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As melhores espécies de peixes para a sua saúde

Entre os benefícios dos alimentos estão combater o diabetes, proteger o coração e prevenir depressão

Por Bruna Stuppiello - publicado em 31/10/2013


O peixe é um alimento muito nutritivo independentemente do tipo. "É rico em proteínas, iodo, fósforo, cálcio - possui quatro vezes mais este nutriente que os outros tipos de carne - vitaminas A, E, do complexo B e D", constata a nutróloga Valéria Goulart, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia. "Mas, sem dúvida, seu principal nutriente é o ômega 3".

É o ômega 3, uma gordura poli-insaturada, que proporciona boa parte dos benefícios do peixe. Portanto, as espécies que tiverem maior quantidade deste lipídio serão as melhores para a sua saúde. Conheça sete tipos que são ricos em ômega 3 e como eles podem ajudar em diversos problemas, como evitar complicações cardíacas, combater o diabetes e até mesmo prevenir a depressão

Arenque é o peixe mais rico em ômega 3 - Foto: Getty Images 

Arenque

Este peixe é de água fria e isto já o ajuda a ser mais nutritivo. "Como ele vive em um ambiente frio, tem tendência a acumular moléculas que são excelentes para a saúde, as gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas", afirma a bióloga Lícia Maria Lundstedt da Embrapa Pesca e Agricultura.

Então, as concentrações de ômega 3 no arenque são altíssimas. "100 gramas do alimento possui 1,2 a 3,1 gramas do lipídio", diz a nutróloga Valéria Goulart, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia. Para se ter uma ideia, a quantidade diária recomendada do nutriente é cerca de um grama. Um dos principais benefícios do ômega 3 é o controle do colesterol, pois ele diminui os níveis do LDL, colesterol ruim que em excesso pode causar problemas para a saúde. 


Sardinha é boa para o coração  - Foto: Getty Images

Sardinha

Esta espécie é riquíssima em vitamina D e também em ômega 3. "A sardinha possui de 1,5 a 2,5 gramas deste ácido graxo na porção de 100 gramas", conta Goulart. Não é apenas o peixe fresco que é saudável, a versão em lata também possui muitos nutrientes.

O ômega 3 presente no animal é importante para o coração. Existem dois tipos deste ácido graxo no peixe, o ácido eicosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA). "O primeiro diminui as atividades das plaquetas sanguíneas, evitando os coágulos de sangue que podem levar a um derrame ou infarto. Eles também reduzem os níveis dos triglicerídeos e o segundo ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração", explica Goulart.

Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas com mais de 65 anos que têm o hábito de comer peixes ricos em ômega 3 têm 35% menos chances de morrer por doenças cardiovasculares e 27% menos de morrer por qualquer causa durante o período da pesquisa. Outro estudo realizado pelo Centro para Programação Fetal no Statens Serum Institut de Copenhagen e publicado na revista da Associação Americana do Coração demonstrou que mulheres que nunca ou raramente ingeriram pescados demonstraram 50% mais problemas cardiovasculares do que aquelas que consumiam o alimento com frequência e 90% a mais em relação às mulheres que comiam peixes ricos em ômega 3 semanalmente.  


Salmão é interessante para pessoas que sofrem de depressão - Foto: Getty Images

Salmão

Este é outro alimento é rico em ômega 3. "Uma porção de 100 gramas de salmão possui entre 1 e 1,4 gramas do lipídio", conta Goulart. É importante deixar claro que tanto o salmão selvagem quanto o de cativeiro possuem o ômega 3. "A diferença é que o salmão da natureza come outros peixes e camarões que proporcionam esse ácido graxo para ele, enquanto o de cativeiro tem o nutriente incluído em sua ração. Assim, o salmão da natureza possui maior concentração de ômega 3 em relação ao ômega 6, enquanto o de cativeiro ocorre o contrário", explica Lundstedt.

