergipe, Ailton de Oliveira, ligou o grau de escolaridade e a transformação da rotina das pessoas ao abandono do esporte. "Nós detectamos que quanto menor a escolaridade, menor é a prática esportiva. Apresentamos também a questão do abandono. A entrada no mercado de trabalho ou na universidade está levando o jovem a abandonar a prática esportiva. Precisamos repensar também a política de trabalho. São informações que precisam ser debatidas", disse.

ATESTADO MEDICO DEVE SER OBJETIVO E CLARO

RESOLUÇÃO CFM n.º 1.658/2002

(Publicada no D. O. U. De 20 de dezembro de 2002, Seção I, pg. 422)
Art. 1º O atestado médico é parte integrante do ato médico, sendo seu fornecimento direito inalienável do paciente, não podendo importar em qualquer majoração de honorários.
(…)
Art. 3º Na elaboração do atestado médico, o médico assistente observará os seguintes procedimentos:
I – especificar o tempo concedido de dispensa à atividade, necessário para a recuperação do paciente;
II – estabelecer o diagnóstico, quando expressamente autorizado pelo paciente;
III – registrar os dados de maneira legível;
IV – identificar-se como emissor, mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina.
Parágrafo único. Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar:
I – o diagnóstico;
II – os resultados dos exames complementares;
III – a conduta terapêutica;
IV – o prognóstico;
V – as conseqüências à saúde do paciente;
VI – o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua recuperação, que complementará o parecer fundamentado do médico perito, a quem cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário, tais como: aposentadoria, invalidez definitiva, readaptação;
VII – registrar os dados de maneira legível;
VIII – identificar-se como emissor, mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina


Associação entre consumo de ovos e calcificação das artérias coronarianas

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Consumo de ovos associado a uma maior prevalência de aterosclerose subclínica coronariana
Objetivo: A associação entre o consumo de ovos e a aterosclerose subclínica coronariana permanece desconhecida. Nosso objetivo foi examinar a associação entre o consumo de ovos e a prevalência de cálcio nas arterias coronarias (CAC).
Métodos: Um estudo transversal de 23.417 homens e mulheres adultos assintomáticos, sem histórico de doença cardiovascular (DCV) ou hipercolesterolemia, que se submeteram a exames de triagem incluindo tomografia computadorizada do coração para pontuação de CAC e responderam um questionário validado de frequência de alimentos no Kangbuk Samsung Hospital Total Healthcare Centers, Coreia do Sul (março de 2011 a abril de 2013).
Resultados: A prevalência de CAC detectável (pontuação CAC > 0) foi de 11,2%. Em modelos ajustados por multivariáveis, a proporção da pontuação CAC (intervalo de confiança [IC] de 95%) comparando participantes comendo > 7 ovos/semana àqueles comendo < 1 ovo/semana foi de 1,80 (1,14 a 2,83; P para tendência = 0,003). A proporção da pontuação CAC multivariável (IC de 95%) associada a um aumento no consumo de 1 ovo/dia foi 1,54 (1.11-2.14). A associação positiva parecia ser mais pronunciada nos participantes com baixa ingestão de vegetais (P para interação = 0,02) e naqueles com alto IMC (P para interação = 0,05). A associação foi atenuada e não mais significativa após outros ajustes para colesterol alimentar.
Conclusão: O consumo de ovos foi associado a uma maior prevalência de aterosclerose subclínica coronariana e a um grau maior de calcificação coronariana em adultos coreanos assintomáticos, o que pode ser mediado pelo colesterol alimentar. A associação foi particularmente pronunciada em indivíduos com baixa ingestão de vegetais e naqueles com alto IMC.

