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PESQUISA EM SAÚDE

Para 91%, alunos de Medicina com nota baixa no último ano não devem se diplomar

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Pesquisa do CFM identificou apoio da população à avaliação seriada dos cursos.
Pesquisa de opinião encomendada pelo CFM identificou apoio da população à avaliação seriada dos cursos
Alunos de Medicina que apresentarem desempenho ruim na avaliação do último ano da conclusão do curso não devem receber diploma, aponta pesquisa de opinião encomendada pelo Conselho Federal de Medicina. Para fazer a pesquisa, foram ouvidas 2.086 pessoas com mais de 16 anos em todas as regiões do País. O governo pretende realizar, a partir desse ano, a Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes, por meio de três avaliações ao longo do curso. Os ouvidos na pesquisa disseram acreditar que o sistema seriado pode ajudar a melhorar a formação do aluno e contribuir para o melhor atendimento do paciente.
Do total de pessoas ouvidas, 91% disseram ser favoráveis a essa medida. Para entrevistados, alunos que receberam notas insuficientes devem ser submetidos a um curso de reforço e refazer a prova inteira, incluindo as disciplinas em que eles já foram aprovados. O rigor, no entanto, não se estende para escolas em que alunos tiveram desempenho inadequado. Para 62% dos ouvidos, cursos de Medicina não devem ser penalizados.
O trabalho também identificou apoio da população à avaliação seriada dos cursos. Para 86% dos entrevistados, essa é a melhor forma de se avaliar alunos e de se melhorar o curso de Medicina no País.
A pesquisa indicou ainda que 52% dos brasileiros acreditam não haver no País a fiscalização da qualidade dos cursos de Medicina. No grupo que considera haver uma avaliação, quase metade (47%) classifica o sistema usado como péssimo, ruim ou regular.

OBESIDADE E DIABETES


A OMS apela para que uma ação seja tomada para reduzir o consumo de bebidas açucaradas

  • Univadis


Um aumento de 20% no preço de varejo de bebidas açucaradas resultaria em reduções proporcionais no consumo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou sua preocupação com o impacto das bebidas açucaradas na saúde pública. Ela diz que políticas fiscais deveriam ser introduzidas objetivando alimentos e bebidas para os quais existem alternativas saudáveis disponíveis.
Em um novo relatório, Políticas fiscais para a dieta e a prevenção de doenças não transmissíveis (DNTs), a OMS afirma que políticas que resultem em um aumento de pelo menos 20% no preço de varejo das bebidas açucaradas resultaria em reduções proporcionais no consumo desses produtos.
“O consumo de açúcares livres, incluindo produtos como bebidas açucaradas, é um fator importante no aumento global de pessoas sofrendo de obesidade e diabetes,” explicou o Dr. Douglas Bettcher, Diretor do departamento da OMS para a prevenção de DNTs. “Se os governos taxarem produtos como as bebidas açucaradas, eles conseguirão reduzir o sofrimento e salvar vidas. Eles também poderiam diminuiriam os custos com assistência à saúde e aumentariam a renda para investir em serviços de saúde”
A OMS recomenda que se as pessoas consumem açúcares livres, que mantenham sua ingestão abaixo de 10% da sua necessidade total de energia, e reduzam esse consumo para menos do que 5% para obter benefícios adicionais para a saúde. Isso equivale a menos do que um copo (pelo menos 250ml) ao dia de bebidas açucaradas comumente consumidas.

PROTESTE