O fato desse peixe possuir boas quantidades de ômega 3 é benéfico para o cérebro. Isto porque uma das funções desta gordura poli-insaturada é contribuir para a formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. "O cérebro é feito de cerca de 65% de gordura, sendo a maior parte composta por DHA, um tipo de ômega 3, substância fundamental para a formação do córtex cerebral, por isso devemos selecionar o tipo de gordura que ingerimos", explica Goulart.

O ômega 3 ainda tem um efeito vasodilatador aumentando o aporte de oxigênio e nutrientes no cérebro, o que pode melhorar a cognição. Uma pesquisa da Northumbria University, no Reino Unido, concluiu que consumir peixe semanalmente melhora a circulação cerebral e diminui o risco de demência ao envelhecer.

Ingerir salmão também contribui para prevenir a depressão. "Isto porque ele é rico não só em ômega 3 como também em vitamina D. Pessoas com depressão possuem baixos níveis do ácido graxo, entre outros nutrientes que podem ocasionar diminuição do número e funções de neurotransmissores e receptores, inflamações. A ingestão de ômega 3 melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumentam a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e autoestima", explica Goulart. Além disso, a falta de vitamina D está relacionada a maior probabilidade de depressão.  


O atum é bom para os olhos - Foto: Getty Images

Atum

O atum é outro peixe que agrega a lista dos ricos em ômega 3. "100 gramas dele possui entre 0,5 e 1,6 gramas do nutriente", diz Goulart. Um dos benefícios deste ácido graxo está no fato de ele prevenir a degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção dos detalhes, que é a principal causa de cegueira em idosos.

Um estudo publicado na revista Ophtalmology e feito pela Universidade Tufts de Boston, nos Estados Unidos, atestou que o índice de degeneração macular é mais baixo entre pessoas que consomem peixes e ainda demonstra que o ômega 3 pode afetar o desenvolvimento ou progressão da degeneração macular. Os três mil voluntários da pesquisa que consumiram uma ou mais porções de peixe por semana tiveram probabilidade 60% inferior de apresentar o problema em estágio avançado.  


O bacalhau diminui a incidência de diabetes - Foto: Getty Images

Bacalhau

O bacalhau também faz parte do grupo de peixes ricos em ômega 3. "100 gramas deste alimento possui entre 0,2 a 0,3 gramas do ácido graxo", observa Goulart. Uma pesquisa da Universidade de Valencia, na Espanha, avaliou o consumo de carne e peixe em pessoas com idades entre 55 e 80 anos com alto risco cardiovascular e concluiu que ingerir peixe está ligado a diminuição da incidência de diabetes e concentração de glicose. A razão para isto é porque o ômega 3 melhora a sensibilidade do organismo à insulina.

Porém, é importante ficar atento para a presença de mercúrio nos peixes. "Trata-se de uma substância poluente muito tóxica que geralmente pode estar em peixes contaminados e o excesso ocasiona diminuição da imunidade, e até inflamação do pâncreas, o órgão que produz a insulina. Desta maneira poderia ocasionar diabetes", explica Goulart. Então, fique atento para a procedência do peixe que você ingere, mas saiba que os animais que acumulam mais mercúrio são o peixe-espada e os tubarões e os que menos possuem são o salmão e o bacalhau.  


Comer linguado diminui o risco de asma - Foto:Getty Images

Linguado

O linguado é rico em ômega 3. "100 gramas do alimento possui entre 0,2 a 0,3 gramas do ácido graxo", constata Goulart. Outro benefício do ômega 3 é ter efeito anti-inflamatório e relaxar as vias áreas, reduzindo ocorrências de asma.

Uma pesquisa feita pelo Erasmus Medical Center e o Department of Human Nutrition, ambos da Holanda, concluiu que o consumo de peixe durante o primeiro ano de vida pode diminuir o risco de asma.  


Consumir peixe diminui o risco de artrite reumatoide - Foto: Getty Images

Pescadinha

Este peixe possui entre 0,2 a 0,3 gramas de ômega 3 na porção de 100 gramas, de acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Por ter uma ação anti-inflamatória, o ômega 3 pode ajudar a aliviar os sintomas da artrite reumatoide.