DOENÇA DE ALZHEIMER

Exame de sangue para detectar o estágio inicial de Alzheimer

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Pacientes com comprometimento cognitivo leve causado por Alzheimer foram identificados no estudo de prova de conceito com 100 por cento de acurácia.
Pesquisadores americanos desenvolveram um exame de sangue que tem por objetivo identificar pacientes no estágio inicial da doença de Alzheimer. De acordo com os resultados do estudo, publicados em "Alzheimer's and Dementia", os biomarcadores podem ajudar a diferenciar entre o estágio de Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) causado por Alzheimer e o comprometimento cognitivo por outras causas.
Os pesquisadores da Universidade de Rowan em Stratford, Nova Jersey, incluíram 236 participantes em seu estudo de prova de conceito, dentre eles 50 com CCL, indicado pelos baixos níveis do peptídeo beta-amiloide 42 no líquido cefalorraquidiano. Todas as amostras foram rastreadas usando microensaios de proteína humana, cada um contendo cerca de 9.500 proteínas humanas únicas que são usadas como iscas para atrair autoanticorpos transportados pelo sangue. Assim, os pesquisadores identificaram os 50 principais biomarcadores de autoanticorpos capazes de detectar CCL.
Em vários testes, os 50 biomarcadores tiveram uma acurácia de 100 por cento na distinção entre pacientes com CCL secundária a Alzheimer e controles saudáveis. Uma maior diferenciação entre pacientes com Alzheimer precoce no estágio CCL e aqueles com Alzheimer mais avançado, leve a moderado, gerou resultados igualmente precisos (98,7 por cento), bem como a detecção do estágio inicial da doença de Parkinson (98,0 por cento), esclerose múltipla (100 por cento) e câncer de mama (100 por cento).
"Cerca de 60 por cento de todos os pacientes com CCL têm CCL causada pelo estágio inicial da doença de Alzheimer. Os demais 40 por cento dos casos são causados por outros fatores, incluindo problemas vasculares, efeitos colaterais de medicamentos e depressão. Para oferecer os cuidados adequados, os médicos precisam saber que casos de CCL são devidos ao Alzheimer inicial e quais não são," disse a principal autora do estudo, Cassandra DeMarshall. Contudo, o uso do painel de biomarcadores para CCL como exame de sangue para a detecção precoce da doença de Alzheimer se juntará a um estudo maior e bem-sucedido de replicação usando uma coorte independente de pacientes.

ÁGUA DE BERINJELA COM LIMÃO PARA EMAGRECER, PERDER PESO

Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde



Alguns alimentos são clássicos da dieta. A berinjela, por exemplo, é sempre recomendada por nutricionistas por ser rica em vários nutrientes essenciais para a saúde e por conter poucas calorias – somente 16 a cada 200 gramas – já o limão possui ação diurética, desintoxica o organismo e aumenta a sensação de saciedade. Agora imagine utilizar esses dois aliados do emagrecimento em uma só receita para potencializar e estimular processo da perda de peso de forma saudável? Confira a seguir como usar água de berinjela com limão para emagrecer.

Como fazer água de berinjela com limão para perder peso?

Os dois ingredientes são poderosos como agentes de emagrecimento. Basta juntar uma berinjela em fatias com dois litros de água, limões espremidos e um punhado de gelo para criar um suco capaz de eliminar até cinco quilos em um mês e reduzir cinco centímetros de barriga. A junção da acidez do suco de limão com as fibras da berinjela faz com que as enzimas do fígado, que são responsáveis pela desintoxicação do organismo, funcionem mais rápido e de forma mais eficaz. A sensação de saciedade e o efeito diurético, fundamentais para o bom funcionamento do corpo durante o emagrecimento, também são proporcionados pela receita.
Berinjela: além do baixo índice de calorias, a berinjela é rica em fibras solúveis que prolonga a sensação de saciedade e auxiliam no combate a previsão de ventre e minimizam problemas cardiovasculares. Os benefícios da berinjela podem se entender ainda hidratando a pele e controlando o colesterol.
Limão: rico em ácidos e fibras, o limão ajuda a expulsar impurezas do organismo, e evita o inchaço e o acúmulo de líquidos, o que ajuda a reduzir as celulites. O fruto ajuda ainda no trânsito intestinal, o que previne a prisão de ventre e impede a absorção de gorduras.

Como funciona a água de Berinjela com Limão para perder peso?

São recomendados dois litros desta mistura dividida em copos de 250 ml tomados ao longo do seu dia (prefira nos horários que antecedem os das suas refeições). Para conseguir melhores resultados, combine o consumo diário do suco como recomendado com um cardápio de até mil calorias por dia. Outra opção para turbinar a receita e sua dieta, é beber o primeiro copo do suco no seu dia com a temperatura morna e em jejum, meia hora antes do café da manhã. Durante o resto do dia você pode voltar a consumi-lo gelado.

