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Baixo nível de vitamina D aumenta risco de morte prematura
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Baixo nível de vitamina D aumenta risco de morte prematura
Baixos níveis de vitamina D aumentam o risco de morte prematura. Este é o resultado de uma meta-análise publicada no "American Journal of Public Health". De acordo com o estudo, o risco de morte prematura é duas vezes mais alto em pessoas com baixos níveis de vitamina D.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Diego, resumiram 32 estudos de 14 países que envolveram 566.583 participantes que examinaram o nível de vitamina D e a taxa de mortalidade. Por meio disso, uma diferença significativa com relação à morte prematura veio à tona.
O valor limite no qual o risco era reduzido à metade corresponde a um nível de vitamina D no sangue de 30 nb/ml. De acordo com o autor principal, Cedric Garland, dois terços da população dos EUA tem níveis mais baixos.
A suplementação diária com até 4.000 unidades internacionais de vitamina D é, definitivamente, inofensiva, dizem os autores. Entretanto, recomenda-se verificar o nível de vitamina D anualmente e consultar um médico quanto à ingestão de suplementos nutricionais.
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Já tiraram seus passaportes companheiros?

 Comunismo o muerte! 
Algumas regulações estatais do regime que tanto inspira a esquerda caviar mas você ainda não deve saber, muito menos eles...
 
VOCÊ É DE ESQUERDA MESMO? ENTÃO EU QUERO CRER QUE VOCÊ ESTÁ CONSCIENTE DISTO AQUI...   É Proibido:    1) Mudar de emprego sem permissão do governo.    2) Mudar de casa: as permutas podem ser realizadas se aprovadas e após os interessados se submeterem a dezenas de regulamentos.    3) Publicar seja o que for sem permissão do governo.    4) Possuir um PC, fax, ou antena parabólica.    5) O acesso a Internet, severamente controlado e vigiado pela segurança do Estado. Apenas 1,7% da população tem acesso a Internet.    6) Ler livros, revistas ou jornais, com exceção dos aprovados e publicados pelo governo. Não existe Imprensa independente. Ler “1984” ou “A Revolução dos Bichos”, de Orwell, é considerado tão subversivo quanto ter um exemplar da revista Sputnik ou Novidades de Moscou, editadas durante a Perestroika, na antiga URSS.    7) Receber publicações do exterior, ou levadas por visitantes (passível de detenção segundo a Lei 88).    8) Comunicar-se livremente com jornalistas estrangeiros.    9) Frequentar hotéis, restaurantes, praias, spas e demais complexos para turistas, onde cubanos não podem entrar.    10) Aceitar presentes ou doações de visitantes estrangeiros.    11) Procurar emprego em companhias estrangeiras estabelecidas na ilha sem aprovação antecipada do governo.    12) Possuir negócios próprios (propriedade privada). Apesar de alguns negócios de pequena monta terem obtido a aprovação do governo, são submetidos a impostos e regulamentações asfixiantes.    13) Ganhar mais do que o salário estabelecido pelo governo para todos os empregos: 7-12 dólares por mês para a maioria dos trabalhos; 15-20 dólares ao mês para profissionais como médicos e funcionários do governo.    14) Vender qualquer objeto pessoal, serviços, produtos alimentícios preparados em casa ou artesanato caseiro, sem a aprovação do governo.    15) Pescar no litoral ou em um bote, sem permissão do governo.    16) Organizar times desportivos, atividades de esporte e atuações artísticas sem permissão do governo.    17) Receber prêmio em dinheiro ou tentar atuar no estrangeiro.    18) Escolher um médico ou um hospital. Quem escolhe isso é o governo.    19) Buscar ajuda médica fora de Cuba.    20) Contratar um advogado, a não ser que se obtenha a aprovação do governo.    21) Negar-se a participar de manifestações ou demonstrações em massa organizadas pelo Partido Comunista. Negar implica em ser caracterizado como inimigo do regime    22) Negar-se a participar em trabalho 'voluntário' com adultos e crianças.    23) Negar-se a votar nas eleições com partido único e candidatos nomeados pelo governo... (Fidel Castro não é eleito em voto direto. Seu nome nunca aparece nas cédulas).    24) Transportar produtos alimentícios para consumo pessoal ou familiar de uma província a outra. As maletas dos viajantes podem ser revistadas a qualquer momento em trens, ônibus, carros particulares, bicicletas ou qualquer outro meio de transporte. Os produtos são confiscados e os portadores processados judicialmente pelo delito.    25) Matar uma vaca. Os camponeses que ousarem matar uma rês, mesmo que de sua propriedade, para consumo da família, e muito menos para vender, cometem um delito cuja pena é de 5 anos de detenção.    26) Comprar ou vender imóveis e terrenos. Só é permitida a permuta, e isso depois de seguir inúmeras regulamentações. Apesar de menos de 6% das terras agricultáveis ainda permanecerem em mãos de camponeses, pois a grande maioria foi expropriada na primeira década após a revolução.    27) Importar freezer, condicionadores de ar, fogões, fornos, microondas, ferros de passar, aquecedores de água, duchas, frigideiras e torradeiras.    28) Regressar para viver no país depois de ter emigrado. Quem decide voltar à ilha para rever seus parentes necessita de um visto de permissão que custa 450 dólares, mesmo que tenha passaporte estrangeiro. Se o visto for rejeitado, o dinheiro não é devolvido.    29) Escolher livremente a carreira que deseja seguir. O processo de seleção para as universidades leva em conta fatores ideológicos e as “necessidades da revolução” naquele momento.    30) Convidar um estrangeiro para passar uma noite em sua casa. Se os vigilantes CDR (Comitês de Defesa da Revolução, quer dizer, espiões de vizinhos) denunciam que um estrangeiro esta pernoitando na casa de um cubano, as investigações iniciadas terminarão em multa ou, em caso de reincidência, na expropriação da casa.    31) Comprar leite para crianças maiores de sete anos.    PARECE QUE AINDA É PERMITIDO RESPIRAR!  Ia esquecendo, a prostituição esta liberada !!!  https://www.facebook.com/cubanetnoticias?ref=ts&fref=ts   Compartilhe, seus amigos precisam conhecer como é o comunismo !!!
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Em Cuba é Proibido:

1) Mudar de emprego sem permissão do governo.
2) Mudar de casa: as permutas podem ser realizadas se aprovadas e após os interessados se submeterem a dezenas de regulamentos.
3) Publicar seja o que for sem permissão do governo.
4) Possuir um PC, fax, ou antena parabólica.
5) O acesso a Internet, severamente controlado e vigiado pela segurança do Estado. Apenas 1,7% da população tem acesso a Internet.
6) Ler livros, revistas ou jornais, com exceção dos aprovados e publicados pelo governo. Não existe Imprensa independente. Ler “1984” ou “A Revolução dos Bichos”, de Orwell, é considerado tão subversivo quanto ter um exemplar da revista Sputnik ou Novidades de Moscou, editadas durante a Perestroika, na antiga URSS.
7) Receber publicações do exterior, ou levadas por visitantes (passível de detenção segundo a Lei 88).
8) Comunicar-se livremente com jornalistas estrangeiros.
9) Frequentar hotéis, restaurantes, praias, spas e demais complexos para turistas, onde cubanos não podem entrar.
10) Aceitar presentes ou doações de visitantes estrangeiros.
11) Procurar emprego em companhias estrangeiras estabelecidas na ilha sem aprovação antecipada do governo.
12) Possuir negócios próprios (propriedade privada). Apesar de alguns negócios de pequena monta terem obtido a aprovação do governo, são submetidos a impostos e regulamentações asfixiantes.
13) Ganhar mais do que o salário estabelecido pelo governo para todos os empregos: 7-12 dólares por mês para a maioria dos trabalhos; 15-20 dólares ao mês para profissionais como médicos e funcionários do governo.
14) Vender qualquer objeto pessoal, serviços, produtos alimentícios preparados em casa ou artesanato caseiro, sem a aprovação do governo.
15) Pescar no litoral ou em um bote, sem permissão do governo.
16) Organizar times desportivos, atividades de esporte e atuações artísticas sem permissão do governo.
17) Receber prêmio em dinheiro ou tentar atuar no estrangeiro.
18) Escolher um médico ou um hospital. Quem escolhe isso é o governo.
19) Buscar ajuda médica fora de Cuba.
20) Contratar um advogado, a não ser que se obtenha a aprovação do governo.
21) Negar-se a participar de manifestações ou demonstrações em massa organizadas pelo Partido Comunista. Negar implica em ser caracterizado como inimigo do regime
22) Negar-se a participar em trabalho 'voluntário' com adultos e crianças.
23) Negar-se a votar nas eleições com partido único e candidatos nomeados pelo governo... (Fidel Castro não é eleito em voto direto. Seu nome nunca aparece nas cédulas).
24) Transportar produtos alimentícios para consumo pessoal ou familiar de uma província a outra. As maletas dos viajantes podem ser revistadas a qualquer momento em trens, ônibus, carros particulares, bicicletas ou qualquer outro meio de transporte. Os produtos são confiscados e os portadores processados judicialmente pelo delito.
25) Matar uma vaca. Os camponeses que ousarem matar uma rês, mesmo que de sua propriedade, para consumo da família, e muito menos para vender, cometem um delito cuja pena é de 5 anos de detenção.
26) Comprar ou vender imóveis e terrenos. Só é permitida a permuta, e isso depois de seguir inúmeras regulamentações. Apesar de menos de 6% das terras agricultáveis ainda permanecerem em mãos de camponeses, pois a grande maioria foi expropriada na primeira década após a revolução.
27) Importar freezer, condicionadores de ar, fogões, fornos, microondas, ferros de passar, aquecedores de água, duchas, frigideiras e torradeiras.
28) Regressar para viver no país depois de ter emigrado. Quem decide voltar à ilha para rever seus parentes necessita de um visto de permissão que custa 450 dólares, mesmo que tenha passaporte estrangeiro. Se o visto for rejeitado, o dinheiro não é devolvido.
29) Escolher livremente a carreira que deseja seguir. O processo de seleção para as universidades leva em conta fatores ideológicos e as “necessidades da revolução” naquele momento.
30) Convidar um estrangeiro para passar uma noite em sua casa. Se os vigilantes CDR (Comitês de Defesa da Revolução, quer dizer, espiões de vizinhos) denunciam que um estrangeiro esta pernoitando na casa de um cubano, as investigações iniciadas terminarão em multa ou, em caso de reincidência, na expropriação da casa.
31) Comprar leite para crianças maiores de sete anos.

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Contra a absurda Lei da Palmada

Publicado por Nelci Gomes - 2 semanas atrás
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Publicado por Joel Pinheiro da Fonseca

Você é a favor de que pais mantenham seus filhos em cárcere privado, sem água, comida e brinquedo, por dias a fio? Não? Então você tem que defender a proibição do castigo no quarto quando ele for malcriado. Colocar no quarto ou no cantinho é uma violência similar à do sequestro.
Achou meio exagerado? É exatamente esse o raciocínio que justificou a Lei da Palmada, ou Lei do Menino Bernardo. Dar uma palmada é torturar; é violentar.
No mundo real, por outro lado, palmada não é tortura e não traz danos às crianças. Como documentado, por exemplo, por Judith Rich Harris em The Nurture Assumption, as evidências a esse respeito em geral não controlam variáveis básicas (ex: influência genética, cultura do meio infantil do qual a criança participa, etc.) e descartam interpretações alternativas: crianças são mais violentas porque apanham mais ou apanham mais porque são mais violentas?
Quando têm algum rigor, os resultados são fracos, e sempre do tipo: crianças que levam palmada podem ser um pouco mais briguentas.
Mas veja: mesmo que haja algumas consequências negativas, nem por isso se segue que a palmada jamais deva ser usada. A necessidade de controlar a criança no presente pode justificar um pequeno desvio de comportamento futuro. (Ou por acaso é um dever moral deixar que os pimpolhos dominem o lar?) Esse tipo detrade-off é normal na criação dos filhos.
Peguemos exemplos de outras áreas. Ao levar o filho para a praia ou para uma piscina, os pais estão conscientemente aumentando o risco de morte da criança. Mesmo assim, julgam que a diversão daquele momento justifica o risco. Ao levar o filho para a casa da avó pra passar a noite, os pais voluntariamente aumentam as chances de o filho morrer ou de ter sequelas pela vida toda (ao colocá-lo num carro) para que possam desfrutar uma noite a dois. É tão horrível assim? Não. É natural.
Pequenos riscos e danos fazem parte da vida, e podem ser justificados por ganhos significativos em outras áreas. Da mesma forma, manter a paz no presente pode justificar um microaumento da probabilidade de que o filho arrume briga no parquinho.
A palmada é apenas uma alternativa para coibir maus comportamentos. Não é das melhores. Depender menos dela é bom. Aliás, quanto mais palmada se dá, menos eficaz ela se torna. Sua vantagem é ser uma punição imediata com baixo custo e alto poder de coibir malcriação. O castigo, a conversa séria, o "tirar brinquedos" também funcionam em diferentes contextos, mas todos exigem mais tempo e esforço dos pais, que às vezes estão exaustos demais. Às vezes, nada como uma boa palmada, ainda que não seja a ferramenta ideal.
Palmada é como ter um pneu remoldado de estepe. Pior e menos seguro, mas, quando necessário, quebra um galho; melhor com ele do que sem.
O ideal da criação sem palmada pode até ser admirado, mas na maioria dos casos não é realista e por isso não deveria em hipótese alguma ser obrigatório. A proibição só serve para abolir uma ferramenta dos pais, tornando a criação dos filhos algo mais cansativo, sem dar nada em troca. Com essas e outras neuroses perfeccionistas que assolam a relação entre pais e filhos, dá pra entender por que ninguém mais quer tê-los.
A proibição depende de imaginar um mundo fantasioso da infância perfeita; trata-se de algo similar à mentalidade que proibiu a propaganda infantil (que, como todo mundo sabe de primeira mão, é coisa inofensiva). Nesse sentido, a escolha da Xuxa como garota-propaganda foi perfeita: uma eterna adolescente que vive num mundo de fantasias infantis e conta com serviçais para toda e qualquer tarefa; e cuja filha, aos 15 anos, ainda tem babá.
O conteúdo da lei é só o começo dos problemas. É preciso implementar a proibição. E como é que a Justiça vai descobrir se a palmada ainda vigora nos lares? A princípio, é mais uma lei que não pegará.
Ou será que o estado vai levá-la a sério? Nesse caso, e na ausência de Fiscais da Família visitando-nos toda semana pra interrogar as crianças (ainda é cedo pra isso — quem sabe em 2050), a única saída é estimular a cultura da delação. Seus vizinhos, seus parentes, seus conhecidos; não arrume confusão com eles, ou já sabe…
Ensinamos as crianças a recorrerem à autoridade ao primeiro sinal de conflito, como se fosse um reflexo. Agora instaremos os adultos a fazê-lo também. Não é a primeira vez. Pode ter certeza de que interessa ao estado quebrar laços de confiança entre as pessoas. Quanto mais as pessoas confiam umas nas outras, menos o poder estatal é necessário. Já tivemos os Fiscais do Sarney, agora podemos ressuscitá-los, não para multar comerciantes, mas para arruinar famílias. Belo e moral!
Entre a lei que não pega e a vigilância totalitária, minha mulher apontou uma terceira alternativa, e essa é minha aposta. Para o grosso das pessoas, a lei não vai pegar. A vida seguirá como sempre. O custo social da implementação é alto demais. Mas, de vez em quando, quando um conflito ou desavença surgir, a possibilidade de delatar a palmada às autoridades será mais uma opção do cardápio; mais uma tática possível no arsenal de militantes bem-intencionados ou vizinhos invejosos. Virá à tona especialmente em disputas virulentas pela guarda dos filhos.
A Lei do Menino Bernardo entrará, assim, no rol das leis hipócritas: aquelas que ninguém espera que sejam seguidas, mas que continuam valendo quando convém. Como a Lei Seca. Desastrosa se aplicada de verdade, ela é aplicada arbitrariamente, de vez em quando. Sobrevive como um pequeno exercício de poder para ferrar a vida de algum azarado.
Agora não há mais escolha: ou se opera no (suposto) ideal, ou se está quebrando a lei e pode-se perder a guarda dos filhos e até mesmo ir para a cadeia por um período de 1 a 4 anos.
Mas me digam, o que será pior para uma criança: levar uma palmada no bumbum ou ser tirada à força de seus pais, dada aos cuidados da Assistência Social, ir e vir a tribunais familiares, e ser repassada a uma nova família?
Sendo assim, todo mundo que levou palmada na infância tem agora apenas duas opções: apontar o dedo na cara da mãe e dizer que ela é uma criminosa e que deveria ter sido presa, ou protestar em alto e bom som contra essa lei imbecil.