Um estudo feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia, e publicado no periódico Annals of the Rheumatic Diseases comprovou que consumir peixe frequentemente pode diminuir em até 52% o risco de artrite reumatoide.  

Pimenta: o tipo certo ajuda a emagrecer e até previne câncer

Frutos do gênero Capsicum também protegem o sistema cardiovascular e os dentes

Por Bruna Stuppiello

 
Pimentas ajudam no emagrecimento
As pimentas são benéficas para o organismo porque possuem atividades antimicrobiana, anti-inflamatória, anticancerígena, melhoram a digestão, diminuem os níveis de colesterol e, por ter efeito termogênico, ou seja, acelerar o metabolismo, ajudam a emagrecer. Mas nem todas as pimentas trazem esta lista de vantagens. Para colher tais benefícios é preciso que a pimenta seja do gênero Capsicum. 
Esse grupo de pimentas já eram consumidas pelos índios brasileiros e em toda a América Latina antes mesmo da chegada dos europeus no Novo Mundo. Essas pimentas são os tipos mais interessantes para a saúde porque têm como princípio ativo os capsaicinoides. 
As principais pimentas do gênero Capsicum produzidas no Brasil são: jalapeño, pimenta de cheiro, pimenta de bode, cumari-do-Pará, malagueta, dedo-de-moça, murupi, biquinho e cambuci ou chapéu de frade. A quantidade de capsaicinoides de cada uma destas pimentas varia de acordo com a ardência dos frutos, quanto mais picante, maior a quantidade do princípio ativo. 

Principais nutrientes da pimenta

Nutrientes -10 gramas Dedo-de-moça BiquinhoDe-cheiroMurupiDe-bodeCumari-do-paráMalaguetaJalapeño
Calorias 4,52 kcal 3,85 kcal6,31 kcal 2,17 kcal 4,66 kcal 4,52 kcal 10,5 kcal 5,5 kcal
Fósforo4 mg 2,46 mg6,2 mg2,9 mg 4,3 mg5,7 mg 10,8 mg 4,4 mg
Potássio39,7 mg 35,1 mg 49,6 mg 22,2 mg 37,9 mg 34 mg 63 mg39 mg
Cálcio 2,5 mg 1,6 mg 2,4 mg 1,3 mg 1,2 mg 3,2 mg5,9 mg 2,1 mg
Vitamina C 5,2 mg 9,9 mg 8 mg 13,4 mg9,2 mg 7,4 mg --5,2 mg
Fibra 0,9 g 0,5 g 0,86 g 0,63 g 0,47 g 0,92 g 1,59 g 0,36 g
Fonte: Lutz e Freitas (2008)                                 

Confira qual a porcentagem do valor diário* de alguns nutrientes para 10 gramas de pimenta.     
  • 30% da vitamina C na pimenta Murupi
  • 0,59% de cálcio na pimenta Malagueta
  • 1,5% de fósforo na pimenta Malagueta
  • 6,36% das fibras na pimenta Malagueta.
* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. 
Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. 