Receita de água de berinjela com limão para emagrecer

Agora que você sabe os benefícios que a berinjela e o limão unidos podem proporcionar ao seu corpo e como ajuda no emagrecimento, não há motivos para não apostar na mistura. Por isso, confira esta receita para fazer um bom suco.
Você vai precisar de:
1 berinjela crua
Água
4 limões
Modo de preparo:
Sem tirar a casca, corte a berinjela crua em fatias. Numa jarra, coloque dois litros de água e depois as fatias já cortadas. Depois é só espremer os limões e adicionar o suco na jarra.
Se você quiser tentar o truque de tomar a primeira dose morna, aqueça a água antes de colocar na jarra e faça o suco com água em temperatura ambiente. E depois que esfriar, coloque na geladeira.

Por que Madre Angélica é a pessoa favorita desta ex-ginasta olímpica?

Segundo publicou a agência de notícias ACIDigital (22/08/16), o jornal americano ‘The New York Times’ (NYT) entrevistou a ex-ginasta olímpica americana Dominique Dawes, que assegurou que se pudesse jantar com alguma pessoa já falecida essa seria a Madre Angélica, fundadora da Eternal Word Television Network (EWTN).
“Se pudesse escolher jantar com alguém que já faleceu, eu escolheria a Madre Angélica. Convidaria a religiosa à minha casa e se sentaria na cabeceira da mesa, ao lado do meu esposo e das minhas duas filhas”, disse a atleta.
Dominique Dawes, mais conhecida como “a impressionante Dawes”, foi a primeira ginasta artística afroamericana que ganhou uma medalha individual e participou de três jogos olímpicos (Barcelona 92, Atlanta 96 e Sidney 2002), ganhando uma medalha de ouro e três de bronze.
Em dezembro de 2012, Dawes ficou noiva do professor de uma escola católica Jeff Thompson, converteu-se ao catolicismo e se casaram no dia 25 de maio de 2013.
“O jantar que prepararia para ela seria alimento para a alma, a comida seria chouriço de porco ou outro animal, couve, sêmola de queijo e batatas fritas. A Madre Angélica entenderia perfeitamente a escolha deste jantar: foi criada junto com os negros e italianos no bairro de Canton em Ohio (Estados Unidos). Ela conhecia as pessoas, compreendia as difíceis situações que passavam, era um deles! Também sabia como se recuperar, sobretudo porque foi criada por uma jovem mãe solteira depois que seu pai as abandonou”, relatou.
Rita Rizzo – nome dado pelos pais à Madre Angélica – nasceu em 20 de abril de 1923. Sua vida esteve marcada por muitas provações, como o divórcio de seus pais quando tinha seis anos e a situação de pobreza que enfrentou junto com a sua mãe.
Dawes assegurou que depois do jantar lhe pediria uma bênção e perguntaria algumas coisas sobre a vida dela e sobre sua fortaleza.
“Um sacerdote me disse uma vez que é muito difícil ter uma relação com o Pai Celestial depois que seu pai terrestre tenha te abandonado. Normalmente me pergunto como superou este abandono? Aprendeu a perdoar o seu pai e, finalmente, confiar em Deus? ”. A ginasta admitiu ser naturalmente introvertida e a participação diante de milhões de pessoas durante os Jogos Olímpicos lhe causava ansiedade. Não compreende como a Madre Angélica se destacou como apresentadora de televisão.
“Ela era uma religiosa de clausura, viveu em um convento, entretanto, foi vista por centenas de milhões de pessoas em todo mundo como protagonista de uma série da EWTN. Como era capaz de abraçar ambas as vocações tão opostas? ”
Em seguida, acrescentou que durante o jantar estaria “fascinada” para compreender como a Madre Angélica canalizou a sua própria dor para um propósito maior.
“Eu perguntaria para ela como poderia ajudar os outros, os que sofrem de ansiedade, depressão, de algum vício, doenças físicas ou a dor do abandono ou do divórcio. Toda sua vida, depois de tudo, dedicou-se a ajudar os outros, especialmente os marginalizados”.
“Madre Angélica, como podemos aqui na terra imitar o que você fez, inclusive de uma maneira menor, oferecendo ajuda aos outros em um mundo que necessita tão desesperadamente?”, concluiu Dawes.
A entrevista foi realizada para uma série de publicações chamada Breaking Bread (Partindo o Pão) de NYT e cujo tema é: “Se pudesse jantar com uma pessoa que já não está conosco e cujo obituário foi publicado no ‘The New York Times’, quem seria essa pessoa e por quê?”.
Por Diego López Marina