Fonte:http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1877
Nelci Gomes
Publicado por Nelci Gomes
Inicio de vida acadêmica na Escola de Engenharia Agronômica - UFRB fazendo parte de alguns movimentos em busca pelo desenvolvimento...

Meio Ambiente

11 atitudes simples que podem salvar o planeta

Publicado por Carolina Salles - 2 semanas atrás


Salvar o planeta é uma atitude complexa e que depende de cooperação entre todos os indivíduos, empresas e instituições governamentais. Entretanto, algumas atitudes simples podem trazer mudanças significativas nessa luta. Ações que começam comvocê.
São atos corriqueiros como separar o lixo, ir de bicicleta ao trabalho e outras ações para desenvolver em casa. Para salvar o planeta - de verdade -, listamos 11 atitudes muito simples, mas que fazem toda a diferença.
#01. Separe o lixo reciclável do orgânico. Mesmo!
Você já ouviu isso na escola, na propaganda da TV e até na mensagem spam que recebeu por e-mail hoje cedo. Então que tal botar isso em prática, pra valer? É simples: um destino para o lixo orgânico, um destino para o lixo reciclável.
A sua cidade não tem um sistema de coleta seletiva de lixo? Com certeza ela tem um centro de reciclagem, tente se informar onde fica o posto mais próximo.

#02. Plante e cuide de uma árvore
Já sei, você vai dizer que não tem tempo e nem espaço adequado para isso, correto? Tudo bem, então seja colaborador de alguma ONG que assuma essa função.
Um bom exemplo é o Clickarvore, mas uma busca rápida pelo Google e você pode encontrar outras entidades que desenvolvam ações similares. Se nada der certo, invista em plantas que tragam benefícios ao seu apartamento.

#03. Use ecobags e não sacolas plásticas
Vamos lá, é tudo questão de adaptação e menos de "ecologia". Não saia por aí comprando aquelas ecobags vendidas em mercados, além de estragarem facilmente, o volume que elas comportam é mínimo. Procure por embalagens maiores.
Além de facilitar no transporte, você vai dizer adeus àquelas sacolinhas que rasgam, cortam as mãos e fazem você parar a cada meia quadra para trocar de mão. Transportar cerveja, refrigerante, aquela pizza enorme do final de semana, frutas e até caixas de leite nunca antes foi tão fácil.

#04. Deixe o carro em casa e invista no transporte coletivo
Menos carros nas ruas = menos emissão de gás carbônico = planeta respirando um pouco mais aliviado. É simples.
Use o metrô ou percurso do ônibus para ler, ouvir algum artista que você nunca ouviu antes, jogue, pratique idiomas, experimente ouvir notícias ou qualquer tipo de podcast. O tempo passa tão rápido que você nem percebe. Na dúvida...

#05. Vá de bicicleta ao trabalho!
Além de cumprir a sua cota diária de exercícios físicos, pedalar tira você da monotonia, revela novos cenários e, claro, um pouco de ar fresco na cara faz sempre bem.
A empresa onde você trabalha não tem chuveiro? Pedale um pouco mais devagar, beba muita água e faça algumas paradas no meio do caminho, isso pode ajudar o ciclista iniciante. Só não esqueça de consultar um médico antes e ter todos os equipamentos necessários para a atividade.

#06. NÃO jogue óleo na pia. Recicle!
Basta uma busca no Google para encontrar uma série de ONGs e projetos especializados na reciclagem de óleo. Outra alternativa: aproveite os dejetos para fazer sabão
Responsável por 40% do entupimento da rede de esgoto em São Paulo, o óleo ainda contamina o solo e lençóis freáticos, logo, quem perde é sempre você.

#07. Pare de desperdiçar água no chuveiro!
Sim, transar embaixo do chuveiro ou ficar horas cantarolando enquanto você toma banho é uma experiência maravilhosa, mas já parou para pensar no desperdício de água?
Use o chuveiro para tomar banho, sem enrolação!

#08. Compre apenas o NECESSÁRIO
1,3 bilhão de toneladas de comida vai parar no lixo anualmente no mundo todo - dados da Food and Agriculture Organization (FAO), órgão das Nações Unidas que trata de alimentação e agricultura. Já no Brasil, são jogadas fora 25 milhões de toneladas de comida, prejuízo de R$ 12 bilhões!
Você não precisa (e nem vai) morrer de fome. Apenas mantenha o controle. O mesmo vale para aquelas comprinhas no shopping. Pode não parecer, mas pense na energia, água e químicos poluentes para produzir uma única peça de roupa? Menos, bem menos, por favor!

#09. Deixe de frescura: faça xixi no banho, poxa!
Claro que você não precisa tomar banho toda vez que quiser fazer xixi, mas custa segurar um pouco e liberar enquanto você estiver embaixo do chuveiro? É água mesmo, deixa escorrer pelo ralo.

#10. Deposite pilhas e baterias usadas APENAS nos lugares certos
A internet não serve apenas para você descobrir onde baixar o episódio novo de Game Of Thrones, mas saber também onde estão os pontos de coleta de pilhas e baterias usadas mais próximos.
Sim, jogar tudo no lixo é sempre mais fácil, mas sabe o que também é muito fácil?Fazer a coisa certa. Daenerys tem apenas uma palavra para você que não descarta pilhas corretamente: DRACARYS!

#11. Apague a luz
Não vai ficar no quarto? Apague a luz. Vai viajar? Tire tudo da tomada e apague a luz. Videogame sem uso? Televisão que você não assiste? Microondas que você esqueceu? Tire da tomada.
Além de diminuir o consumo de energia e salvar o planeta, você ainda economiza uma boa soma de dinheiro ao final do mês. Sério, quão difícil isso pode parecer? É simples: apague a luz!