As pimentas do gênero Capsicum são ricas em vitamina C que aumenta as defesas do organismo, ajudando na prevenção e no combate de infecções como a gripe. Ela também age como um antioxidante, neutralizando os radicais livres instáveis que podem causar danos ao organismo e o envelhecimento. Além disso, esta vitamina fornece resistência aos ossos e dentes e facilita a absorção de ferro no organismo. 
Outra vitamina muito presente nestas pimentas é a E. Ela é importante porque também é antioxidante e por isso age retardando o envelhecimento e ainda protege o organismo contra doenças crônicas não transmissíveis como Parkinson, Alzheimer, câncer e doenças cardiovasculares. 
Os carotenoides, o mesmo pigmento vegetal da cenoura, também estão presentes nas pimentas. Eles são bons para o organismo porque se transformam em vitamina A. Assim, o nutriente será interessante para a visão, na integridade dos epitélios (células que revestem o corpo e formam uma barreira contra infecções) e no crescimento e desenvolvimento do esqueleto. O nutriente ainda possui função antioxidante, que combate envelhecimento e câncer, e previne doenças crônicas como catarata, artrite e doenças cardiovasculares. 
Apesar de todos estes nutrientes, o principal carro-chefe nutricional das pimentas é terem como princípio ativo os capsaicinoides. Eles são importantes para a saúde porque possuem atividades antimicrobiana, anti-inflamatória, anticancerígena, melhoram a digestão, diminuem os níveis de colesterol e ajudam a emagrecer. 
Quanto mais picante a pimenta maior o teor de capsaicinoides. A ardência do fruto é expressa por uma escala sensorial denominada Scoville Heat Units (SHU) ou Unidades de Calor Scoville. Os seus valores variam de zero para pimentas "doces" até um milhão de SHU para pimentas extremamente picantes.  

Ardência de pimentas consumidas no Brasil                                  
Tipo de Pimenta Pungência (SHU*)
Pimenta de Bico ou Biquinho0
Cambuci ou Chapéu-de-frade 0
Jalapeno 37.000
Dedo-de-moça 46.000
Pimenta de Bode53.000
Pimenta de Cheiro 94.000
Malagueta 164.000
Cumari-do-pará 210.000
Murupi 223.000
Fonte: Lutz e Freitas (2008)
SHU*- Scoville Heat Units (Unidades de Calor Scoville)

Os benefícios da pimenta

Pimenta pode ajudar a prevenir o câncer
 
Ajudam a emagrecer: A pimenta é um alimento termogênico, capaz de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico. A substância responsável por isto é a capsaicina que aumenta a taxa metabólica em até 20%. Assim, o consumo de 6 gramas de pimenta queima cerca de 45 calorias. 
Além disso, alguns estudos experimentais apontam que o fruto diminui o desejo de ingerir proteínas, carboidratos e gorduras. Isto provavelmente ocorre porque a pimenta aumenta a atividade do sistema nervoso simpático que afeta o comportamento de ingestão alimentar. 
Combate o câncer: Um estudo publicado no The Journal of Cancer Research dos Estados Unidos, em 2006, descobriu que a capsaicina induz a apoptose, morte celular programada, em células do câncer de próstata. Assim, ela contribui para evitar a proliferação da doença. 
Alguns estudos, entre eles um publicado na National Academy of Sciences of the United States of America, sugerem que a capsaicina também ajudaria a reduzir o crescimento de tumores nas mamas e ovários. O benefício também ocorreria devido à capacidade da substância de induzir a apoptose das células cancerígenas. 
Boa para o coração: Um estudo realizado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul concluiu que a capsaicina presente na pimenta também ajuda a diminuir os níveis do colesterol ruim, LDL. O fruto ainda pode reduzir coágulos no sangue por ter ação vasodilatadora. O resultado é a redução do risco de problemas como hipertensão, infarto e outras doenças cardiovasculares. 
Boa para os dentes: A pimenta estimula a salivação e desta forma neutraliza os ácidos da saliva e protege os dentes e gengivas. Além disso, ela é rica em vitamina C que fornece resistência aos ossos e dentes. 
Protege o estômago: Alguns estudos defendem que a capsaicina presente nas pimentas tem um efeito gastroprotetor, pois aumenta a produção do muco gástrico. Ela também pode combater a bactéria que provoca gastrites e úlceras estomacais. 

Quantidade recomendada de pimenta

Não existe uma quantidade determinada para o consumo da pimenta. A única orientação é não exagerar, como comer o fruto cerca de 3 a 4 vezes ao dia. É interessante que pessoas que não têm problemas de saúde, como a gastrite ou a hemorroidas, ingiram a pimenta entre uma ou duas vezes ao dia. 