Indústrias querem mais agilidade da Anvisa na aprovação de alimentos funcionais

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Audiência pública sobre “A Aprovação de Alegações Funcionais para Alimentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”
Representante das indústrias dos alimentos funcionais, Tatiana Pires (E): processo longo de aprovação acaba fazendo com que as empresas fiquem pouco motivadas para investir em mudanças, inovação
Bebida com lactobacilos vivos, que ajuda no funcionamento do intestino. Comida com ômega 3, que auxilia a diminuir os níveis de colesterol e triglicerídeos ruins. Esses são exemplos de alimentos funcionais, ou seja, aqueles que, além dos nutrientes, trazem vários benefícios à saúde, podendo até reduzir o risco de doenças crônicas, como câncer e diabetes.
A autorização de venda e a fiscalização desses tipos de produtos foram tema de debate na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (23).
Para um alimento funcional ser colocado à venda no mercado brasileiro, precisa ter autorização da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A empresa que quer vender faz o pedido e precisa comprovar que aquele alimento realmente traz os benefícios para a saúde que diz trazer.
A presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais, Tatiana Pires, reivindica agilidade. "Tem um processo longo de aprovação na Anvisa, tanto para o ingrediente quanto para o alimento, e esse processo longo acaba fazendo com que as empresas fiquem pouco motivadas para investir em mudanças, inovação. Porque, primeiro, nem sempre você tem a aprovação – é um processo muito rigoroso. E, segundo, porque ele pode durar até cinco anos – é muito tempo."
Anvisa contestaA representante da Anvisa no debate, a gerente-geral de Alimentos substituta, Antônia de Aquino, contesta que leva tanto tempo. Diz que as autorizações para novos alimentos funcionais levam até um ano e meio.
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Audiência pública sobre “A Aprovação de Alegações Funcionais para Alimentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”. Dep. Darcísio Perondi (PMDB - RS)
Darcísio Perondi pediu a realização do debate para "fazer os alimentos funcionais entrarem na pauta do Congresso Nacional. Eles podem ajudar a saúde do brasileiro"
Mas admite que o processo precisa mudar, que é necessário definir critérios mais claros para comprovar se um alimento pode mesmo ser considerado funcional ou não; que é preciso revisar o procedimento e até definir um rótulo para ser colocado nesses produtos.
Não há data para isso acontecer, mas o assunto deve ser colocado na agenda de prioridades da Anvisa, segundo ela. Antônia fala dos resultados que espera dessas alterações no processo: "Um aumento da transparência e segurança jurídica ao setor produtivo; qualificação das análises técnicas à luz das evidências científicas disponíveis; melhora do tempo de análise das alegações; melhora da fiscalização dos produtos; e uma adequada proteção ao consumidor, com informações claras, corretas, verdadeiras sobre os alimentos que estão disponíveis para o consumo no comércio”.
Ajudar na saúde
O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) explica porque pediu a realização do debate. "Fazer os alimentos funcionais entrarem na pauta do Congresso Nacional. Eles podem, sim, ajudar a saúde do brasileiro. Temos que discutir isso. Hoje foi um primeiro passo."
De 1999 para cá, mais de 3 mil alimentos funcionais foram autorizados pela Anvisa. A maioria, suplementos, como pílulas de vitaminas.


Reportagem – Ginny Morais
Edição – Newton Araújo
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

CÂNCER A SERÁ A MAIOR CAUSA DE MORTES NO BRASIL


Falta de prevenção tornará câncer a maior causa de mortes no Brasil em 2029, diz pesquisa

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Câncer será principal causa de mortalidade no Brasil em 2029.
Pesquisadores utilizaram como base as taxas de mortalidade por câncer no período de 2000 a 2013, e dados do IBGE
Um estudo feito pelo Observatório de Oncologia sugere que, se não houver aprimoramento das políticas públicas de prevenção, detecção e tratamento do câncer, a doença será, em 2029, a principal causa de mortalidade no Brasil. Para chegar à conclusão, os pesquisadores utilizaram como base as taxas de mortalidade por câncer e problemas cardiovasculares do período entre 2000 e 2013, e os dados de projeção da população oriundos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo os pesquisadores, em 2029, a taxa de mortalidade por tumores será de 115 por 100 mil habitantes. A incidência e morte pela doença vai variar de acordo com o tipo de tumor, o sexo e a região do país. O estudo indica que, entre as mulheres, a mortalidade por câncer de mama deverá se manter estável no Sul e Sudeste, e crescerá nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Em relação aos casos de câncer de colo de útero, os óbitos deverão cair nas duas regiões mais ricas do Brasil e continuar aumentado ou ficar estável nas demais. As mulheres também sofrerão com as mortes por câncer de pulmão, que aumentarão em todas as regiões. Entre os homens, as mortes por câncer de próstata cairão no Sul e Sudeste, e crescerão nas outras regiões. A previsão é a mesma para o câncer de pulmão. Em ambos os sexos, os tumores de intestino deverão crescer.