Fonte: Brasil Post | De Cleber Facchi e http://www.brasilpost.com.br/2014/06/05/salvaromundo-reciclar_n_5440194.html
Carolina Salles
Publicado por Carolina Salles
Mestre em Direito Ambiental.

Fila de Banco

Saiba como funciona a Lei da Fila de Banco 

Publicado por Jairo e George Melo Advogados Associados - 2 semanas atrás


A espera excessiva em filas de bancos é uma situação vivenciada corriqueiramente por muitas pessoas, mas nem todos os que encaram o problema na vida prática entendem como ele é regulamentado no Brasil. O tempo limite de aguardo, por exemplo, não está previsto em apenas uma “Lei da Fila de Banco”. O poder de legislar sobre o assunto é de responsabilidade das esferas estaduais e municipais, e cada localidade o trata de acordo com as próprias peculiaridades.
“Não há um tempo exato de espera em filas de atendimento de estabelecimentos bancários, como 15, 20 ou 40 minutos. A precisão temporal varia de um lugar para o outro, com ênfase nas características de determinada cidade ou estado. Um município do interior, por exemplo, geralmente leva em consideração a circulação de pessoas em dias de feira livre, o que não é necessário ser pensado em capitais”, pontua o advogado Marcelo Pimenta Cavalcanti, integrante do escritório Jairo e George Melo Advogados Associados.
O profissional ainda destaca outras variáveis. “É comum que em vésperas ou dias que seguem feriados prolongados, ou ainda em datas de pagamento do funcionalismo público, o tempo de espera seja estendido”, acrescentou.

Como se proteger?

Grande parte da população acredita que somente esperar por atendimento por um tempo superior ao previsto na legislação confere o direito a obter uma indenização. Pimenta explica que não é bem assim.
“Há casos em que a espera demasiada foge da normalidade, deixando de ser um mero aborrecimento tolerável para se transformar em algo mais sério, anormal. Não há dúvidas de que o tempo desarrazoado constitui um fator importante para justificar uma compensação de cunho moral, mas ele não é essencial. O primordial é saber o malefício que a situação de espera trouxe ao ser humano, na condição de pessoa digna”, destaca.
O advogado dá exemplos:
  • Impossibilidade de utilizar sanitários quando solicitado aos funcionários do estabelecimento durante a espera demasiada;
  • Longa espera aguardada em pé, sem direito a disponibilização de água;
  • Perda de um compromisso importante ou necessidade de reagendamento desse;
  • Perda de um dia de trabalho;
  • Questões de saúde prejudicadas.
“Certamente, todos os fatos que o consumidor relatar, envolvendo sua espera demasiada no estabelecimento bancário, devem ser comprovados nos autos de um processo, não esquecendo, sobretudo, do bilhete com a hora de entrada e saída. Comprovar o tempo é importantíssimo, mas é imprescindível comprovar, primeiramente, como a espera excessiva repercutiu em sua vida”.

Sanções

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) e as leis sobre o tema preveem uma série de sanções administrativas aos bancos que descumprem a legislação. As penalidades podem variar de uma simples advertência à imposição de multas severas, ou até mesmo ao fechamento do estabelecimento. Se o interesse for a indenização pelo dano moral, o consumidor deve judicializar a reclamação, ou seja, recorrer ao Poder Judiciário.

Jairo e George Melo Advogados Associados
Fundado em 1992 pelos advogados Jairo Melo e George Melo, o escritório Jairo e George Melo Advogados Associados reúne a experiência dos...

Estabilidade no emprego

Deveres para donos e funcionários

Publicado por Jairo e George Melo Advogados Associados - 2 semanas atrás
 
Seja por gravidez, acidente de trabalho ou gestão sindical, a legislação brasileira concede ao trabalhador, em algumas situações, a estabilidade no emprego. Essa é uma garantia que se diferencia da conhecida estabilidade do servidor público, por ser, dentre outros pontos, provisória e atribuída aos empregados celetistas. Se um funcionário estiver enquadrado em uma das circunstâncias versadas pela lei, ele só pode ser dispensado se houver justa causa.
“Empregador e empregado possuem deveres em uma condição de estabilidade. O contratante tem por obrigação manter o funcionário em suas funções sem nenhuma perseguição ou obstáculo, facilitando o labor na empresa. Já o empregado precisa cumprir suas funções com habitualidade, subordinação e zelo”, explica a advogada Kellyane Celestino, especialista em Direito do Trabalho e integrante do escritório Jairo e George Melo Advogados Associados.

Confira algumas das principais situações que garantem estabilidade no emprego:

  • Gravidez: a segurança se inicia a partir da confirmação da gravidez e perdura até cinco meses após o parto. Ou seja, a mulher não pode ser demitida neste período.
  • Acidente de trabalho ou doença ocupacional: o trabalhador não pode ser demitido a partir do momento que é afastado pelo INSS até um ano após a alta. “Primeiramente, a empresa deve se dispor a ajudá-lo dentro de seus limites financeiros. Se a doença incapacitar relativamente o empregado, deve-se verificar se há aptidão para outras atividades. Já no caso de incapacidade absoluta, será preciso encaminhá-lo ao INSS”, indica a advogada.
  • Dirigente sindical: não pode ser dispensado do emprego o funcionário sindicalizado ou associado, a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou representação de entidade sindical ou associação profissional até um ano após o final do seu mandato, caso seja eleito, inclusive como suplente, salvo se cometer falta grave devidamente apurada nos termos da legislação.
  • Aposentadoria: funcionários que estão prestes a se aposentar – faltando apenas um ou dois anos – também não podem ser demitidos, desde que haja previsão nesse sentido nas normas coletivas da categoria.
  • Dirigente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa): os integrantes dessa comissão, obrigatória de acordo com as instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e por meio de normas regulamentadoras, possuem estabilidade. Há integrantes escolhidos pela empresa e outros pelos funcionários, a garantia só é dada na segunda opção.
“Existem outras espécies de estabilidade que foram instituídas por leis ordinárias esparsas, como relativas a diretores de cooperativas, deficientes físicos e empregados públicos no período que antecede as eleições. É possível estabelecer garantias contratualmente, inclusive por meio de convenção ou acordo coletivo, desde que não ultrapasse os instrumentos normativos. Destaca-se ainda que, embora não haja estabilidade ou garantia a portadores do vírus HIV, há uma proteção legal contra a despedida discriminatória”, completa a advogada do JGM.

E se o empregado estável não tiver boa conduta?

Atos de improbidade, quebras de regras internas, assédio contra outro funcionário, negligência de tarefas, embriaguez, indisciplina, abandono de emprego e violação de segredo da empresa, dentre outros, se cometidos pelo empregado, são passíveis de demissão por justa causa. De acordo com a especialista Kellyane Celestino, o contratante tem o direito de não manter o funcionário em sua empresa.
“É importante ressaltarmos que a estabilidade provisória não é absoluta. Em casos de comportamentos não compatíveis com o ambiente de trabalho, a empresa pode demitir o empregado estável, desde que respeitadas a caracterização e a limitação da justa causa, dentre as hipóteses previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Aqui, a advocacia preventiva é de real necessidade, pois o empregador, sem os conhecimentos jurídicos necessários, não consegue discernir uma melhor conduta para resolver a celeuma da estabilidade”, finaliza a advogada.
Jairo e George Melo Advogados Associados
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ESPIRITO SANTO