Como consumir a pimenta

A melhor maneira de comer a pimenta é fresca. Assim, todos os nutrientes do fruto são mantidos. As versões na forma de molho, de conservas, de geleia, páprica, desidratada e dessecada também são opções, porém parte dos nutrientes, especialmente as vitaminas, podem ser perdidas no processo. 

Contraindicações

Não existem dados científicos que comprovem que a pimenta causa úlceras ou outros distúrbios digestivos. Porém, por precaução o recomendado é que pessoas que já têm úlcera ou gastrite, evitem o consumo em excesso do fruto. Quem tem hemorroidas também deve tomar cuidado com a pimenta, isto porque em grandes quantidades ela pode levar a irritação do endotélio, que constitui a camada celular interna dos vasos sanguíneo, lembrando que o problema resulta de veias inchadas e que ficam doloridas. 

Riscos do consumo excessivo

Apesar de benéfica para a saúde, a pimenta não pode ser consumida de maneira exagerada. Tome cuidado especialmente com os molhos de pimenta que não usam o fruto in natura, mas o extrato ou óleo concentrado feito a partir de pimentas secas e picantes. Estes molhos em grandes quantidades podem causar queimaduras ou bolhas na boca ou na língua, náusea, alteração respiratória e vômito.  
Já foi comprovado que consumo de doses extremamente altas de capsaicinoides pode levar a morte em ratos. Porém, em seres humanos seria preciso consumir em uma única vez cerca de 1,8 litro de molho de pimenta picante para que o indivíduo fique inconsciente. 

Onde encontrar

Os tipos de pimenta e seus produtos, como geleias e molhos, são vendidos na maior parte dos hipermercados, hortifrutis e lojas de produtos naturais. 

Receitas com a pimenta

Torta de chocolate com pimenta é uma delícia
Confira saborosas receitas elaboradas com as pimentas do gênero Capsicum.
 
Fontes consultadas:
Regina Célia Rodrigues de Miranda Milagres, mestre em Ciências da Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa.
Nutricionista Heloisa Vidigal Guarita Padilha
Nutrólogo Roberto Navarro 

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Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Internet
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CRIATIVIDADE BAHIANA

*Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões: **

             'Amor é fogo que arde
             sem se ver,
             é ferida que dói e não se sente,
             é um contentamento descontente,
             dor que desatina sem doer '.



*Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :

            
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
             tomavas uns antipiréticos,
             uns quantos analgésicos
             e Prozac para a depressão.
             Compravas um computador,
             consultavas a Internet
             e descobririas que essas dores que sentias,
             esses calores que te abrasavam,
             essas mudanças de humor repentinas,
             esses desatinos sem nexo,
             não eram feridas de amor,
             mas somente falta de sexo !'

A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela  estruturação
dos versos, das rimas insinuantes e também, foi a  primeira vez que, ao
longo e mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas ......falta de mulher.*

Comissão vota PEC que cria carreira de médico de Estado



A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição que cria a carreira de médico de Estado (PEC 454/09) vota na quarta-feira (20) o relatório final sobre a matéria, último passo antes de o texto ser levado ao Plenário da Câmara.
A votação já foi adiada porque deputados pediram mais tempo para avaliar o texto apresentado pelo relator, deputado Eleuses Paiva (PSD-SP). Para Paiva, no entanto o assunto foi bastante discutido em nível nacional com o lançamento do programa Mais Médicos.

Piso salarial
A PEC 454 fixa piso salarial para o médico de Estado em todo o País, que deve ingressar na carreira por meio de concurso público e atuar em regime de dedicação exclusiva. O texto original previa remuneração inicial de R$ 15.187 para médicos do sistema público de saúde em todos os níveis federativos.

No relatório apresentado pelo deputado Eleuses Paiva, a carreira de médico de Estado ficaria restrita à esfera federal e o salário seria regulamentado por meio de lei específica.

O debate será às 14h30, no Plenário 8.

Íntegra da proposta:

Da Redação - RL

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