PILULA DO CÂNCER

Ministério da Ciência divulga novos resultados de estudos com a pílula do câncer

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MCTIC divulga resultados de pesquisas com a fosfoetanolamina.
Em camundongos com melanoma, composto foi capaz de reduzir tumor. Porém, redução foi menor do que a obtida por medicamento já existente
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) divulgou, nesta terça-feira (16), novos resultados de pesquisas sobre a fosfoetanolamina, composto que ficou conhecido como "pílula do câncer". O estudo, que avaliou o efeito da fosfoetanolamina sobre camundongos com melanoma, apontou que a substância foi capaz de reduzir a massa tumoral, porém com efeito menor do que a ciclofosfamida, já usada como quimioterapia contra câncer.
O teste, feito pelo Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará (NPDM/UFC), de Fortaleza, utilizou o melanoma, tumor agressivo que tem sido usado como modelo para estudar imunoterapia em animais. Células de melanoma foram inoculadas em cinco grupos de 10 camundongos.
Cada grupo recebeu uma estratégia diferente de tratamento: doses de 200 mg/kg, de 500 mg/kg e de 1000 mg/kg de fosfoetanolamina, dose de 25 mg/kg do quimioterápico ciclofosfamida e uma solução salina de 0,9%. Os animais receberam o tratamento durante 16 dias consecutivos após a inoculação das células cancerígenas.
Ao final desse período, a dose maior de fosfoetanolamina foi capaz de reduzir em 64% a massa tumoral. A redução, porém, é menor do que a que foi obtida com a ciclofosfamida, quimioterápico já disponível no mercado, que reduziu a massa tumoral em 93%. As doses menores da fosfoetanolamina não tiveram efeito estatisticamente relevante. A dose maior da fostoetanolamina também foi capaz de reduzir o número de leucócitos e de plaquetas no sangue em comparação com o grupo controle.

CALENDARIO NACIONAL DE VACINAÇÃO







       
SEXUALIDADE MASCULINA
Desde os primórdios da humanidade, foi incutido na mente masculina a necessidade do comando sobre  tudo e sobre todos. Segundo a Bíblia, Deus criou o homem e de uma parte de seu corpo fez sua companheira, a mulher. 
Tomando-se como base esse preceito, a mulher passou a ser dependente do homem. Desta forma, o homem provedor, deveria ditar e determinar as regras de convívio social. 
Essa tradição seguiu-se ao longo do desenvolvimento da humanidade. Ainda hoje em determinados grupos étnicos, ainda consagra-se o homem como líder e senhor dos grupos. A mulher sua submissa.
Estamos conversando sobre o bicho homem. Se visualizarmos o reino animal como um todo, veremos que realmente o ser masculino prevalece como comandante em todas as espécies.
Bem, voltemos a raça humana.

Com o desenvolvimento humano, a mulher vem galgando espaços cada vez maiores dentro da sociedade, antes de dominação exclusivamente masculina. Tal fato não se deve somente aos excelentes dotes femininos, mas tem a ver também com as diversas responsabilidades que advém ao homem. Na esfera da sexualidade podemos comparar o homem e a mulher em face da necessidade que o  homem tem em fazer com que seu membro sexual se torne erecto, pois sem essa ereção ele não conseguirá ter seu relacionamento sexual. A mulher não tem a necessidade da ereção, porém, precisa de estimulação para o relacionamento sexual.
Algumas vezes situações na esfera psicológica trazem dificuldade para a ereção peniana trazendo com isso problemas no relacionamento pessoal, agravando a sexualidade do homem. 
Esse fato acontece não somente com homens na terceira idade. Atualmente estamos percebendo que em face da situação econômica e da agitação da vida diária esse fato vem ocorrendo com homens cada vez mais jovens (18-30 anos).
Em face disso, a necessidade de tratamento onde se procura corrigir as alterações que se encontram instaladas.

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