O Espírito Santo é uma Pessoa Viva

Categoria: Artigos



pentecostes“A missão do Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome do Filho e pelo Filho “de junto do Pai” (Jo 15, 26), revela que o Espírito é com eles o mesmo Deus único. “Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado” (Cat. §263). Ele é uma Pessoa divina, viva, que fala, ouve, sente, age…
“O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão” (S. Agostinho , A Trindade 15,26,47).
Ele “falou pelos Profetas”, ensina o Credo. Por “profetas”, entendemos todos aqueles que o Espírito Santo inspirou para o anúncio de viva voz e na redação dos livros sagrados, tanto do Antigo como do Novo Testamento.
Diz São Pedro: “Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pe 1, 21).
São Paulo diz: “Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19). Ele pode ser sufocado em nossa alma por nossos pecados. “Não contristeis o Espírito Santo de Deus, com o qual estais selados para o dia da Redenção” (Ef 4,30). Ele pode ser entristecido quando viramos as costas para Deus, quando negamos suas Leis, quando somos preguiçosos em ouvi-lo e seguir suas moções.
“A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!” (2Cor 13,13), deseja São Paulo.
O Papa Paulo VI professou a fé da Igreja no Espírito Santo:
“Cremos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e que com o Pai e o Filho é juntamente adorado e glorificado. Foi Ele que falou pelos profetas e nos foi enviado por Jesus Cristo, depois de sua ressurreição e ascensão ao Pai. Ele ilumina, vivifica, protege e governa a Igreja, purificando seus membros, se estes não rejeitam a graça. Sua ação, que penetra no íntimo da alma, torna o homem capaz de responder àquele preceito de Cristo: “Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (cf. Mt 5,48). (Credo do Povo de Deus, 13)
Foi Jesus mesmo quem nos revelou o Espírito Santo e no-lo enviou no dia de Pentecostes. Ele é inseparável dos dois. Ao anunciar e prometer a vinda do Espírito Santo, Jesus o chamou de “Paráclito”, “advocatus”, consolador, aquele que está perto. O mundo pecador não pode recebê-lo, mas ele está com os filhos de Deus. Na Última Ceia, na despedida da Igreja, Jesus promete enviá-lo:
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós” (João 14,15). Ele “vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse”. (João 14,25). Ele é a memória viva da Igreja sobre tudo o que Jesus lhe ensinou.
“Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade”. (João 16,13). É por isso que a Igreja nunca errou o caminho da verdade, embora seus filhos sejam santos e pecadores.
Prof. Felipe Aquino

RELIGIÃO - FÉ

A fé que remove montanhas

Categoria: Artigos



image003Um menino viajava sozinho em um trem de carga. Quando o trem chegou a uma estação, o chefe desta perguntou-lhe intrigado:
- Menino, o que você faz neste trem? Você sabe para onde este trem vai?
O garoto, muito tranquilo, lhe respondeu:
- Não se preocupe, senhor, estou apenas andando de trem. Gosto muito de andar de trem.
O chefe da estação, mais intrigado ainda, ordenou-lhe que saísse do trem e disse que providenciaria para que ele voltasse para casa. Nisso o garoto lhe respondeu, sorrindo:
- Não se preocupe, senhor, meu pai é o maquinista deste trem… Para onde o trem for, ele vai junto comigo…
Essa história pode ser aplicada à nossa vida religiosa e à nossa fé em Deus. Vivemos dizendo ao Senhor, em nossas orações, que nós confiamos n’Ele, mas tantas vezes não agimos assim nas horas mais difíceis. Não aprendemos ainda a abandonar nossa vida nas mãos de Deus e a deixar que Ele a conduza conforme Sua vontade. Creio ser essa uma das mais profundas experiências religiosas que devemos viver. Como aquele garoto do trem precisamos viajar tranquilos no trem desta vida, certos de que o “maquinista” dela é o nosso Pai. Ele nos criou por amor e nos guia no Seu amor. Precisamos confiar nisso para ver a mão de Deus na nossa vida e sentir que a Sua face nos acompanha.
Há três versículos na Bíblia que repetem a mesma palavra de Deus: “O justo viverá pela fé” (Hb 2,4; Gl 3,11; Hb 10,38). E há um outro onde São Paulo nos ensinou que “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6a). De fato, sem uma confiança profunda em Deus pela fé, é impossível fazermos a Sua vontade, pois essa se realiza em nossa vida na medida em que, pela fé, aceitamos os acontecimentos cotidianos.
Toda a Bíblia é um livro de fé que narra a aventura de muitos homens e mulheres que, agindo na fé, fizeram a vontade de Deus, vencendo obstáculos intransponíveis. Quando agimos na fé sentimos com clareza o que o anjo disse a Maria: “A Deus nenhuma coisa é impossível” (Lc 1,37).
Jesus repreendia severamente os Seus discípulos quando eles fraquejavam na fé, e chamava-os de “homens fracos na fé”. Depois da tempestade acalmada, disse-lhes: “Por que este medo gente de pouca fé?” (Mt 8,26a). A Pedro, que afundara nas águas do mar de Tiberíades, Ele disse “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” (Mt 14,31b).
Deus não pode agir em nossa vida quando não demonstramos confiança Nele e no Seu amor. O poder de Deus é liberado quando nos lançamos em Seus braços com toda a fé. O livro dos Salmos está repleto dessa profunda manifestação de fé em Deus. O rei Davi, que vivia pela fé, cantava:
“O Senhor é meu pastor, nada me faltará
Ainda que eu atravesse o vale escuro,
Nada temerei, pois estais comigo” (Sl 22,1.4a).
“O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei?
O Senhor é o protetor de minha vida, de quem terei Medo?” (Sl 26,1)
Essa jubilosa esperança em Deus, que faz brotar dos lábios do homem de fé palavras de confiança no Criador, é a sua força e alegria, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. Nós também precisamos fazer crescer nossa fé, repetindo e vivendo essa esperança em Deus todos os dias, até que nossa vida e nosso futuro estejam completamente em Suas mãos. Essa fé é o único remédio disponível para o homem cansado e estressado de nossos dias. Enquanto as âncoras não estiverem presas no absoluto de Deus, não estaremos firmes. Só Deus, no Seu poder, é capaz de nos dar a segurança que está além de tudo  e de todos. Então poderemos cantar como o salmista:
“Só em Deus repousa minha alma,
Só dele me vem a salvação.
Só ele é meu rochedo e minha salvação;
Minha fortaleza: jamais vacilarei.
Ó povo, confia nele uma vez por todas” (Sl 61,2-3.9).
Assim poderemos viver felizes nesta vida, e tranquilos, como aquele menino que seguia no trem cujo maquinista era seu pai.
Prof. Felipe Aquino
(Retirado do livro: “Em Busca da Perfeição”)

ATIVIDADE INTESTINAL


COMO MANTER O INTESTINO REGULADO


Autor: Textual Conteúdo
Publicado em: Saúde
grey COMO MANTER O INTESTINO REGULADO
O funcionamento do seu intestino é tão importante quanto as atividades que você pratica diariamente, como comer, beber água, fazer exercícios físicos e dormir. Quando uma dessas atividades não está sendo feito regularmente ou corretamente, o intestino acaba sentindo as consequências. E você sabe como manter o intestino regulado?
Para manter o intestino regulado é preciso respeitar as necessidades do seu corpo e cuidar bem dele. Uma alimentação específica pode ajudar no momento de prisão de ventre, mas comer ao menos um alimento que estimula o intestino por dia o ajudará a melhorar seu funcionamento e evitar o aparecimento de doenças no futuro.
Como você pode perceber, os maus hábitos alimentares são os principais vilões do mau funcionamento do intestino. Porém, outros problemas também podem provocar cólicas, constipações e prisão de ventre, como estresse, vida sedentária e desequilíbrio hormonal. Portanto, para manter o intestino funcionando bem e evitar o incômodo do inchaço que a prisão provoca, confira algumas dicas.

