Pesquisadores da Universidade de Kyoto analisaram fatores de ocupação e ambiente de trabalho que afetam o risco de depressão entre os participantes. Eles descobriram que os funcionários que trabalhavam turnos longos (pelo menos 60 horas por semana) e eram mais exigidos profissionalmente (definido como "geralmente" submetidos a muito trabalho) tinham uma chance 15 veze mais alta de depressão quando reavaliados após um a três anos.
Os funcionários que foram do status TP/TE (turno prolongado/trabalho excessivo) para não TP/TE tiveram menos risco de depressão, enquanto aqueles que passaram de não TP/TE para TP/TE aumentaram o risco. O risco de depressão entre profissionais TP/TE pareceu aumentar com o passar do tempo.
"Tendo como foco a situação de TP/TE, principalmente as alterações deste status, medidas de saúde mental que reduzam efetivamente a ocorrência dos principais transtornos depressivos se tornarão possíveis através do controle de fatores no ambiente profissional", concluíram os pesquisadores Takahashi Amagasa e Takeo Nakayama.
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