Dicas de como manter o intestino regulado

1. Alimente-se bem sempre

Alguns alimentos são conhecidos por solucionarem problemas de prisão de ventre. As fibras insolúveis funcionam como um laxante natural e estão presentes nas verduras, nas folhas verdes, em cereais integrais, em grãos como granola, e as clássicas frutas sempre recomendadas para combater o problema, como ameixa, figo, pêssego, mamão, abacaxi e jaca.
Porém, essas fibras precisam estar na sua alimentação todos os dias, e não somente quando surgem problemas no intestino. Dessa forma, as chances de você voltar a sentir dores e perturbações serão muito menores. Além disso, adicione pelo menos uma das frutas citadas acima em seu café da manhã ou sobremesa todos os dias e prefira alimentos em suas versões integrais.

2. Invista em exercícios físicos

Quanto mais o sangue no seu corpo é estimulado, melhor os órgãos irão funcionar. Claro que com o intestino não poderia ser diferente, por isso, atividades físicas são fundamentais para evitar problemas como a prisão de ventre. Se você ainda não pratica, comece com uma caminhada leve diária, de preferência depois de um bom café da manhã, e vá intensificando aos poucos.

3. Hidratação é fundamental

Assim como os exercícios físicos, sabemos que a água é fundamental para a saúde do corpo. No caso do intestino, os benefícios da água são muitos! Mantendo uma média de dois litros de água por dia, você irá hidratar seu corpo e estimular o trânsito intestinal.

4. Estabeleça horários

Assim como você precisa de um horário para começar e terminar seus exercícios e para uma pausa para beber água durante o dia, você também precisará de uma pausa para comer e para ir ao banheiro.
Nunca coma com pressa, estabeleça que seu horário de almoço é importante para que seu intestino receba bem o que está ingerindo.
A hora de ir ao banheiro também deve ser um compromisso diário. Seu corpo provavelmente se acostumará com este horário, por isso escolha um momento em que esteja em casa e não possa ser atrapalhado. Se sentir vontade de ir, não demore, não deixe seu corpo esperando.
Por fim, escolha um momento no seu dia para relaxar o corpo e a mente. Se você não conseguir parar por alguns minutos durante o dia, use a hora de dormir. Algumas dicas: leia um livro; deite-se confortavelmente na cama e respire fundo em três sequências de cinco inspirando pelo nariz e expirando pela boca; alongue-se antes de deitar; se preferir ouvir música, escolha um estilo musical mais suave em volume baixo. Com essas práticas, você dormirá melhor e acordará mais disposta, com o corpo relaxado, e esse bem-estar se refletirá também no funcionamento do seu intestino.

Construtora é condenada por atraso em entrega de obra

Publicado por JurisWay (extraído pelo JusBrasil) e mais 2 usuários - 1 ano atrás
O juiz da 24ª Vara Cível de Brasília condenou a Construtora Argus Ltda a pagar a quantia de R$ 1.200, de forma mensal, a partir de 180 dias após 31/07/2011, e a pagar a quantia de R$ 10 mil, a título de danos materiais, por atraso em entrega de obra.
Alegou o autor da ação ter adquirido da construtora imóvel de empreendimento residencial, situado em Águas Claras/DF. Afirmou que o compromisso de compra e venda fora assinado pelo valor de R$ 215.000, tendo o valor sido pago em duas parcelas - um sinal de R$ 60 mil e um depósito de R$ 155 mil, tendo o valor sido pago na íntegra. Argumentou que a construtora está em mora desde maio de 2011, por isso requer ressarcimento dos prejuízos decorrentes do atraso, dos aluguéis que deixou de receber com o atraso na obra. A construtora não compareceu na audiência de conciliação e não apresentou contestação.
O juiz decidiu que assiste razão ao autor. Verifica-se que foram efetivados todos os pagamentos previstos em contrato, todos eles comprovados por meio de recibo bancário. De outro lado, o Réu não demonstrou motivo justificável para atraso da obra. No caso, a Ré deve suportar todos os prejuízos sofridos pelo Autor. Ainda, tenho que a exorbitância do prazo para entrega, ainda que motivada, enseja o dever de indenizar, porquanto faz parte do risco do serviço, assumido pela Construtora. O atraso gerador do inadimplemento contratual, entretanto, apenas pode ser contado após o término prazo de tolerância previsto em contrato (180 dias). No caso dos autos, resta evidente que o Autor, que reside com um dos pais, pretendia o imóvel para alugá-lo e acrescer sua renda. Deve o réu ser compelido a pagar o valor de mercado dos alugueres do imóvel, afirmou o magistrado.
Cabe recurso da sentença.
Processo: 2012.01.1.026845-0

Pizzolato pode não ser extraditado ao Brasil terceiro-mundista

Publicado por Luiz Flávio Gomes - 2 semanas atrás
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Os obstáculos para que Pizzolato, condenado pelo STF a 12 anos e 7 meses de prisão (mais multa de R$ 1,3 milhão) e foragido da Justiça brasileira, possa ser extraditado ao Brasil são os seguintes: (a) problemas burocráticos (faltam ainda mais “papeis”); (b) falta de segurança nos presídios brasileiros; (c) não cumprimento da garantia fundamental do duplo grau de jurisdição (que o STF ignora, ao descumprir a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos); (d) Pizzolato tem dupla nacionalidade (é também e italiano); (e) contra a decisão de primeira instância cabe recurso para a Corte de Cassação de Roma; (f) a decisão final, mesmo que deferida a extradição pelo Judiciário, é do Ministério da Justiça da Itália (que até hoje não engoliu a não extradição de Battisti). Novo julgamento dele na Itália é impossível (o caso já foi julgado; não houve inércia, nesse ponto, da Justiça brasileira). Cumprir a pena na Itália é possível (caso o governo italiano assim decida, protestando pela reciprocidade).
De todos os motivos alinhados, dois se referem à condição terceiro-mundista do Brasil (que é um país meia-boca em praticamente tudo): (a) falta de segurança nos presídios; (b) não observância das garantias constitucionais e internacionais (como o duplo grau de jurisdição). Não é que não existam presídios no Brasil; o que falta é segurança assim como condições de higiene mínimas garantidas pelos tratados internacionais. Nos presídios brasileiros – é isso que a defesa de Pizzolato está alegando - os prisioneiros são tratados como bichos (com amplo apoio popular e midiático, regido pela cultura da indiferença). Na Europa o preso é considerado um humano; aqui é um sub-humano. O mesmo tratamento que os criminosos perversos conferem às suas vítimas, o Estado brasileiro promove contra os prisioneiros, a começar pela falta de vagas (210.436, em maio de 2014), que revela absurda superlotação. É no campo penitenciário que o lado criminoso do Estado brasileiro cumpre o papel sujo de estimular e oferecer todas as condições para o genocídio e os assassinatos em massa, além da corrupção. Esse motivo, se não superado por garantias especiais, pode ser relevante para impedir a extradição de Pizzolato ao Brasil.
O outro aspecto terceiro-mundista do nosso país reside na obstinada negativa do STF em cumprir os tratados e a jurisprudência internacionais, particularmente no que diz respeito ao duplo grau de jurisdição. Aos réus condenados diretamente pelo STF não é permitida referida garantia e isso contraria a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (casos Barreto Leiva e Alibux). Pizzolato, tal como todos os demais réus do mensalão, foi condenado por ter violado regra sagrada da democracia, qual seja, a compra de votos de parlamentares venais e corruptos; mas o julgamento não seguiu as regras jurídicas vigentes no plano internacional. A isso, no plano interno, não se dá importância. No plano internacional as coisas funcionam de forma diferente. Pode ser um obstáculo à extradição de Pizzolato.
Luiz Flávio Gomes
Publicado por Luiz Flávio Gomes
Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz...

CARTA ABERTA DE UMA MEDICA PARA PRESIDENTA DILMA

"Dilma, deixa eu te falar uma coisa! 
Sou Fernanda Melo, médica, moradora e trabalhadora de Cabo Frio, cidade da baixada
 litorânea do estado do Rio de Janeiro.
Este ano completo 7 anos de formada pela Universidade Federal Fluminense e desde então, por opção de vida, trabalho no interior. Inclusive hoje, não moro mais num grande centro. Já trabalhei em cada canto...
Você não sabe o que eu já vi e vivi, não só como médica, mas como cidadã brasileira. Já tive que comprar remédio com meu dinheiro, porque a mãe da criança só tinha R$ 2,00 para comprar o pão.
Por que comprei?
Porque não tinha vaga no hospital para internar e eu já tinha usado todos os espaços possíveis (inclusive do corredor!) para internar os mais graves.
Você sabe o que é puxadinho?
Agora, já viu dentro de enfermaria? Pois é, eu já vi. E muitos. Sabe o que é mãe e filho dormirem na mesma maca porque simplesmente não havia espaço para sequer uma cadeira?

Já viu macas tão grudadas, mas tão grudadas, que na hora da visita médica era necessário chamar um por um para o consultório porque era impossível transitar na enfermaria?
Já trabalhei num local em que tive que autorizar que o familiar trouxesse comida ( não tinha, ora bolas!) e já trabalhei em outro que lotava na hora do lanche (diga-se refresco ralo com biscoito de péssima qualidade) que era distribuído aos que aguardavam na recepção.
Já esperei 12 horas por um simples hemograma. Já perdi o paciente antes de conseguir um mera ultrassonografia. Já vi luva descartável ser reciclada. Já deixei de conseguir vaga em UTI pra doente grave porque eu não tinha um exame complementar que justificasse o pedido.
Já fui ambuzando um prematuro de 1Kg (que óbvio, a mãe não tinha feito pré natal!) por 40 Km para vê-lo morrer na porta do hospital sem poder fazer nada. A ambulância não tinha nada...
Tem mais, calma! Já tive que escolher direta ou indiretamente quem deveria viver. E morrer...
Já ouvi muito desaforo de paciente, revoltando com tanto descaso e que na hora da raiva, desconta no médico, como eu, como meus colegas, na enfermeira, na recepcionista, no segurança, mas nunca em você.
Já ouviu alguém dizer na tua cara: meu filho vai morrer e a culpa é tua? Não, né? E a culpa nem era minha, mas era tua, talvez. Ou do teu antecessor. Ou do antecessor dele...
Já vi gente morrer! Óbvio, médico sempre vê gente morrendo, mas de apendicite, porque não tinha centro cirúrgico no lugar, nem ambulância pra transferir, nem vaga em outro hospital?
Agonizando, de insuficiência respiratória, porque não tinha laringoscópio, não tinha tubo, não tinha respirador?
De sepse, porque não tinha antibiótico, não tinha isolamento, não tinha UTI?
A gente é preparado pra ver gente morrer, mas não nessas condições.
Ah Dilma, você não sabe mesmo o que eu já vi! Mas deixa eu te falar uma coisa: trazer médico de Cuba, de Marte ou de qualquer outro lugar, não vai resolver nada!
E você sabe bem disso.
Só está tentado enrolar a gente com essa conversa fiada. É tanto descaso, tanta carência, tanto despreparo...
As pessoas adoecem pela fome, pela sede, pela falta de saneamento e educação e quando procuram os hospitais, despejam em nós todas as suas frustrações, medos, incertezas...
Mas às vezes eu não tenho luva e fio pra fazer uma sutura, o que dirá uma resposta para todo o seu sofrimento!
O problema do interior não é falta de médico. É falta de estrutura, de interesse, de vergonha na cara. Na tua cara e dessa corja que te acompanha!
Não é só salário que a gente reivindica. Eu não quero ganhar muito num lugar que tenha que fingir que faço medicina. E acho que a maioria dos médicos brasileiros também não.
Quer um conselho?
Pare de falar besteira em rede nacional e admita: já deu pra vocês!
Eu sei que na hora do desespero, a gente apela, mas vamos combinar, você abusou!
Se você não sabe ser "presidenta", desculpe-me, mas eu sei ser médica, mas por conta da incompetência de vocês, não estou conseguindo exercer minha função com louvor!
Não sei se isso vai chegar até você, mas já valeu pelo desabafo!"
(Fernanda Melo)
 
 

Jornal do Partido Comunista de Cuba confirma que Dilma quer forçar empresas farmacêuticas brasileiras a produzir em Cuba.

16/06/2014
 às 19:00

PT quer cortar empregos aqui e gerar empregos lá; trata-se de mais uma ameaça aos genéricos

Vocês se lembram que denunciei aqui, no dia 4 de junho, que o governo Dilma está pressionando a indústria farmacêutica brasileira a abrir fábricas em Cuba para a produção de biossimilares, que seriam exportados para a América Latina e Caribe, inclusive o Brasil? Sim, brasileiras e brasileiros, a petezada que comanda o país quer gerar empregos em Cuba, o que certamente desempregará brasileiros; quer gerar divisas para Cuba, o que certamente será ruim para a balança comercial brasileira; quer dar velocidade, em suma, ao PAC, o Programa de Aceleração de… Cuba!
A repórter Talita Fernandes, da VEJA.com, foi atrás da história. O Planalto, claro!, nega que esteja fazendo essa ursada com os brasileiros, mas, oh surpresa!, o Granma, o jornal do Partido Comunista — é aquele cujo endereço na Internet é “Granma.cu” (sem querer ofender petistas, é claro!) — confirma. Vejam trecho do artigo. A íntegra está aqui.
 Granma remédios
Retomo
Em “comunistês”, tudo é uma maravilha, e os dois países sairão ganhando. Em “verdadês”, o governo petista pressiona a indústria farmacêutica brasileira a transferir parte de suas plantas industriais para Cuba. Chegou a hora de a oposição convocar o sr. Arthur Chioro, ministro da Saúde, e os representantes da indústria farmacêutica para falar no Congresso. Segue a reportagem da VEJA.com. Volto para encerrar.
*
O governo brasileiro mostra-se incansável quando o assunto é colocar-se em maus lençóis em nome de sua simpatia pelo regime dos irmãos Castro, em Cuba. Não bastasse a utilização de quase 700 milhões de dólares em recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a construção do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, a nova empreitada que vem sendo orquestrada pela alta cúpula prevê, conforme revelou o colunista do site de VEJA Reinaldo Azevedo, a ida de empresas farmacêuticas brasileiras para produzir medicamentos em solo cubano. A estratégia é tentar rentabilizar a zona portuária por meio da exportação de remédios produzidos em parceria entre estatais cubanas e empresas brasileiras — em especial fabricantes de genéricos e biossimilares. Desde a inauguração da primeira fase do terminal de contêineres do porto, em janeiro, o governo vem travando uma ofensiva velada para levar executivos a Cuba para participar de grupos de trabalho. O alto escalão da República tem atuado, por assim dizer, como lobista de primeira linha dos irmãos Castro, sem que qualquer contrapartida benéfica para o Brasil seja posta na mesa. Mas a estratégia tem encontrado resistência: o alto custo de instalação de indústrias na ilha e as dificuldades de exportação de produtos, devido ao embargo econômico, tornam a empreitada economicamente inviável. Além disso, a razão de o governo demandar investimentos em Cuba, e não no Brasil, está cercada de pontos nebulosos. Afinal, costurar acordos com outros países com o objetivo de estimular a indústria nacional é agenda mais que bem-vinda para o país. Contudo, não há lógica que justifique lançar mão do mesmo expediente para criar (mais um) pacote de bondades para Cuba.
Em janeiro, a presidente Dilma Rousseff, o então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e seu sucessor, Arthur Chioro — que está à frente da pasta desde que Padilha saiu para candidatar-se ao governo paulista pelo PT — convidaram empresários do setor farmacêutico, que ouviram da própria presidente a intenção do governo de levar empresas brasileiras para se instalar na Zona Especial do Porto de Mariel e desenvolver a economia local. A estratégia é construída com base no argumento das vantagens tributárias e alfandegárias da Zona Especial. Contudo, mesmo com todos os incentivos, empresários ouvidos pelo site de VEJA se mostraram céticos.
Inviabilidade econômica
Os convites vêm confundindo o empresariado porque contrariam o próprio plano que o governo brasileiro tem para o setor farmacêutico. “Não faz o menor sentido, pois o Brasil já tem uma estratégia bem desenhada para o setor, que é de estimular a indústria nacional por meio das próprias compras governamentais. O plano para Cuba vai contra a própria política industrial”, diz Dante Alário Junior, sócio e responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento e inovação da Biolab. Sua empresa já recebeu vários convites para participar de eventos promovidos pelo governo brasileiro em Cuba e investir na ilha — o último deles ocorreu no início de junho — mas não tem interesse na empreitada porque já investe num projeto de internacionalização nos Estados Unidos. “Cuba foi descartada porque não temos condições de investir também lá. Não faz sentido para a empresa”, afirma.
Outro executivo do setor ouvido pelo site de VEJA, que prefere não ter seu nome revelado, afirmou que os empresários se mantêm descrentes em relação à viabilidade dos investimentos. “O setor farmacêutico sempre foi cético com a possibilidade de Cuba suprir um negócio que exige alta tecnologia”, disse. Parte do pessimismo deve-se também ao fato de as empresas brasileiras já estarem firmando acordo com multinacionais de outros países para produzir medicamentos (em especial os biossimilares), sobretudo americanas e europeias. O embargo econômico a Cuba anula a viabilidade, diz o executivo, porque impede que tais empresas consigam exportar os medicamentos produzidos na ilha para mercados consumidores importantes, como Estados Unidos e México, que têm proximidade geográfica.
As farmacêuticas vêm sendo procuradas há mais de um ano para realizar investimentos em Cuba. Num primeiro momento, o contato foi estabelecido por intermédio da Odebrecht, responsável pela construção do porto cubano. Em 2014, o governo passou a fazer os convites, excluindo da lista as empresas associadas à Interfarma, que são essencialmente estrangeiras. Procurada pela reportagem, a Odebrecht disse que “apoia o acordo bilateral entre Brasil e Cuba no desenvolvimento de medicamentos”. A companhia, inclusive, assinou um Memorando de Entendimentos com a farmacêutica cubana Cimab para a criação de uma joint-venture na ilha. Contudo, o acordo nunca saiu do papel.
Mesmo sem um interesse claro em investir na ilha, as empresas são alvo de tamanha insistência do governo — em especial do Ministério da Saúde e do Desenvolvimento — que não ousam declinar totalmente as ofertas de negócios. “As que foram a Cuba quiseram atender a um pedido da Presidência. É muito difícil não ir”, disse o médico e deputado federal Eleuses Paiva (PSD-SP), que está ciente das conversas no Ministério da Saúde. “Agora, se as indústrias forem se instalar, é porque o governo está montando situações econômicas fantásticas”, disse o deputado. “A indústria de genéricos acabou de construir um parque nacional. É tudo recente demais para ir a Cuba”, disse.
De Brasília a Havana
A última reunião realizada em Cuba ocorreu nos dias 5 e 6 de junho, liderada pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha. O encontro contou também com a participação de executivos da Eurofarma, da PróGenéricos (Associação dos produtores de medicamentos genéricos) e de representantes da Fiocruz e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Procuradas, as empresas participantes negaram que o encontro tenha sido realizado com o objetivo de levar as farmacêuticas a se instalarem em Cuba. Contudo, a pauta do encontro, à qual o site de VEJA teve acesso, mencionava a discussão de “investimentos no Porto de Mariel”.
Comandante da missão, Carlos Gadelha é um dos nomes do Ministério da Saúde citados nos escândalos da Operação Lava-Jato. Conduzida pela Polícia Federal, a Operação desmontou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro orquestrado pelo doleiro Alberto Youssef, preso desde março e pivô dos escândalos. O laboratório comandado pelo doleiro, o Labogen, é apontado pela Polícia Federal como o carro-chefe do esquema de lavagem de dinheiro. Durante as investigações, a PF interceptou conversa telefônica entre o empresário Pedro Argese e Youssef, relacionadas à assinatura de parcerias entre o Ministério da Saúde e empresas privadas. Em um dos trechos, Argese comenta ter conversado com Gadelha. De acordo com a transcrição, divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o secretário teria prometido dar todo o apoio possível para a retomada do Labogen.
O Ministério da Saúde nega que o governo brasileiro queira incentivar a instalação de empresas farmacêuticas em Cuba. Afirmou que o encontro de junho teve “por objetivo o monitoramento e avaliação das prioridades científicas, tecnológicas e de saúde pública para os respectivos países em áreas como terapia e controle de câncer, terapia celular e neurociências”. Em nota, afirmou ainda que o país tem cerca de vinte projetos em andamento entre laboratórios públicos e privados brasileiros com instituições cubanas. “Em nenhum dos projetos aprovados pelo Comitê, cabe ressaltar, está prevista a instalação de fábricas brasileiras em Cuba.”
A pasta, contudo, não combinou a resposta com os cubanos. Artigo extenso do jornal castrista Granma aponta o Brasil como principal parceiro de Cuba no setor farmacêutico. Diz o texto que uma nova etapa na cooperação entre os dois países iniciou-se após a visita a Havana da presidente Dilma, em janeiro deste ano. E que a criação de empresas mistas (brasileiras e cubanas) colocadas na Zona Especial do Porto de Mariel, “utilizando tecnologia cubana e capital brasileiro”, servirá para incentivar a produção de biossimilares para “satisfazer as necessidades dos sistemas de saúde de ambos os países e permitir a exportação conjunta a outros mercados”. O que ainda não está claro — e o governo se negou a explicar — é a razão de se investir capital dos contribuintes brasileiros para desenvolver a indústria de outro país. Trata-se, mais uma vez, de um presente generosíssimo do Brasil ao regime cubano.
*
Encerro
Na sexta, José Serra, criador do programa de genéricos no Brasil, escreveu um artigo na Folha demonstrando como o atual governo ameaça o programa. O que vai acima é outro atentado.
Talvez um dia saibamos direito a natureza das relações dos petistas com Cuba, além das afinidades ideológicas. A ilha da tirania virou uma espécie de caixa preta do governo brasileiro. Como não existe transparência mínima, as informações, o trânsito de dinheiro brasileiro para Cuba — haverá também o contrário? — se dá sem nenhum controle. Já houve o financiamento do Porto de Mariel; há a bolada mensal derivada do “Mais Médicos” e, agora, a pressão do governo para fazer um setor da indústria brasileira migrar para a ilha. 
A troco de quê?
Por Reinaldo Azevedo

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